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quinta-feira, 17 de março de 2011

Botando fogo na "corrida"

1977
Mario Andretti, John Player Team Lotus
Lotus 78, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
VI Grande Prêmio do Brasil, Interlagos, São Paulo - Brasil

(Clique para ampliar)




- Lucius Domitius Ahenobarbus foi um bom mestre, não?

Ps. A sequencia fotógráfica da última foto é da grande Dulce Lee.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Expresse sua reação, Bibendum!

1981
Nelson Piquet, Parmalat Racing Team
Brabham BT49C, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
&
Mario Andretti, Marlboro Team Alfa Romeo
Alfa Romeo 179C, Alfa Romeo 3.0 V12, Michelin
XXVII Gran Premio Talbot de España, Circuito Permanente del Jarama, Madri - Espanha






- "Ahhhhh, mas você estava indo tão bem Mario!"

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Pornozinho básico

1976
James Hunt, Alan Jones, Harald Ertl e Mario Andretti
II Grand Prix of Long Beach, Long Beach Street Circuit, Long Beach - Estados Unidos



- Desnecessário dizer quem parece mais interessado em assistir o filme, não?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

79 em 80 - Raridade

1980
Mario Andretti, Team Essex Lotus
Lotus 79, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
IX Grande Prêmio do Brasil, Interlagos, São Paulo - Brasil

(Clique para ampliar)


- Nunca vi outra foto da ocasião: Um Lotus 79 com pintura da Essex. Para o GP - e para todo o ano - a Lotus usou o 81 e suas variações...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Simetria canadense

1976
Ronnie Peterson, March Engineering
March 761, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
e
James Hunt, Marlboro Team McLaren
McLaren M23, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
e
Patrick Depailler, Elf Team Tyrrell
Tyrrell P34, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
e
Mario Andretti, John Player Team Lotus
Lotus 77, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XV Labatt's Canadian Grand Prix, Mosport Park, Bowmanville - Canadá

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- Existem horas que palavras estragam...

sábado, 13 de março de 2010

Bahrein 2010

2010
(Durante o) VII Bahrain Grand Prix, Bahrain International Circuit, Sakhir - Bahrein

(Clique para ampliar)


- Fernando Alonso (2005, 2006); Jack Brabham (1959, 1960, 1966); Michael Schumacher (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004); Emerson Fittipaldi (1972, 1974); Lewis Hamilton (2008); Mika Häkkinen (1998, 1999); Damon Hill (1996); Niki Lauda (1975, 1977, 1984); Keke Rosberg (1982); Mario Andretti (1978); Jackie Stewart (1969, 1971, 1973); Alain Prost (1985, 1986, 1989, 1993); Jacques Villeneuve (1997); John Surtees (1964); Alan Jones (1980); Nigel Mansell (1992); Príncipe Salman bin Hamad Al Khalifa, Bernie Ecclestone, Jody Scheckter (1979) e Jenson Button (2009).

Reconheceu todos os pilotos?
A festa desve ter sido boa...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Ronniemario

1978
Ronnie Peterson e Mario Andretti, John Player Team Lotus
Lotus 79, Ford Cosworth V8, Goodyear
XXIV Gran Premio de España, Circuito Permanente del Jarama, Madri - Espanha

(Clique para ampliar)


- Bela dupla, belo carro, bela foto.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Há 27 anos a Ferrari contratava seu 4º piloto do ano para disputar o GP da Itália em Monza

1982
Mario Andretti, Scuderia Ferrari SpA SEFAC
Ferrari 126C2, Ferrari 1.5 V6T, Goodyear
LIII Gran Premio d'Italia, Monza, Itália

(Clique para ampliar)



(The Spokesman-Review - 2 de Setembro de 1982)

- A quase exatos 27 anos, em um dia 2 de Setembro de 1982, a Ferrari anunciava a contratação de seu 4º piloto no mesmo ano. Era Mario Andretti, que viria em substituição à Didier Pironi, seriamente machucado em um acidente em Hockenheim. Mario também estrearia em Monza

Como podem ler aqui, desde esta data que a Scuderia Ferrari não tinha 4 pilotos diferentes disputando o mesmo campeonato.

Só para animar o Fisichella, Andretti foi pole e chegou em 3º.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Loucuras, humor e acasos: Capacetes Simpson Bandit

Muita gente vinha me pedindo para fazer um post sobre capacetes, pois bem, hoje chegou o dia!

Mostrarei hoje um tipo de capacete que foi 'modinha' no inicio da década de 80, trata-se do modelo Simpson Bandit, imortalizado pelo saudoso Elio de Angelis. Em minha singela opinião, este tipo de capacete foi, e continua sendo, o mais bonito de todos os tempos.

A fabricante deste tipo de capacete é a Simpson Performance Products, que, inicialmente começou fabricando para-quedas para dragsters na década de 60. Bill Simpson foi um dos pioneiros na segurança automobilística. Hoje sua empresa é fabricante de capacetes, balaclavas, macacões, luvas e Hans Device's.

Dentre seus pilotos mais notórios que usaram este tipo de casco, se encontravam: Emerson Fittipaldi, James Hunt, Mario Andretti e claro, Elio de Angelis.

Acompanhe alguns pilotos que usaram este tipo de capacete.

E você, lembra de mais algum piloto não incluso na lista abaixo?
Já imaginou Stefan Bellof ou Thierry Boutsen usando este tipo de capacete? Ia ser o máximo!


Elio de Angelis


James Hunt


Emerson Fittipaldi


Mario Andretti


Jan Lammers


Jochen Mass


Geoff Lees


Hans-Joachim Stuck


Ricardo Londoño-Bridge

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Andarilho: Mario Andretti

Nascido e criado na Itália, mudou-se para os EUA aos 15 anos. Desde então, tornou-se cidadão norte-americano e competiu sempre pelos EUA.

Grande campeão dentro e fora da Fórmula 1, Mario foi um dos poucos a conquistar títulos tanto na Cart quanto na F1. Também competiu (e venceu corridas) na Nascar e no mundial de carros esporte.

Na F1, obteve um título, 12 vitórias e 19 pódios entre 1968 e 1982. Nesse intervalo, Andretti mudou muito de equipe, tanto que a sessão Andarilho de hoje é dedicada a ele. Foram 11 mudanças de equipe na sua bela carreira.

Acompanhe:


Andretti estria na F1 em 68 pela Lotus. Já na sua primeira corrida já marca a pole


Em 70, correu pela equipe March. Nos cinco GPs disputados, já conseguiu um pódio


De tão bom que era, a Ferrari o contratou. Correu por lá em 71 e 72 e, logo na 1ª corrida, conseguiu sua primeira vitória


Em 73 não competiu - em 74, pela Parnelli, fez somente os GPs norte-americanos. Em 75, disputou o campeonato completo, mas só conseguiu uma quarta colocação como sua melhor marca


No inicio de 76, Andretti correu no International Trophy pela equipe Wolf-Williams


No 1º GP da ano, Brasil, Andretti correu pela Lotus...


... já os dois subsequentes, voltou a pilotar para a Parnelli. Dali em diante, Andretti virou um mito nas pistas


De volta a Lotus em 76, Andretti venceu 11 Gp's até 80 - sendo campeão mundial em 78


Depois de um último ano apagado na Lotus, Andretti correu pela Alfa Romeo o campeonato de 81. Marcou somente três pontos no campeonato


"Quebrando o galho" da Williams em 82, depois da aposentadoria de Reutemann, Andretti disputou o GP de Long Beach pela equipe de Frank Williams


Ainda em 82, substituiu o acidentado Pironi no GP da Itália e de Caesars Palace, em Las Vegas. Nessa prova de Monza terminou no pódio, coroando uma vitoriosa carreira

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

GP's históricos: Suécia 78

Em 2008 fez 30 anos de uma das maiores dominações que a F1 já viu.

O circo da F1 chegava na sua 8ª etapa. O circuito era o de Anderstorp na Suécia, pista esta que era um misto de Aeroporto e Autódromo.

A Lotus dominava fácil o campeonato, Andretti liderava o certame com certa folga, e seu companheiro de equipe, o sueco, Ronnie Peterson vinha em 2º na tábua de classificação. Alem disso, os pilotos da Lotus 79 vinham de duas dobradinhas: Zolder e Jarama.

Só que Bernie Ecclestone e Gordaon Murray, que tinham o campeão da F1, Niki Lauda, nas mãos, não queriam ser deixados para trás pela Lotus, e logo trataram de evoluir a Brabham BT46.

Na época, a Lotus 79 era o supra sumo do efeito solo, Colin Chapman desde o ano passado já utilizava esse advento tecnológico para ganhar aderência e vantagem sobre os adversários. Só que Gordon Murray tinha uma carta na manga, e era uma carta alta, altíssima!

O BT46 não passava de um carro normal, só que, para dar a Niki um carro em condições para disputar o título, a Brabham se inspirou no carro esporte americano, o Chaparral 2J.

O Chaparral tinha dois exaustores na parte de trás do carro, assim como o Brabham, a diferença era que, no carro de Murray, se utilizavam uma ventoinha única. O carro foi batizado de BT46 'B' mas ficou mais conhecido com Fan-car.

A diferença de performance era tamanha que Ecclestone ordenou que Watson e Lauda fizessem o treino classificatório com o tanque cheio. Resultado? 2ª e 3ª posições respectivamente para os pilotos da Brabham. O domínio era gritante.

Andretti, o vencedor das últimas 2 corridas, largou na pole, mas logo na largada Lauda parte para a 2ª posição. Mário forçava ao máximo sua Lotus, e Niki só o acompanhava. Era nítido a diferença de rendimento, enquanto Andretti aproveitava toda a pista para andar no máximo, Lauda ia muito mais suave, porém, contornava as curvas na mesma velocidade que Andretti. Lauda parecia se segurar para não passar Andretti.

Na parte de trás, Watson, que não tinha o mesmo talento que Lauda, sofria para acompanhar o novato Patrese com sua Arrows FA1. Tanto que, na ânsia de ultrapassar Patrese, roda e dá adeus a corrida.

Enquanto isso, Andretti e Lauda só iam abrindo para Patrese, o 3º colocado. Em pouco mais de 30 voltas, os dois já tinham dado uma volta no 5º colocado, e já abriam 1 minuto para Riccardo.

Por volta do giro 40, Andrerri, com a pressão de um Lauda embutido, erra numa saída de curva e dá a Lauda a chance de passar pelo piloto da Lotus. Depois da ultrapassagem, Lauda já abre uma grande diferença para Andretti. Só que, na volta 46, o motor Cosworth da Lotus nº 5 vai para o espaço e deixa Andretti 'a ver navios'.

Para não 'dar muito na cara', Lauda diminui muito o ritmo, e só administra a sua fácil vitória. Patrese, que vinha em sua 1ª temporada completa, chega numa honrosa 2ª posição com o caseiro Peterson colado na sua caixa de marchas, em 3º.

Emerson, que largou de 13º, se aproveitou de alguns abandonos e da fraca participação dos pilotos da Ferrari, e chegou em uma boa 6ª posição.

Depois deste enorme domínio, a CSI, a antiga FIA, baniu essa Brabham por motivos de segurança, pois com o advento desse tipo de carro, iria ser possível andar com o 'pé cravado' na maioria dos circuitos, o que era algo extremamente perigoso.

Em GP's oficiais, o BT46'B' nunca mais andou, só que, numa prova extra-oficial, o Gunnar Nilsson Memorial Trophy de 79, o 'Fan-car' voltou a dar seu ar da graça, e quem pilotou o bólido foi o brasileiro Nelson Piquet.


A Brabham veio para a Suécia em 78 com um carro revolucionário. O BT46'B' Fan-car


Watson não se aproveitou muito do carro, pois, já na largada, perde 2 posições e roda ao tentar roubar a 3ª posição de Patrese.


Já Lauda, que largou de 4º fez uma corrida magistral.


Logo na largada já se lança à 2ª posição, e vai a caça ...


... de Mário Andretti, que, não aguenta a pressão do austríaco e perde a liderança.


Porém, poucas voltas depois de ser ultrapassado, seu motor Cosworth estoura e ele abandona a corrida.


Seu companheiro de equipe faz uma corrida aquém de seu equipamento, e uma 3ª posição veio por conta de abandonos.


Já Patrese, comemora seu primeiro pódio na carreira. Chega em 2º, mas com Peterson somente 1 segundo atrás.


Com uma direção sem erros, típica de um bicampeão, Lauda, junto com o Fan-car vencem fácilmente o GP de Anderstorp.


Comemoração do pódio.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Os 5 de quê?: As melhores estreias na Formula 1

Quem ataca novamente no F1 Nostalgia é o Speeder_76 do Excelente Blog Continental Circus, fique com ele...

Se há uns tempos atrás falei dos que tentaram ganhar, nem que fosse uma corrida para amostra, na Formula 1, e não conseguiram, hoje falo daqueles quer tiveram uma entrada na categoria máxima… de espantar!

Eis os cinco escolhidos, pela ordem decrescente:

5 – Jean Alesi

Em Junho de 1989, Alesi era um prometedor piloto de Formula 3000 europeia, quando Ken Tyrrell, que estava em conflito com Michele Alboreto, procurava um substituto. Tinha rapidez, e como Tyrrell tinha agora um bom patrocínio, poderia catapultá-lo, sem problemas, na ribalta. E logo na sua prova caseira!

Se nos treinos, Alesi ficou na 16ª posição da grelha, conseguindo uma qualificação que nessa altura era difícil, a corrida foi diferente. Mas os observadores ficaram surpresos quando o viram a andar consistentemente entre os primeiros lugares, chegando até a rolar na segunda posição da corrida! No final, o piloto francês contentou-se com o quarto lugar, e apresentava-se ao mundo. No final daquele ano, conseguiria oito pontos, e o nono lugar do campeonato, em apenas oito corridas.


Jean Alesi com sua Tyrrell no GP da França em 89


4 – Johnny Herbert

Herbert é um caso especial. Um prometedor piloto nas categorias de base, teve um pavoroso acidente na ronda de Brands Hatch na temporada de 1988 da Formula 3000. Teve uma longa recuperação, e ainda em convalescença, recebe a notícia de que seria piloto da Benetton para 1989, cortesia de Peter Collins, seu amigo e mentor. Muitos pensariam que ele não estaria em forma para a primeira corrida, disputada no calor de Jacarepagua, no Rio de Janeiro. Mas surpreendendo tudo e todos, não só, conseguiu o décimo tempo na grelha, e levou o carro até à quarta posição final, a dez segundos do vencedor, Nigel Mansell, e a pouco mais de um segundo de um pódio. E para melhorar as coisas, ficou à frente do seu companheiro, Alessandro Nannini.

Contudo, e apesar de ter conseguido mais dois pontos em Phoenix, a exigência de conduzir um Formula 1 levou a melhor e depois de uma não-qualificação no Canadá, foi substituído pelo italiano Emmanuele Pirro. Herbert ainda voltou para conduzir o Tyrrell em Spa-Francorchamps e no Estoril, na ausência de outro dos grandes estreantes, Jean Alesi.


Johnny Herbert fazendo bonito no GP Brasil de 89


3 – Mário Andretti

Andretti, um ítalo-americano que chegou a terras do Tio Sam em 1955, já era em 1968 um dos melhores jovens pilotos das competições “open wheels” nos Estados Unidos, mas ele tinha o sonho de conduzir um Formula 1. Em 1966, conheceu Colin Chapman em Indianápolis, e o mítico construtor britânico lhe disse que tinha um lugar à sua espera “quando o momento fosse oportuno”. Em 1968, Andretti disse que estava pronto para correr, e Chapman deu-lhe um terceiro Lotus 49.

Uma primeira tentativa, em Monza, foi frustrada, pois a CSI (Comission Sportive Internationale) proibia a participação do piloto em duas corridas em menos de 24 horas. Sendo assim, decidiu apenas participar na prova seguinte, em Watkins Glen, onde o conhecimento da pista e do carro, aliado ao tempo que se fazia na altura, fez com que alcançasse uma surpreendente pole-position! No dia da corrida, 93 mil pessoas foram a Watkins Glen, muitos deles para verem o que um "outsider", Andretti, poderia fazer contra o "establishment" da Formula 1. A corrida começou com Andretti na frente, mas no final da primeira volta, Stewart tinha o passado e conquistara a liderança. Na volta 14, o bico do seu carro parte-se, e cai para o fim do pelotão, e na volta 32, a embraiagem cede e tem de desistir. Mas o mundo da Formula 1 ficava a conhecer um piloto que alcançaria o título mundial dez anos depois, ao volante do lendário Lotus 79.


O grande Mario Andretti nos 'pits' da Lotus em Watkins Glen 68


2 – Lewis Hamilton

Lewis Hamilton assinou pela McLaren no final de 1998, aos 13 anos, com o claro objectivo de ser o primeiro piloto de Formula 1 de origem africana. A sua trajectória nas categorias de base foi recheada de sucessos, que incluíram um título na Formula 3 Euroseries, e na GP2, em 2006. No inicio de 2007, quando foi anunciada a sua estreia na Formula 1, ao lado de Fernando Alonso, muitos esperavam que iria ter um bom ano de estreia, mas que não iria disputar o título contra Alonso, Raikonnen ou Massa…

E na Austrália, confirmou as expectativas, ao se classificar na quarta posição nos treinos, não muito longe do “poleman”, Kimi Raikonnen. No dia da corrida, fez uma prova sólida, sem cometer erros de maior. No final, o terceiro lugar, atrás do vencedor, Kimi Raikonnen, e de Fernando Alonso, indicaria que ele iria ser, no mínimo, o principal candidato a “Rookie do Ano”. Mas ninguém poderia esperar que à medida que a época decorria, iria ser isso, e muito mais…


Lewis voando por cima da zebra em Melbourne 07


1 – Jacques Villeneuve

Tal como Mário Andretti, teve uma carreira feita nos Estados Unidos, mas com maior palmarés. No início de 1996, Jacques, filho de Gilles, tinha no bolso o título da CART, acompanhado de uma vitória nas 500 Milhas de Indianápolis, o primeiro canadiano a fazê-lo. Isso foi o suficiente para que Frank Williams lhe concedesse um teste, e pouco tempo depois, lhe estender um contrato com a marca para alcançar aquilo que o seu pai nunca conseguiu: o título mundial.

Na pista de Melbourne, que se estreava na Formula 1 no início de 1996, Villeneuve, sem nada a perder e com muito a provar, mostrou a sua fibra de campeão: fez logo a pole-position, batendo o seu companheiro de equipa, Damon Hill.

Na corrida, Villeneuve colocou Hill em sentido durante boa parte da corrida, mesmo quando após o segundo reabastecimento, perdeu o controle do carro na primeira fila, e Hill tentou ultrapassá-lo. Mas quando o seu carro sofreu um problema de óleo, a equipa decidiu que ele devia abdicar a vitória em favor do piloto inglês, e pensar na equipa. O segundo lugar foi excelente, e para muitos, o canadiano tinha sido o vencedor moral desse Grande Prémio, e a sua exibição fazia jus a aquelas que o seu pai fazia 15 anos antes…


Também em Melbourne, Villeneuve dá um passeio na grama em 96

quarta-feira, 19 de março de 2008

País da F1: Pilotos Americanos

Começaremos hoje mais um tópico, este vai falar dos pilotos de um determinado pais, no de hoje, conheceremos os principais pilotos americanos. Os EUA sempre tiveram a tradição de criar próprias categorias em tudo que é esporte, e o automobilismo não é uma exceção. Eles tem varias ligas de corridas lá, dentre elas destacamos a Nascar e a extinta (por enquanto) Formula Indy. Mas nem por isso seus pilotos ficavam só la nos "estates", eles iam mundo a fora correr, e alguns vieram parar na formula 1, alguns bem sucedidos e outros nem tanto, tanto que temos dois campeões mundiais na F1. Dê uma olhada em alguns deles !


Bobby Rahal

Fez somente 2 corridas na F1, foi em 78 pela equipe Wolf, Rahal correu os ultimos dois GP's do ano, o dos EUA e o do Canadá, mas onde fez carreira e sucesso foi no automobilismo americano, em especial a F-Indy, onde foi 3 vezes campeão da categoria e ainda ganhou uma vez as 500 milhas de Indianápolis.


Bobby Rahal na Wolf


Dan Gurney

Começou a correr pela Ferrari em 59, onde imediatamente conquistou bons resultados, mas foi pela Porsche, Lotus e Brabham que Gurney obteve seus melhores resultados, foram 15 pódiun de 61 a 65, onde ele conquistou 3 de suas 4 vitórias, no final de carreira foi correr na McLaren.


Dan Gurney na McLaren


Danny Sullivan

Competiu uma temporada na Formula 1, a de 83, foi piloto da Tyrrell onde que, sua melhor atuação foi no GP de Mônaco, numa honrrosa 5ª posição, Sullivan participou de diversas corridas das 500 milhas de Indianápolis, onde foi premiado com o famoso leite dos vencedores 1 vez em 85, fora disso, não fez nada de mais.


Danny Sullivan na Tyrrell


Eddie Cheever

Bom piloto americano que vem se mantendo na ativa em competições de ponta por um longo tempo. Estreiou na F1 78 pela Theodore onde fez duas corridas e foi transferido para a Hesketh, onde fez apenas 1 GP, passeou pela Tyrrell, Ligier, Renault, Benetton, Arrows entre outros, sempre foi um piloto mediano, tendo suas melhores atuações pelas equipes Ligier e Renault. Depois da F1, passou pela Indy, IRL e indo parar na GP masters, sem contar as inumerar 500 milhas de Indianápolis que participou, inclusive vencendo a edição de 98


Eddie Cheever na Ligier


Mario Andretti

Provavelmente o maior piloto americano da história, fez um fraco começo na Lotus em 68 e 69, onde foi rodando por March, Ferrari e Parnelli até chegar de novo na Lotus, ai sim, começava seu show, com excelente carro na mão , Andretti conseguiu 10 vitórias em 2 temporadas o que lhe rendeu 1 Título mundial em 78, a partir daí começou sua decadência na F1, depois de sair da Lotus em 80, ele vai para a Alfa Romeo, faz uma corrida pela Williams e encerra sua carreira de volta a Ferrari. Nos EUA, foi Tri-campeão das 500 milhas de Indianápolis.


Mario Andretti na Lotus

Mark Donohue

Promissor piloto americano, começa a carreira no GP do Canadá de 71, onde fantasticamente consegue um pódio em sua corrida de estreia, terceiro lugar para ele. Em 72 ele não corre na F1, mas vai para os EUA para ganhar as 500 milhas de Indianápolis naquele ano, em 74 e 75 ele retorna para a Penske, No GP da Austria de 75, Donohue encerrou a carreira em um acidente que lhe tiraria a vida. A Penske ainda duraria mais 1 ano, com John Watson no comando do carro.


Mark Donohue na Penske

Michael Andretti

Com um sobrenome famoso por tras, Michael Andretti chega a Formula com fama de vencedor, tinha sido campeão da Indy em 91, so que não consegue nada na McLaren, a não ser fiascos atras de fisacos. Andretti competiu a temporada de 1993 pela McLaren, onde foi companheiro de Senna, seu melhor resultado foi um pódio na Itália. Depois da temporada ele volta para as corridas americanas.


Michael Andretti na McLaren


Peter Revson

Peter começou sua carreira em uma equipe própria, mas logo foi contratado McLaren, equipe pela qual já corria nos EUA, fez ótimas corridas em 72 e 73, conseguindo vários pódios, dentre elas 2 vitórias. Em 74 se transefere para Shadow, onde na terceira prova do campeonato ele sofre um acidente em virtude de uma quebra de suspenção e vem a falecer.


Peter revson na McLaren


Phil Hill

Excelente piloto americano, disputa o posto de melhor com Mario Andretti. Hill começa sua história na F1 pela equipe de Jo Bonnier, onde disputa apenas 1 GP antes de se transferir para a Ferrari. Ja na equipe de Maranello, ele começa discretamente, mas vai melhorando prova a prova, ate que chega o ano de 61, Hill destroça os adversários com 2 vitórias, 5 pódiuns em 6 corridas e se torna o campeão mundial. Depois Hill se transfere para equipes menores e se apaga um pouco na F1. Em Le mans ele é Tri-campeão.


Phil Hill na Ferrari

Richie Ginther

Faz o seu "debut" em 60 pela Ferrari, onde pontua em todas as provas que disputa pelo time Italiano, chagando ate a ficar em 2º em Monza, em 61, outra penca de bons resultados, consegue 3 pódiuns e um 5º lugar na classificação geral. De 62 a 64 ele pilota uma BRM, em uma boa "tocada" consegue o 3º lugar no geral em 63, em 65 ele se muda para a japonesa Honda em busca da tão almejada vitória, e ela vem com uma dobradinha americana no México. A partir dai a estrela de Ginther se apaga e ele sai da F1 em 67.


Richie Ginther na Honda