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domingo, 16 de novembro de 2008

País da F1: Pilotos Franceses [Parte 2]

Finalmente trago a 2ª parte dos pilotos franceses.
Já era tempo em Rianov! Veja aqui a parte 1

Jean-Pierre Beltoise

Beltoise andou numa época de transição na F1. Começou na categoria no final da década de 60, mais precisamente em 66, onde faz somente uma prova no campeonato. Beltoise pilotou pela Matra. Em 67, a mesma coisa, poucos Gp's e pouco destaque. Em 66 e 67, Beltoise correu com um carro Matra de F2. Mas é em 68 que as coisas deslancham.

O ano começa excelente para Beltoise, ele marca seus primeiros pontos na F1, já nas duas primeiras etapas do ano, e, mais duas etapas depois, no GP da Holanda, consegue seu 1º pódiom, chegando na 2ª posição da corrida.

Em 69, fica como escudeiro de Stewart, e o ajuda a conquistar seu primeiro título. Neste ano, consegue mais 3 podiuns e uma boa sequência de resultados. 5ª posição no mundial para ele.

Em 70, mais alguns bons resultados e mais 2 podiuns. Já em 71,m a coisa não esteve tão boa assim para Beltoise. Envolvido num problema extra F1 (1000 Km de Buenos Aires) na qual resultou na morte de um piloto (
Ignazio Giunti), Beltoise teve sua licença temporariamente suspensa o que resultou na perca de alguns GP's e apenas 1 ponto no mundial.

Em 72, Beltoise respira outros ares e corre pela equipe BRM. De baixo de uma chuva torrencial em Monaco, Beltoise vence seu primeiro (e único) GP. Mesmo com o forte patrocínio da Marlboro, a BRM não corresponde à altura e começa a sua decadência. Beltoise fica na equipe até final de 74, e mesmo com um carro não muito bom, consegue um 'milagroso' 2º lugar em Kyalami.


Jean-Pierre Beltoise na Matra


Jean-Pierre Jabouille
Não se pode dizer que Jabouille teve uma carreira fantástica na F1, mas um piloto que vence duas corridas, tem que ser lembrado.

Jabouille pena muito no seu inicio de carreira na F1. Zanzando por Williams, Surtees e Tyrrell, nada consegue, até que ele é chamado para um novo e revolucionário projeto.

Em 76 e 77, Jabouille trabalha na construção do 1º carro turbo alimentado da F1. Ele faz incansáveis testes com o carro que estreia oficialmente na F1, no final da temporada de 77.

Numa fase de adaptação, Jabouille e a Renault só começam a colher os frutos em 79/80, onde vence dois GP's. Jabouille poderia ter vencido outros GP's não fosse a fragilidade e o Turbo-lag do motor Renaut (problemas sanados nas seguintes temporadas).

Na penúltima prova do ano de 80, já com um contrato assinado com a Ligier, a Renault sofre uma quebra de suspensão que acarreta um fratura na perna de Jabouille.

Ainda sem condições plenas de correr, ele tenta andar em 81 na Ligier, mas após algumas corridas ele decide se aposentar.



Jean-Pierre Jabouille na Renault


Patrick Depailler

Grande piloto francês que teve outro final trágico.

Ainda correndo na F2, Depailler faz sua estria na F1 correndo dois GP's em 72, mas é em 74 que sua carreira decola.

Entrando numa Tyrrell em sutil decadência após a morte de Cevret e a aposentadoria de Stewart, Depailler tem como companheiro de equipe, o veloz sul africano, Jody Scheckter.

Em 74 a 76 a dupla faz diversos pódiuns, mas que levava asóvitória era Scheckter. Em 76, Depailler, correndo com a revolucionária P34, faz 7 podiuns, sendo que 5 segundos lugares e 2 terceiros. Com estes grandes resultados, Depailler ficou na frente de Watson, Andretti, Regazzoni e Peterson na tábua de classificação. Todos estes pilotos tinham ganhado 1 GP em 76. Patrick ficou com 4ª posição no mundial.

Em 77, ainda com a P34, Depailler recebe um novo companheiro de equipe, é o sueco ronnie Peterson. Novamente bons resultados para a Tyrrell nº 4. Três pódiuns sendo 2 segundos lugares. e a vitória teimava em não vir.

Em 78, com o novo carro da equipe, o 008, Depailler finalmente consegue sua 1ª vitória. Foi no GP de Monaco, e Depailler saiu de lá como líder do campeonato e postulante ao título. Só que sucessivas quebras, o tiraram da busca pelo título.

Em 79, Depailler corre pela Ligier. Começa novamente bem o ano. Chega em segundo no Brasil, e vence na Espanha. Depois de sua segunda vitória na carreira, Depailler volta a brigar pelo título (estava empatado com o mesmo numero de pontos do líder Villeneuve). Só que, depois do GP de Monaco, onde foi 5º, sofre um acidente de asa delta e fratura ambas as pernas. O campeonato e sua fase na Ligier terminam ali.

Em 80, ainda não muito recuperado, corre pela Alfa Romeo, só que o francês pena na equipe. Depailler não consegue terminar nenhuma corrida neste ano, e, em testes privados em Hockenheimring, sofre um gravíssimo acidente que lhe tiraria a vida.



Patrick Dapeiller na Tyrrell


Patrick Tambay

Começa na F1 tentando classificar sua Surtees para o GP da França em Dijon 77. Essa foi a 1ª e única vez que Tambay pilota esse carro. No restante da temporada ele corre pela equipe Theodore e marca 5 bons pontos.

Em 78, em virtude das boas atuações no ano anterior, a McLaren o contrata para fazer dupla com James Hunt. Consegue bons resultados, como a 4 posição em Anderstorp na Suécia e a 5ª em Monza na Itália. Em 79, ainda pela McLaren, seus resultados não são mais os mesmos e ele não marca nenhum ponto.

Em 80, Tambay retorna a Can AM (campeonato no qual tinha se sagrado campeão em 77) e novamente vence o título.

Em 81, retorna a casa novamente pela equipe Theodore. Só que agora com resultados mais modestos. No meio do ano se muda para a Ligier mas não consegue completar uma prova sequer.

Em 82, presta serviços a Ferrari depois da morte de Gilles Villeneuve. No meio ano que compete, consegue bons resultados e sua 1ª vitória.

Em 83, vence o GP de San marino e chega mais algumas vezes no pódio. Chega a pensar no título em meados do ano, mas a bater Piquet e Prost não era tarefa fácil.

Em 84/85, substitui Prost na Renault, mas não consegue resultados tão bons como os na Ferrari. Faz alguns pódiuns, mas nada que pudesse lhe render uma disputa de título.

Em 86 encerra sua carreira na fraca Lola onde consegue apenas 2 pontos no mundial.



Patrick Tambay na Ferrari


Rene Arnoux

Também começou sua carreira sem expressão. Pilotou o ano de 78 para a Martini e Surtees, mas sem obter bons resultados.

Em 79, quando a Renault abre uma vaga para um 2º carro, Arnoux é chamado. Rene sofreu um pouco com as quebras da Renault, mas quando o carro aguentava, ele sempre chegava bem colocado. Também em 79, foi que ele teve a famosa batalha com Gilles Villeneuve, nas voltas do GP da França.

Em 80, o ano começou com tudo para Arnoux. Nas 3 primeiras corridas, consegue 2 vitórias e parecia que ia brigar pelo título, mas, mesmo fazendo três poles consecutivas (Áustria, Holanda e Itália), Arnoux não foi além da 6ª posição no mundial. Nos anos subsequentes, o mesmo problema. Um carro rápido mas pouco confiável.

Em 83 se muda para a Ferrari e faz parceria com Tambay. Tem um final de ano incrível, e quase busca o título. Obtém 3 vitórias e 2 segundos lugares nas últimas provas do ano. Em 84, se mantém na equipe, mas perde para o novato na equipe, Michele Alboreto. Não vence em 84. Em 85 é subitamente despedido após o GP Brasil (1ª etapa)

Sem equipe para 85, Arnoux só voltaria a correr em 86, e adivinhem por qual equipe..., é claro, a Ligier (passagem obrigatória dos franceses na F1). Mesmo fazendo boas atuações, a Ligier não é competitiva, mas mesmo assim, Arnoux corre em 86, 87, 88 e 89 antes de se aposentar no final da temporada.


Rene Arnoux na Ferrari

terça-feira, 11 de novembro de 2008

País da F1: Pilotos Franceses [Parte 1]

Com um celeiro de grandes pilotos, a França tem de mim uma grande admiração para com seus pilotos. É hoje, o último país a conseguir uma trifeta na F1. Sempre fui muito fã de Cevert, Depailler, Prost e companhia limitada, e hoje, tenho o prazer de escrever sobre 10 dos maiores pilotos franceses que a F1 já viu.
P.s. Claro que existem outros igualmente bons, mas resolvi escolher estes daqui.

Alain Prost

Oriundo da F3 europeia, na qual se sagrou campeão em 79, Prost começou sua carreira na F1 pela McLaren. Seu inicio de carreira mostra que já tem futuro certo na F1. Logo nas suas duas primeiras corridas, já marca ponto em ambas, e durante o ano, alcança mais alguns. Mesmo tendo contrato assinado por mais dois anos, Prost decide sair da equipe McLaren por motivos de desentendimentos internos.

Entre 81 e 83, Alain defende uma equipe conterrânea, a Renault. Logo de cara, Prost já era mais rápido que seu compatriota, Rene Arnoux, e no seu GP caseiro, consegue sua 1ª vitória na carreira. Neste mesmo ano ainda viriam mais 2, e, sempre que Prost completava uma prova, ele alcançava o pódio. Resultado? 5ª colocação geral e somente 7 pontos atrás do campeão. Em 82, Prost consegue mais 2 vitórias e fica em 4º no mundial de pilotos. Em 83, brigou com tudo para conseguir o título de pilotos, mas ficou por apenas 2 pontos de Nelson Piquet. Neste ano, Prost venceu 4 vezes.

De volta a McLaren, Prost conta com um grande carro para as próximas temporadas. Em 84, mesmo vencendo 7 corridas, não leva o caneco por meio ponto, fato este devido a prova de Monaco ter sido interrompida antes do seu final. Depois de 2 vices em sequência, Prost finalmente consegue a gloria maior, é campeão em 85 e 86, vencendo neste anos nada mais, nada menos, do que 9 corridas, e chegando no pódio várias outras vezes. Em 87, com as Williams em grande fase, Prost não foi além de uma 4ª posição no campeonato, mesmo somando 3 vitórias durante o ano.

Em 88, surge uma das maiores rivalidades da história da F1. Para companheiro de equipe de Prost, a McLaren contrata o menino prodígio da F1, Ayrton Senna. Com um domínio nunca antes visto, a McLaren aniquila seus concorrentes enquanto, numa briga interna, Senna e Prost travam duelos memoráveis. No 'score' final, 7 vitórias e 7 segundos lugares para Prost, contra 8 vitórias e 3 segundos lugares para Senna. Título do brasileiro. Em 89, no famoso final de campeonato, Senna vence o GP de Suzuka, mas quem leva o caneco é Prost. Mesmo com o tri, Prost se muda para a Ferrari em 90.

Na Ferrari, Prost 'trocou as cadeiras' com Gerhard Berger, que foi para a McLaren. Prost tinha como seu companheiro de equipe, Nigel Mansell, mas com seu rival, novamente Ayrton Senna. De novo o título foi decidido em Suzuka, em uma manobra controversa de Senna, Prost perde a chance de brigar pelo tetra. Em 91, A Ferrari cai um pouco de produção, e Alain Prost não consegue fazer muita coisa. Seus melhores resultados foram nos Estados Unidos, França e Espanha, onde nestes GP's, consegue a 2ª posição. No final da temporada, Prost fica sem equipe e decide ficar um ano de molho.

Em 93, Prost volta com força total. Em vias de completar 40 anos, Prost sabia que aquela era, provavelmente, sua última temporada. Prost foi contratado pela Williams depois que Nigel Mansell migrou para os Estados Unidos para correr na Cart. Neste ano, Prost teve um de seus mais tranquilos anos na categoria. Com uma Williams de outro mundo, Prost vence fácil o título de pilotos e encerra no auge, uma carreira brilhante.


Alain Prost na Renault


Didier Pironi

Pironi começou a sua carreira na Tyrrell em 78. Seu companheiro de equipe nesta época era o também francês, Patrick Depailler. Desde o inicio, Pironi já se mostrou competitivo. Em 79, ainda na Tyrrell, consegue seus primeiros podiuns. Guy Ligier vê potencial no garoto, e o chama para correr na sua equipe em 80. E foi lá que Pironi consegue sua primeira vitória.

As boas atuações na Ligier, chamam a atenção de Enzo Ferrari, que o contrata para ser companheiro de equipe de Gilles Villeneuve. No seu primeiro ano na Ferrari, 81, Pironi sofre um pouco com o carro, e não consegue resultados expressivos, mas em 82...

Num começo devagar, Pironi embalou mesmo em Ímola na 4ª etapa do mundial. Numa prova marcada pelo boicote de algumas equipes, a Ferrari tinha tudo para brilhar, e realmente o fez, numa disputa beirando a irresponsabilidade, Pironi desrespeitou um acordo feito antes da corrida e vence seu primeiro GP pela Ferrari. No GP seguinte, Pironi perderia seu companheiro de equipe, Gilles Villeneuve, num horrendo acidente em Zolder, mesmo assim, Pironi seguiu firme no campeonato, e liderava com certa folga até o GP da Alemanha, onde, um acidente nos treinos, o tira da disputa do campeonato e encerra sua carreira na F1.


Pironi ainda tentou voltar em 87, chegou a fazer testes na AGS e na Ligier em 86, mas preferiu os Powerboats, que por ironia do destino, lhe tiraria a vida, ainda em 87, num acidente na
Ilha de Wight, Inglaterra.


Didier Pironi na Ferrari


François Cevert

Substituindo o compatriota Servoz-Gavin, foi que Cevert teve seu inicio na F1. Sempre pela equipe Tyrrell, Cevert tinha um talento inegável, e, ao lado do mestre Stewart, só tinha a crescer.

Começou sua carreira em 70, onde, numa aclimatização à F1, consegue seu 1º ponto (Monza). Em 71, já com carros próprios, a Tyrrell de Cevert já se mostra mais competitiva. Terminando por duas vezes em 2º lugar e vencendo seu 1º, e único GP, Cevert faz um ótimo ano e termina em 3º o mundial de pilotos. Seu companheiro de equipe, Stewart, se sagra campeão.
72 não foi um ano muito bom para Cevert e a Tyrrell. Num ano de domínio da Lotus e da Ferrari, a Tyrrell ficou em segundo plano.

Em 73, a Tyrrell vira novamente o jogo, e da a Stewart e a Cevert, um carro campeão. Com grandes atuações, Cevert faz bonito ao chegar 6 vezes em 2º lugar. Com a aposentadoria de Stewart marcada para o fim do ano, Cevert iria buscar o título em 74, não fosse a última prova do ano de 73.

Dois anos cravados de sua vitória, ali mesmo em Watkins Glen, Cevert sofre um acidente nos treinos para o GP, e tem uma morte instântanea. O já campeão Stewart, nem participa da prova e se aposenta alí mesmo.


François Cevert na Tyrrell


Jacques Laffite

Tendo uma grande e vitoriosa carreira, Laffite começou na F1 em 74 pilotando os carros de Frank Williams. Neste ano, seus resultados foram poucos expressivos. No ano seguinte, também não consegue muita coisa, mas, mesmo assim, consegue um honroso 2º lugar no GP da Alemanha.

Em 76, a equipe de seu conterrâneo, Guy Ligier, entra na F1. Laffite é chamado para guiar um de seus carros, e é lá na Ligier que vem seus melhores resultados. Em 76 e 77, Laffite consegue bons resultados, alguns podiuns e sua primeira vitória, mas é em 79 que sua carreira a um salto. Trocando os V12 Matra pelos V8 Cosworth, a Ligier sobe de nível e, Laffite vence as duas primeiras corridas do ano. Só que a Ferrari estava 'infernal' em 79, e Laffite, alem de sofrer com algumas quebras, não consegue mais ganhar GP's no ano.

De 80 a 82, Laffite vence mais algumas, Em 81, com a volta dos motores Matra, Laffite tem a chance de se sagrar campeão na última prova, mas para isso, precisaria vencer, e, Prost, Piquet e Jones não pontuassem bem. Em 82, a Ligier perde rendimento e Laffite cai novamente.

Em 83, Laffite volta a pilotar para a Frank, e é companheiro de equipe do campeão Rosberg. Só que os motores Cosworth da Williams, não são páreos para os turbo da Brabham e Renault, e Laffite não consegue mais de que um 4º lugar. Em 84, mesmo com motores turbo, a Williams não evolui muito, e Laffite, insatisfeito com a posição de 2º piloto, retorna à Ligier.

Já com mais de 40 anos, Laffite ainda tinha "lenha para queimar" na F1. Com a ajuda dos potentes motores Renault turbo, Jacques faz seus últimos 5 podiuns pela equipe conterrânea e se despede do circo em 86 com as duas pernas quebradas em virtude de um acidente na confusa largada de Brands Hatch.



Jacques Laffite na Williams


Jean Alesi

Piloto que teve um inicio arrasador na F1, Alesi, no começo de sua carreira, despontava como um futuro campeão. Jean começou sua carreira pela Tyrrell em 89, e, logo na sua estreiam já consegue uma espetacular 4ª colocação. Mesmo pilotando na F3000, Alesi consegue mais dois ótimos resultados, uma 5ª posição em Monza e uma 4ª posição em Jerez. Em 90, logo no 1º GP do ano, tem uma memorável batalha contra Ayrton Senna e consegue a 2ª posição na corrida. Duas corridas mais tarde, em Monaco, Alesi repete a dose e chega novamente em 2º, e, o mundo da F1, começa a olhar com outros olhos para ele. É bem verdade que, no restante do ano, Alesi não consegue mais marcar pontos, mas, um carro Ferrari o esperava para 91.
Substituindo Mansell na equipe de Maranello, Alesi teria como companheiro seu grande ídolo, Alain Prost. O problema de Alesi foi que a Ferrari começou sua decadência ali.

De 91 a 95, seu tempo de estadia na equipe, Alesi tem a média de 2 a 3 podios por temporadas, e a tão sonhada vitória também veio, e é no GP do Canadá de 95. Em 96, Alesi se muda para a equipe que tinha feito o último bicampeão mundial, a Benetton. Com uma sequência de boas atuações em 96, Alesi pontua em todas as provas que termina e fica com o 4º lugar no mundial de pilotos. A boa fase continua em 97, quando Alesi consegue 4 segundos lugares. A partir de 98, Alesi fecha um contrato com a Sauber, e é a partir daí que sua carreira começa a declinar. Com já uma certa idade, Alesi não dava os mesmos shows de quando era um estreante na categoria. Na conturbada prova de Spa em 98, Jean marca seu último pódio na carreira. Em 99 marca 2 pontos no mundial, em 00 se muda para a Prost e fica "liso" pela 1ª vez na vida, ao não marcar nenhum ponto no campeonato. Em 01 faz sua última temporada na F1. começa o ano na Prost e termina na Jordan. Neste ano, Alesi marca 3 pontos e se despede da F1 com uma "senhora" pancada no Gp do Japão.



Jean Alesi na Ferrari

por pura falta de tempo, o post continua amanha (pelo menos é o que eu espero) ...
Peço desculpas

sábado, 6 de setembro de 2008

País da F1: Pilotos Australianos

A Australia é um país com 2 campeões mundias, mas sem muita espressão na F1. Jack Brabham foi o maior percursor da F1 na Austrália, dono de 3 campeonatos, ele foi um dos maiores na categoria. Seu maior "seguidor" foi Alan Jones, que também ganhou um mundial, foi em 80.
Acompanhe seus pilotos:


Alan Jones

Começou sua carreira pela Hesketh em 75, no meio da temporada, vai pilotar para Graham Hill em substituição ao lesionado Rolf Stommelen, e é lá que Jones consegue seus primeiros pontos na F1, chega em 5º em Hockeneimring e consegue a melhor poisção de chegada da história da Embassy Hill. Em 76, à convite de John Surtees, corre sua primeira temporada completa, marca 7 pontos no campeonato, e tem sua melhor colocação de chegada, um 4º lugar no conturbado GP de Fuji. Em 77 vai para a Shadow no lugar do falecido Tom Pryce, e, em Österreichring na Austria, consegue sua primeira vitória. Em 78 começa a vitoriosa união com a equipe Williams. Jones faz um bom campeonato de 78, mas as coisas deslancham é na chegadodo FW07, o mais que vitorioso carro da Williams até então, com ele Jones vence nada mais do que 11 GPs e fica no podio outras 9 vezes. Com esse carro, ele garante o campeonato pilotos de 80. De 82 a 85, Jones faz somente algumas aparições em GP's, volta para uma temporada completa em 86, mas a fraca equipe Hass, não lhe dá mais do que 4 pontos.


Alan Jones na Team Hass


David Brabham

Filho mais novo de Jack Brabham, David teve uma fraca e inexpressiva carreira na F1, de nada lembrava o pai. Mesmo sendo campeão da F3 Britânica em 89, ele não demostra quase nenhum talento pilotando esses bólidos. Estreia na F1 em 90 pela a equipe da família, a Brabham, onde consegue poucas classificações e amarga várias quebras. Depois de 3 anos afastado, David volta a F1 em 94 pela novata Simtek, é lá que passa seu pior momento na categoria ao ver seu companheiro de equipe, Roland Ratzemberger, morrer nos treinos para o GP de San Marino. Neste ano, Brabham, tem nada menos do que 5 companheiros de equipe diferentes e encerra sua carreira no fim do campeonato.


David Brabham na Simtek


David Walker

Super vitorioso em categorias de base, como a F3 Britânica, David Walker chamou a antenção de Colin Chapman, que o colocou na equipe em 71 como 3º piloto no GP da Holanda. De baixo de chuva em Zandvoort ele fez prevalecer seu carro turbina em relação ao seus concorrentes, ganhando 12 posições nas primeiras 5 voltas, mas abandona a corrida em virtude de um acidente. Em 72 Walker passou a ser o companheiro de Emerson na Lotus, disputando a temporada desde o inicio. Mas Walker não passou de uma ilusão, ele sequer marca 1 ponto em toda a temporada, enquanto Emerson era campeão com 5 vitórias. No final do ano, a Lotus recebe a noticia que Walker tinha testado para um outra equipe e o demite. Em seu lugar entra o sueco Ronnie Peterson.


David Walker na Lotus


Gary Brabham

Irmão mais velho de David, Gary até que tem um bom começo de carreira. Corre na F3 e na F3000 Britânica, corre em ralis e na famosa Bathurst 1000 na Austrália, mas na F1...
Ele "estreia" na categoria pela equipe? Life. Com um motor revolucionário de 12 cilindros em "W", a Life prometia, mas logo nas primeiras voltas dos treinos para o GP de Phoenix, se notou algo muito, mas muito errado. O carro de Gary era em média 30 segundos mais lento que o piloto mais proximo! Ainda nos treinos, seu motor estoura depois de 40 voltas. Em seu 2º GP, a Life conseguiu ser pior, em Interlagos, o carro anda 400 metros antes do motor estourar. É ai que acaba (começou?) a carreira de Gary na F1.


Gary Brabham na Life


Jack Brabham

Este sim, o maior piloto australiano da F1. Sua carreira começa em 55 pela Cooper, mas corre somente um GP, em 56, a mesma situação, com equipe própria, corre novamente o GP inglês com uma Maserati, mas é a partir de 57 que a parceria Cooper-Brabham começa a dar resultado, e é em 59 que vem a primeira vitória e o primeiro campeonato. Brabham teria como adversário o Ingles Tony Brooks, piloto da Ferrari, mas com incrivel regularidade, Brabham leva o primeiro título para a Austrália. Em 60 não foi diferente, a Cooper com o novo T53 dá um banho nos concorrentes e Brabham vence 5 GP's em sequência, seu companheiro de equipe e vizinho continental, o Neozelandês Bruce McLaren, vem em 2º em no mundial e reafirma o dominio da Coopper em 60. Em 61, apenas uma temporada morna para Brabham, mas é em 62 que ele dá o grande salto na carreira, Jack funda a equipe Brabham. Inicialmente usando chassis Lotus, a Brabham anda bem desde o inicio, faz 7 pontos e termina em 9º no mundial de construtores. Em 63, Brabham já conta com seus próprios chassis, e é a partir de 66 que as coisas decolam. Com o BT19, Brabham vence 4 corridas em sequência e vence o mundial de pilotos e construtores. No ano seguinte Brabham faz dobradinha com outro Neozelanês, Denny Hulme, mas desta vez Jack fica com vice. De 68 até 70, a Brabham cai um pouco de produção, mas mesmo assim consegue dar a última vitória para Jack, é no GP da Africa do Sul em 70.


Jack Brabham na Brabham


Larry Perkins

Campeão Australiano de F2 em 72, Perkins parte para a Europa para disputar a primeira temporada da F3 Europeia, com duas vitórias Perkins se segra campeão e ganha uma chance na Ensign em 76, sem mostrar bons resultados, se muda para a Brabham no final do ano, onde também, pouco consegue. Em 77 faz esporádicas aparições pela BRM e Surtees antes de voltar a Australia.


Larry Perkins na Brabham


Vern Schuppan

Participa de 13 GP's em 4 anos de categoria, sendo que só consegue largar em 9 deles. Pilota BRM, Ensign, Hill e Surtees, tendo nesta última, sua melhor colocação em um GP, a 7ª posição no GP de Hockenreimring na Alemanha. No pós F1, Shuppan pilotou na Indy e em Le Mans, alem de ser campeão japonês de protótipos.


Vern Schuppan na Ensign


Tim Schenken

Depois de vencer o campeonato de F3 Britânica em 68, consegue uma vaga na Frank Williams Racing para substituir Brian Redman, nos quatro GP's que disputou, conseguiu a façanha de classificar para todos eles. Em 71 é convidado de seu compatriota para pilotar a Brabham, Schenken não faz feio, e consegue um podio na Austria. Mesmo com esse resultado, Schenken opta por outro piloto-construtor, e vai paraa Surtees em 72 no lugar de Stommelen. O inicio do ano parecia promissor, quando ele chega em 5º na Argentina, mas as boas atuações param por ai. Sem equipe no inicio de 73, ele faz algumas provas de longa duração ao lado de Ronnie Peterson. Ganha os 1000 Km de Buenos Aires e de Nurburgring. No final do ano faz um freelance para Frank Williams em Mosport. Em 74 se muda para a fraca Trojan, mas só começa a correr a partir Jarama na Espanha, pois o carro não estava pronto. Na ultima prova do campeonato, Schenken ganha sua melhor chance na F1, é o 3º piloto da Lotus em Watkins Glen, mas sua prova não dura mais do que 6 voltas. Tim se aposenta alí mesmo.


Tim Schenken na Lotus

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

País da F1: Pilotos Austríacos

Uma grande sina recai sobre os ombros dos pilotos autríacos: Os acidentes
Mesmo tendo dois campeões mundiais, Jochen Rindt e Niki Lauda, a Austria é berço dos pilotos mais, se é que se pode se dizer, azarados da história.
Acompanhe a história de glóirias e infelicidades desses pilotos.

Gerhard Berger

Grande piloto autríaco.
Começou sua carreira pela ATS em 84, passa pela Arrows e Benetton, mas foi pela e Ferrari e McLaren que Berger mostrou todo seu talento. Foi duas vezes 3º colocado no mundial (88 e 94) de pilotos, em ambas pela equipe italiana. Encerrou sua carreira de volta a Benetton em 97, foi lá que ele obteve sua última de suas 10 vitórias.


Gerhard Berger na Benetton

Momento Trágico

Foi no GP de San Marino da Itália em 89, Berger perdeu o controle de sua arisca Ferrari e bateu violentamente contra o muro na curva Tamburello. Após o acidente sua ferrari começou a pegar fogo mas Berger, milagrosamenete, conseguiu escapar. As sequelas foram suas mãos queimadas.


Sua Ferrari em chamas logo após o acidente


Harald Ertl

Quase
sempre se mantendo em posições intermediárias no grid, Ertl foi um piloto mediano.
Estreou pela Hesketh em 75. Um fato curioso de Ertl, foi de, tentar e falhar na classificação para o GP de Monza em 78 usando dois carros de equipes diferentes, a Ensign e ATS.



Harald Ertl na ATS

Momento Trágico
Em 82 quando estava se preparando para correr na Renault 5 Turbo Cup, Ertl morre em um acidente aéreo na Alemanha. Ele viaja com toda sua família para sua casa de veraneio.


Modelo de avião no qual vitimou Ertl


Helmut Marko


Obteve maior sucesso nas corridas de Le Mans, onde foi campeão junto com van Lennep no famoso Porsche 917K Martini. Na F1, correu 9 corridas com um BRM e não marcou nenhum ponto, seu melhor resultado foi um 8º lugar na corrida de Mônaco em 72.


Helmut Marko na BRM

Momento Trágico

Nas primeiras voltas do GP da França de 72, um carro que vinha a frente de Marko, levanta uma pedra com os pneus e esta vai direto no capacete de Marko. Ele fica instântaneamente cego de seu olho esquerdo. Seu futuro no automobilismo se encerra por ali.


Capacete de Marko após a pedrada


Helmuth Koinigg

Curtíssima passagem de Koinigg pela F1. Tentou se classificar com a Brabham da Scuderia Finotto no seu GP caseiro em Österreichring 74, mas não conseguiu. No final do ano, consegue uma vaga na Surtees, mas...


Helmuth Koinigg na Surtees

Momento Trágico

No início da prova de Watkins Glen nos EUA em 72 , Koinnig escapa em uma curva e sua Surtees vai de encontro aos perigoséssimos guard-rails do circuito. Koinnig é decapitado instântaneamente.


Morte trágica de Koinigg, ele foi decapitado


Jo Gartner

Piloto de futuro da Austria. Gartner começou na F1 em 84 pela equipe Osella, e já no seu primeiro GP arrebentou, correu muito bem até seu motor Alfa ir as "cucuias". Em Monza chega em quinto, mas não pontua para a equipe pois, a Osella, só tinha inscrito um carro para a temporada.


Jo Gartner na Osella

Momento Trágico

Na Madrugada das 24 horas de Le Mans de 86, o Porsche de Gartner tem problemas na Mulsanne, seu carro bate violentamenete contra o guard-rail e faz o carros ricochetear de um lado para o outro. Jo Gartner morre no local.


Gartner momentos antes da largada


Jochen Rindt

Jochen foi um dos maiores pilotos de todos os tempos. Estreia em 64 com uma Brabham particular, de 65 a 68 corre pela Cooper e Brabham, mas é a partir de 69 que sua carreira deslancha, pela Lotus, consegue sua primeira vitória e termina em 4º o mundial.
Em 70, teve como companheiro de equipe o brasileiro Emerson Fittipaldi e com sensacionais atuações, é campeão com 4 vitórias no ano.


Jochen Rindt na Lotus

Momento Trágico

Durante os treinos do GP Monza em 70, Rindt, para ganhar maior velocidades em reta, remove seu aerofólio traseiro. Por causa disso e de problemas nos freios, nas voltas finais do treino, Rindt perde o controle de sua Lotus antes do contorno da curva Parabólica e vai de encontro as barreiras. Como sua Lotus tinha formato de cunha, seu carro entrou de baixo do guard-rail matando quem seria o único campeão postumo da F1.


Exato momento da batida de Rindt


Karl Wendlinger

Estreiou na categoria no final do ano de 91, onde já participava da equipe
sauber de protótipos e da F3000.
Em 92 pela March, consegue seus primeiros pontos na F1, em 93 se muda para a Sauber onde continua sua evolução. Em 94, Karl pontua em 2 dos 3 primeiros GP's do ano, até...


Karl Wendlinger na March

Momento Trágico

... o GP de Mônaco. Tentando se manter firme na tábua de classificação, Karl bate violentamente no "S" da saida do túnel. Ele sofre uma grande pancada na cabeça. É levado inconsciente para o hospital, onde ficaria em coma por alguns dias. Wendlinger voltaria em 95 para a F1, mas sem o mesmo brilho.


Atendimento médico a Wendlinger em Mônaco


Niki Lauda

O maior piloto austríaco de todos os tempos. Esse é o tricampeão mundial Niki Lauda.
Lauda estreou na F1 em 71 pela March. Mas é na Ferrari que Lauda começa suas glórias. Em 74 consegue suas primeiras vitórias. Em 75 é campeão com dominio absoluto do ano. Provavelmente seria campeão em 76 não fosse o gravíssimo acidente em Nurburgring, fica com o vice por 1 ponto de diferença de Hunt. Em 78 e 79 tem uma passagem pela Brabham e anuncia sua aposentadoria. Mas em 82, a convite da McLaren, Lauda vai para o time inglês, e é lá que ele consegue o tão sonhado tri. Vence o campeonato de 84 por meio ponto. Se aposenta definitivamente da F1 em 85.



Lauda na McLaren

Momento Trágico

Durante a segunda volta do GP da Alemanha em Nurburgring em 76, a suspensão de sua Ferrari quebra, fazendo com que seu carro bata violentamente no muro e começe a pegar fogo. Preso nas ferragens, os assistentes de pista tem dificuldades de tirar Lauda das chamas. Ele sai com graves queimaduras pelo corpo e chega a receber a extrema unção no hospital.


Desespero dos fiscais e de Brett Lunger para tirar Lauda do carro


Roland Ratzenberger

Outro piloto autríaco com uma curtíssima carreira na F1. Ratzenberger estreou pela Simtek em 94. Com uma verdadeira cadeira elétrica nas mãos, Roland só conseguiu classificação para um GP, o do Pacifico. Fez somente esta corrida na carreira.


Roland Ratzenberger na Simtek

Momento Trágico

Fim de semana dos mais tenebrosos da F1. Nos treinos de qualificação para o GP de San Marino, A Simtek de Ratzenberger, com problemas na asa dianteira, bate violentamente na curva Villeneuve vitimando mais esse austriaco.


Simtek e seu fraquissimo chassi, a vulnerabilidade causou sua morte

quinta-feira, 3 de abril de 2008

País da F1: Pilotos Italianos

A seção de hoje é bem forte, ela vem falando dos pilotos italianos, temos 2 campeões em seu Hall da Fama, Alberto Ascari e Nino Farina, um vice, Riccardo Patrese, e um 3º colocado, Elio de Angelis. Perdoe-me, mas sei que deixei muita gente boa de fora, mas só vou colocar no máximo 10 pilotos por país, acompanhe:

Alberto Ascari

Foi o primeiro bi-campeão da F1, em 52-53 . Em 52 com sua Ferrari dominou por completo o certame, só não venceu uma, em Indianápolis. Em 53 começou arrasadoramente vencendo 3 das 4 primeiras provas do campeonato, e ainda venceria mais 2 completando o show. Morreu tragicamente em Monza quando testava um carro esporte em 55, três dias antes, tinha caido no mar de Mônaco em seu ultimo GP .



Alberto Ascari na Ferrari


Andrea de Cesaris

Tambem conhecido como Andrea de "Crasharis" em virtude do seu jeito "atrapalhado" nas pistas, Andrea conseguiu muitos fãs ao redor do planeta, estou a arriscar que é um dos pilotos mais carismáticos da Itália. Na F1 conseguiu seus melhores resultados pela Alfa Romeo em 83, conseguindo dois segundos lugares, de Cesaris ficou "zanzando" por muitas equipes na Formula 1, veja aqui suas equipes.



Andrea de Cesaris na Mclaren


Elio de Angelis

Conhecido tambem com "The Gentleman", o gentil, fez muita história na F1. Seu "debut" foi em 79 na Argentina pela equipe Shadow, mas sucesso mesmo veio pela Lotus, lá ele passou longos e bons anos conseguindo suas vitórias e um 3º lugar no campeonato de 84, em 86 se muda para a MRD Brabham e num terrivel acidente em testes em Paul Ricard Elio perde a vida. Para mim nunca vou esqueçe-lo, pois seu capacete é muito marcante para mim, o mais belo de todos, principalmete aquele de início de carreira(veja na foto).



Elio de Angelis na Lotus


Giancarlo Fisichella

Piloto este que ainda se mantem na ativa, Fisichella começou sua carreira pela italiana Minardi em 96, por lá fez uma temporada nos padrões de qualquer piloto que passe por lá, nos anos seguintes ele corre pela Jordan e Benetton, sendo que esta ultima é onde ele consegue seus melhores resultados, são 3 vitórias na carreira e um 4º lugar no campeonato de 06. Hoje ele amargura uma vaga na Force India.



Giancarlo Fisichella na Minardi

Ivan Capelli

Em uma singela homenagem a nosso querido blogeiro e homônimo Ivan Capelli, pus este nobre piloto no hall dos melhores pilotos italianos. Ivan estreia em 85 na Formula 1 por fracas equipes, como a Tyrrell (onde consegue uma 4ª colocação na Australia) e AGS em 86, faz somente 4 GP's em dois anos, mas com vários titulos europeus em categorias de ascesso (F3 Italiana, F3 Europeia e F3000 Mundial) , ele não podia desapontar, e não o fez. Em 87 ele ingressa na Leyton House e é la que consegue seus melhores resultados, 3 pódiuns. Em 92 é contratado pela Ferrari, em em 93 se muda para a Jordan onde encerra sua carreira.



Ivan Capelli na Ferrari

Jarno Trulli

Outro piloto que ainda se mantem na ativa, Trulli começou sua carreira em 97 na Minardi, mas logo logo já se transefere para a Prost no lugar do machucado Panis, em 00 se muda para Jordan onde mantem um bom ritmo, mas é pela Benetton-Renault que consegue sua primeira e única vitória, no final de 04 de muda para a Toyota que é ainda hoje a sua equipe.



Jarno Trulli na Prost


Lorenzo Bandini

Iniciou sua carreira pela Cooper em 61, mas foi pela Ferrari que consegiu seus melhores resultados, em 64 consegue sua primeira e única vitória na carreira no GP da Austria, nesse ano ainda conseguiria mais 3 pódiuns e um 4º lugar no campeonato de pilotos. Em 67, numa trágica corrida, Bandini morre quando sua Ferrari bate numa barreira de fardos de palha na saida do túnel e explode numa bola de fogo.



Lorenzo Bandini na Ferrari

Michele Alboreto

Fez um verdadeiro "tour" pela F1, começou pela Tyrrell em 81, e é lá que consegue suas primeiras 2 vitórias, 84 se muda para a Ferrari onde tambem faz brilhantes temporadas, inclusive em 85 brigando pelo título com Alain Prost, mas acabou ficando com o vice. Em 89 quando sai da Ferrari, sua carreira entre em descesso, Alboreto roda por varias equipes antes de se aponsentar pela Minardi em 94. Em 01 ele morre andando com um Audi R8 pela Le Mans Series.



Michele Alboreto na Ferrari


Nino Farina

O desbravador da F1, foi Farina que conquistou o primeiro campeonato de F1 lá nos primordios de 50. Começa sua carreira arrasadoramente, vence no GP de estreia em Silverstone. Pela Alfa, Farina vence 4 de 13 GP's disputados. Em 52 se muda para a Ferrari onde mantem a boa atuação, terminando 52 e 53 na 2ª e 3ª colocação respectivamnete. Em 55 encerra sua brilhante carreira por outra equipe italiana, a Lancia, fechando assim uma invejosa carreira.



Giuseppe Farina na Alfa Romeo


Riccardo Patrese

Mais um excelente piloto Italiano. É mais um dos andarilhos da F1, acompanhe aqui sua trajetória. Iniciou na F1 pela Shadow em 77, mas é pela Williams que ele "detonou", foi 3º colocado no mundial de 89 e 91, e foi vice de Mansell em 92 com a sua Williams de outro mundo. É até hoje o piloto com mais GP's disputados na história da F1, possivelmente será ultrapassado neste ano pelo nosso Rubens Barrichello.


Riccardo Patrese na Alfa-Benetton


domingo, 23 de março de 2008

País da F1: Pilotos Japoneses

Na a seção País da F1 de hoje, falaremos alguns mitos da F1 antiga, os pilotos japoneses, este que quase sempre eram interpretados como barbeiros, e que não sabem dirigir. Com isso pessoas viraram mitos, a exemplo pode-se dizer Taki Inoue e Ukyo Katayama. Acompanhe a saga destes 6 Japoneses que viraram o mundo da F1 de cabeças para o ar.

Aguri Suzuki

Começou na F1 em seu GP natal, em Suzuka, substituindo Yannick Dalmas pela Larrousse, em 89 muda-se para a Zakspeed e consegue a incrivel façanha de não conseguir classificar, em nenhum GP, seu carro no Grid, foram 16 provas amargurando uma desqualificação atrás da outra. Em 90 se muda de volta a Larrousse, fica lá ate 91, e é ai que consegue seus melhores resultados, inclusive um pódiun no Japão em 90. Depois se muda para a Footwork, onde consegue resultados medianos. Em 94, faz um GP pela Jordan, substituindo Irvine, e em 95 faz algumas provas pela Ligier.


Aguri Suzuki na Larrousse


Satoru Nakajima

Foi companheiro de dois dos maiores pilotos da história da F1 brasileira: Senna e Piquet. Em 87 faz seu "debut" pela Lotus, onde faz boas atuações como companheiro de Senna, pontuando em algumas provas, se sustenta na Lotus até 89, já como companheiro de Piquet, sempre mantendo este ritmo em 90 e 91 se muda para a Tyrrell, onde não faz nada de esplendoroso e encerra sua carreira na F1 ali mesmo.


Satoru Nakajima na Lotus


Shinji Nakano

É da turma dos mais "novos" da F1, corre apenas 2 temporadas, a 1ª em 97 pela Prost, onde pontua em duas corridas, e a outra em 98 pela Minardi, onde amarga nenhum ponto pela fraca equipe. Depois ainda tenta uma carreira pela Cart, onde amargura resultados igualmente ruins.


Shinji Nakano na Prost


Tora Takagi

Da mesma "laia" de Nakano, inicia sua carreira em 98 pela Tyrrell, não consegue absolutamente nada, em 99 se muda para a Arrows, time novo, ambiente novo e resultados regularmente iguais e ruins, depois, segue para a Cart e IRL. Sua única atuação um pouco melhor no cenário mundial foi a 5ª colocação nas 500 milhas de Indianápolis em 03.


Tora Takagi na Tyrrell


Taki Inoue

Um mito dos "rejects" da F1, proporcionou cenas antológicas como em Monaco em 95 foi abalroado pela carro madrinha logo apos a sessão de treinos, já no GP da Hungria foi atropelado por um carro de assistência assim que seu Footwork deu problemas. De resto, na pista não conseguiu nada, só boas risadas dos telespectadores.


Taki Inoue na Footwork


Ukyo Katayama

Correu onde quase todos japoneses correram, Larrousse, Tyrrell e Minardi. Iniciou sua carreira em 92 pela Larrousse, onde amargura pessimos resulatdos, ao não ser no GP do Canada, onde vinha em 5º ate o seu motor Lamborghini ir pelos ares. De 93 a 96 corre pela Tyrrell, em 94 ele consegue "boas" atuações, chegando a pontuar em 3 corridas no ano, marcando 5 pontos no total. Em 97 se muda para a Minardi, onde novamente não marca pontos e se aposenta na F1.



Ukyo Katayama na Tyrrell