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domingo, 4 de dezembro de 2011

Apreço pela Spirit

1983
Stefan Johansson, Spirit Racing
Spirit 201C, Honda 1.5 V6T, Goodyear
XXXV John Player Grand Prix of Europe, Brands Hatch, Kent - Inglaterra

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- Quando me perguntam qual equipe mais gosto, respondo que não sei ao certo, mas tenho um apreço bem grande pela Spirit, ainda mais nesta coloração. Stefan Johansson ao volante com seu capacete negro dão um charme todo especial a esse pequeno foguete movido à Honda.

domingo, 5 de junho de 2011

Stefan is on fire

1986
Stefan Johansson, Scuderia Ferrari SpA SEFAC
Ferrari F1-86, Ferrari 1.5 V6T, Goodyear
LVII Gran Premio d'Italia, Monza, Monza - Itália

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- Somente algumas faíscas, certo?

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Crashed and Byrned

1982
Tommy Byrne, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1B, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
Teste, Silverstone, Northamptonshire - Grã-Bretanha

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1982
Enrique Mansilla, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1B, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
Teste, Silverstone, Northamptonshire - Grã-Bretanha

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1982
Thierry Boutsen, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1B, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
Teste, Silverstone, Northamptonshire - Grã-Bretanha

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1982
Stefan Johansson, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1B, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
Teste, Silverstone, Northamptonshire - Grã-Bretanha



"Eu estava lá com outros quatro pretendentes: Thierry Boutsen, Stefan Johansson, Quique Mansilla e Dave Scott. Havia saído com um amigo na noite anterior. Pegamos umas garotas e levamos elas ao teste, o que provavelmente criou uma impressão ruim. Quero dizer, a minha parecia uma puta. Ela não era, mas usava muita maquiagem e uma saia que mal cobria sua bunda.

Este era o teste que todos falam quando meu nome é mencionado. Eles sabem tudo sobre ele – como eu disse a Ron Dennis que o carro era uma merda, como eu ferrei minha carreira por ser metido demais. Mas eles não sabem nada, porque nada disso é verdade. Ron Dennis sequer estava no teste! O teste foi comandado por Tyler Alexander. Johansson havia pilotado no dia anteror, quando estava um pouco úmido, então não podemos comparar os tempos. Scott e Mansilla fizeram suas voltas no terceiro dia e Boutsen e eu no segundo. No dia do meu teste, Boutsen foi primeiro. Ele fez umas quinze voltas, voltou e reclamou de subesterço. Ele pegou um novo jogo de pneus, voltou à pista e fez em 1:10.9. Tudo de modo muito profissional. Os mecânicos da McLaren começaram a instalar meus pedais, que eu havia feito quando visitei a fábrica da McLaren na semana anterior. Eles nos deram nossos próprios pedais, cada um com nossos nomes gravados. Quando fazíamos nossas voltas, eles colocavam o nome na lateral do carro. Havia muita atenção aos detalhes.

Enquanto isso eu estava um pouco nervoso. Senti muita ansiedade nesse teste. Era a única oortunidade para reparar o estrago que havia feito antes em minha relação com Ron Dennis. Mas ali estava Boutsen reclamando de subesterço, e ele era um cara que eu respeitava. Assim que entrei no carro, minhas preocupações se foram completamente. Sim, havia algum subesterço, mas tudo o que fiz foi frear um pouco antes, virar um pouco antes e antecipar a aceleração. O resultado: nenhum subesterço. O carro era incrivelmente bom. Eu estava fazendo curvas em quarta que na Theodore eu faria em terceira e que Boutsen aparentemente fez em terceira também. Logo depois da segunda volta senti que precisaria subir uma marcha. Estava quase no limite da quarta na Stowe, o que era incrível. Na Theodore eu sequer havia levado a terceira ao limite.

Assim que peguei os pneus antigos, fui tão rápido quanto Boutsen com seus pneus novos! Depois eles instalaram meu novo jogo. Aí sim eu fiquei empolgado! Eu estava quatro segundos por volta mais rápido que na Theodor. Subtraia quatro segundos das voltas da Theodore nos GPs e eu estaria na frente de todos. Deram minhas três últimas voltas como 1:10.01, 1:10.01 e 1:10.01. Meu amigo Joey Greenan estava lá, cronometrando por conta própria, e ele estava convencido de que minhas duas últimas voltas foram ainda mais rápidas, mas por alguma razão não me mostraram os tempos. Joey cronometrou 1:09.6 em minha última volta com pneus de corrida, não de classificação.

Para mim, isso era a simples confirmação do que eu suspeitava há tempos. Pilotando um carro de F1, não era mais difícil ser tão competitivo como em um bom FF1600 de um carro de F3. Se eu entrasse em um bom carro, independentemente da categoria, seria bom o bastante para vencer. Este teste apenas confirmou isso. Se eu tivesse minha estreia em GPs com um McLaren ou um Williams, poderia estar em condições de ganhar imediatamente. Não há mistério. Vinte e cinco anos atrás eu era o melhor piloto lá. As pessoas ficaram impressionadas com os tempos que eu fiz na McLaren, mas eu não estava. Era normal, foi o registro de tudo o que eu faria se tivesse um carro competitivo.

Eu disse à equipe algo depreciativo sobre o carro? Claro que não. Era um carro fantástico. Eu devo ter dito algo como "sim, há um leve subesterço em curvas de baixa mas se conseguirmos corrigir isso eu poderei ir mais rápido", apenas como feedback. Eles me agradeceram pelo teste e fui para casa.

E esperei. O telefone não tocou. Não houve mensagem de Ron Dennis. Então o Motoring News saiu na semana seguinte e havia uma reportagem do teste que era um pouco decepcionante e dizia que minha "postura arrogante" não havia deixado boa impressão para a diretoria. E naquele momento, todos os pensamentos que eu tinha sobre meu desempenho no teste ter mudado minhas chances com a McLaren se foram.

Há cerca de seis anos eu estava no pitlane no Road America quando um cara me parou. Eu o reconheci de algum lugar. Ele disse "olá, Tommy, como você está e o que você tem feito todos esses anos?"
"Ah, apenas dando aulas e treinos", eu disse. "É, você foi tão rápido naquele dia em que testou a McLaren, e você nem estava com o melhor carro."
"O que você está falando?", perguntei. Eu tinha o mesmo carro que Boutsen, que havia acabado de sair dele.
"Sim", ele disse, "mas quando eu estava trocando seus pedais, me mandaram não te dar aceleração total." Isso me deixou pensando: será verdade? Isso explica por que comecei usando a quarta marcha, em vez da terceira – e é provavelmente por isso que eu estava quase no limite na Stowe, por isso que o carro se aproximava da curva tão devagar. Mas tenho certeza que a McLaren nunca havia feito algo como aquilo – ou haviam me dado os tempos errados. Eles são profissionais demais. E por que alguém daria bola para Tommy Byrne? Eu preferiria não ter encontrado Tony Vandunger naquele dia, porque lembrei de todo aquele teste e minhas sensações sobre ele reacenderam.

Então vamos perguntar ao próprio Vandunger o que ele lembra daquele dia. "Bem, foi há muito tempo! Mas sim, minha lembrança é de que fomos instruídos para dar a Tommy menos que aceleração total – e somente a Tommy, não aos outros. Por que isso? Honestamente não acredito que tenha sido para ferrar Tommy, mas para proteger ele e o carro. Lembro de ter falado com ele no GP da Áustria, quando estava pilotando a Theodore, e parecia como se estivesse em um teste da McLaren. Ele era bem metido, totalmente confiante sobre ir para a McLaren. E no teste foi igual. Acho que havia uma sensação, provavelmente de Tyler Alexander, de que aquela confiança o deixaria mais propenso a bater o carro. Não era um carro de exibição, mas sim um carro usado nas corridas, e destruí-lo não seria nada bom. Sentimos que os outros caras não eram tão agressivos, mas com Tommy ficamos preocupados principalmente por ele andar depois de Boutsen, pois teria um tempo para baixar, então mexemos um pouco no carro. Você só precisa ajustar o curso do acelerador avançando o batente do pedal. Depois você olha pelas cornetas do motor, as borboletas não estão totalmente abertas. Leva apenas uns poucos segundos. Ele foi muito rápido apesar disso, e nós rimos muito imaginando como seria sem a "sabotagem"."

Tradução do site Jalopnik Brasil do livro Crashed and Byrned, de Tommy Byrne

Ps. Ficarei devendo a foto do Dave Scott neste teste.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A arte de fotografar [4]

1985
Stefan Johansson, Scuderia Ferrari SpA SEFAC
Ferrari 156/85, Ferrari 1.5 V6T, Goodyear
XLIII Grand Prix Automobile de Monaco, Monaco, Monte Carlo - Mônaco

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- Essa já é bem manjada, mas é PERFEITA

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Evolução fotográfica: Spirit Racing
















- De Boutsen e Johansson até Baldi, passando por Honda's, Hart's, Cosworth's além de personagens Disney...

Nos comentários, quero a identificação das fotos!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O que você esta fazendo aí? Stefan Johansson na RAM March

1981
Stefan Johansson, March Grand Prix Team
RAM March 811, Ford Cosworth V8, Michelin
Teste, Goodwood

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- Em um momento de namoro com minhas revistas, achei uma foto de um fato que nunca antes ouvira falar. Trata-se de um teste feito por Stefan Johansson às vésperas do GP da África do Sul de 1981 (extra-oficial, mas que abria o calendário da Fórmula 1).

Que tal eu trazer estas preciosidades obscuras mais vezes aqui, mesmo algumas delas tendo uma qualidade sofrível?

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Momento hilário: É uma batida eu sei, mas morro de rir desta

1984
Eddie Cheever (#23), Benetton Team Alfa Romeo
Alfa Romeo 184T, Alfa Romeo 1.5 V8T, Goodyear
e
Philippe Alliot (#9), Skoal Bandit Formula 1 Team
RAM 02, Hart 1.5 L4T, Pirelli
e
Stefan Johansson (#3), Tyrrell Racing Organisation
Tyrrell 012, Ford Cosworth DFY 3.0 V8, Goodyear
e
Jo Gartner (#30), Osella Squadra Corse
Osella FA1F, Alfa Romeo 1.5 V8T, Pirelli
XXXVII John Player British Grand Prix, Brands Hatch, Kent - Grã-Bretanha

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- Morro de rir desta foto. Se você não riu, é porque ainda não olhou as duas pessoas no lado esquerdo da foto.

* É muito engraçado, um tem a feição de quem ta dizendo: "Batida? Batida? Prá onde eu vou? Prá onde eu vou?
* O cara do extintor dá um pulo pra lá de estranho quando vê o carro vindo em sua direção;
* Em compensação, quem viu a pancada toda, alí de pertinho, ta bem tranquilo. A galera sentada na frente do Gartner está bem tranquila... Parecem ver um filme no cinema;
* Um cidadão lá na beirada, coloca somente a mão no ouvido, só para se proteger dos carros de Fórmula 1 desgovernados que batem na sua frente;
* E os fotógrafos? Morrem mas não param de apontar suas objetivas;
* Vídeo da batida - http://www.youtube.com/watch?v=id7bJpmOXNY - A panca do Alliot e do Gartner não foi de leve não;

E como diria aquele narrador: "O que é que só você viu?"

* Ah, adoro Brands

domingo, 30 de agosto de 2009

Resolvam este mistério

1985 (ou 1986?) - 86 confirmado!
Stefan Johansson, Scuderia Ferrari SpA SEFAC
Ferrari 156/85, Ferrari 1.5 V6T, Goodyear
Jacarepagua, Brasil



- Vamos lá:

Johansson está com o carro de 1985, a Ferrari 156/85, mas esta pista, ao menos para mim é, claramente a de Jacarepaguá, só que em 85, no GP Brasil, ele ainda era piloto da Tyrrell. Seria um teste em 1985?

Johansson correu em 1986 no Brasil, mas veio com o F1/86, o novo carro da Ferrari para a temporada. Será que essa foto foi tirada nos testes de pneus do iniciozinho de 86? Ou seria um carro reserva da Ferrari para o GP Brasil? Eles está muito adesivado e com a numeração perfeita para um simples teste...

Quem desvendar o mistério ganha uma bala de maça verde (e daquelas macias hein!)

sábado, 15 de agosto de 2009

Ensaio Fotográfico: Spirit de novo x2

1983
Stefan Johansson, Spirit Racing
Spirit 201C, Honda 1.5 V6T, Goodyear
XXX Grote Prijs van Nederland, Zandvoort, Holanda

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- Esse layout da Spirit é o mais lindo que ela já teve. Talvez o mais bonito de toda a temporada...

Por hora: O que acharam do novo Banner? Sai Nannini e entra Moreno. Opine!

domingo, 26 de julho de 2009

Pancadas incríveis: Stefan Johansson, Österreichring 1987

Sem tempo para fazer uma boa matéria, deixo vocês com este recorte de jornal (em inglês, me desculpem) do acidente que Stefan Johansson teve ao acertar em cheio um cervo com sua McLaren nos treinos do GP da Áustria em 1987.

Esse, entre outros motivos de falta de segurança, afastaram definitivamente o velho Österreichring do calendário. Algumas fotos a seguir podem ser ampliadas, clique nelas.

1987
Stefan Johansson, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/3, TAG 1.5 V6T, Goodyear
XXV Großer Preis von Osterreich, Österreichring, Zeltweg, Áustria























- Força Felipe!

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Loucuras, humor e acasos: Me empresta seu capacete?

Trocas de capacetes são fatos no mínimo curiosos. Seja por que se esqueceu o capacete ou por problemas de ordem técnica, um piloto não pode ir à pista sem o seu, e quando lhe falta um, somente lhes resta pedir emprestado ao seu companheiro de equipe ou compatriota.

Acompanhe algumas dessas fotos, no mínimo, curiosas.

P.S. E você, lembra de mais algum que não esta na lista abaixo?
Ah, não vale dizer trocas de capacetes atuais hein!

Jochen Rindt com o casco de Piers Courage nos treinos para o GP da França em Charade 69.


Siffert dando uma de Fittipaldi no GP do México em 70.


Pace usando o capacete de seu companheiro de equipe, Lole, na apresentação do BT45.


Laffite usando o capacete de seu compatriota, Alain Prost, em testes em Paul Ricard.


Piquet na Lotus JPS? Não, é somente Roberto Moreno em seu 1º teste na F1 em 81.


Aqui, o homem do "W" da Arrows, Dave Wass, testa seu próprio carro, mas com o capacete de Mauro Baldi.


Um teste de Mansell na sua futura equipe? Não, somente Johansson que esqueceu o capacete no hotel de Detroit e pegou um emprestado do Inglês.


Em uma de suas últimas corridas na carreira, Johansson usa o capacete de Herbert mas não deixa de adesivar suas 3 'folhas' no casco.
[Crédito da foto: Blog do Capelli]


Comas empresta seu capacete para Prost testar pela 1ª vez uma Ligier. O fato foi em 92.


Por problemas de embaçamento de viseira, Coulthard pediu emprestado um capacete reserva de Schumacher para correr o GP de Mônaco em 96.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O que você esta fazendo ai ?: John Watson e Stefan Johansson na Toleman

Para 85, a Toleman tinha dois grandes problemas, 1º, tinha que conseguir pneus para correr, 2º, tinha que arrumar pilotos para disputar o campeonato.

A primeira opção estava complicada, a equipe já tinha o carro pronto, e muito bom por sinal, mantinha os motores Hart (chegou a cogitar os Renault), não tão bons assim, mas o carro não tinha pneus. A Michelin, fornecedora de pneus para equipe em 84, saiu da F1, e a Goodyear, limitava o numero de pneus às equipes. Resultado? A Toleman ficou de fora do campeonato por 3 corridas, só voltando no GP monegasco calçados com pneus Pirelli.

E só entrou na temporada porque a Spirit faliu e liberou os pneus Pirelli para a Toleman. Essa decisão também foi apoiada pelos novos patrocinadores da equipe, a United colors of Benetton.

Na questão dos pilotos, a Toleman tinha Johansson, mas como a equipe não tinha perspectiva de iniciar a temporada, o sueco partiu para "outras bandas" e foi pilotar, inicialmente, para a Tyrrell, e posteriormente para a Ferrari. A equipe se viu novamente em dificuldades, e chamou o experiente John Watson para fazer alguns testes pela equipe. Assim como Johansson, Watson testava com vários tipos de pneus, dentre eles, eles testaram Pirelli, Goodyear e Avon.

Já nesta época, a F1 queria mais espaço em solo americano, e a Toleman contrata o italiano Teo Fabi para disputar a temporada. Fabi, que tinha sido pole position das 500 milhas de Indianápolis anos antes e tinha grande carisma nos EUA, era oriundo da Brabham.

E foi somente Fabi que começou a temporada para a Toleman, pois, a Pirelli, só estava preparada para fornecer pneus somente para um carro. Com toda essa dificuldade, até os testes eram escassos, e como Johansson já estava firme na Ferrari, o 2º piloto, assim que a Pirelli resolvesse o problema, seria naturalmente Watson, certo? Não, errado. Até hoje não entendi direito porque a Toleman não assinou com Watson para o resto da temporada, talvez a idade tenha atrapalhado um pouco, já que John tinha 39 anos na época. Para 2º piloto a Toleman buscou Piercarlo Ghinzani na Osella e o colocou para disputar a temporada apartir do GP da Áustria, 10ª etapa, até o final do campeonato, na Austrália.

Com boas atuações, como por exemplo a pole position de Fabi na Alemanha, a Benetton compra a equipe, e, para 86, conserta seu principal defeito, troca os fracos e quebradiços motores Hart, pelos possantes e duráveis BMW.



A Toleman trás Fabi da Brabham para ter maior mercado nos EUA



Aqui, Johansson testa pneus Pirelli na pré temporada no Rio



Já em Silverstone, ele usa pneus Avon



Aqui vemos Watson testando a Toleman também com pneus Avon em Donnington, ...



... mas também chegou a usar os Goodyear. Watson, que tinha tudo para ocupar a vaga de 2º piloto na equipe, ...



... foi substituido pelo italiano Piercarlo Ghinzani no resto da temporada