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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Quarteto fantástico

Hill, já em processo de frenagem, praticamente esbarrando sua Lotus no chão

- Olhar a foto e saber ano, pista, pilotos... já fui bom nisso, ando com "as vista mei trapaiada", mas Hill, Amon e Hulme, em Brands Hatch, 1968, deu para lembrar... Agora o último elemento para formar o quarteto fantástico eu não consegui... Poderia até jogar a imagem no Google, mas é muito mais legal abrir o questionamento por aqui... Quem é? Outra Ferrari?

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Power Slide!

1971
Chris Amon, Equipe Matra Sports
Matra MS120, Matra 3.0 V12, Goodyear
XVII South African Grand Prix, Kyalami, Midrand - África do Sul



- Rianov tá sem tempo, galera...

terça-feira, 8 de março de 2011

Desafio F1 Nostalgia - Resposta do 4º Período

1976
Chris Amon, Walter Wolf Racing
Wolf-Williams FW05, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
Teste, Silverstone, Northamptonshire - Grã-Bretanha

(Clique para ampliar)


- Muito legal a participação de bastante gente na época de carnaval neste desafio, mas muitos de vocês caíram no “conto de Mosport”.

Mesmo alguns de vocês desconfiando do numeral 20, apostaram que essa pista era a de Mosport Park no Canadá. Outros preferiram ir pelo lado das “saias” do carro, e entenderam como se fosse na Áustria. Alguns acharam que era o Merzario com o capacete do Amon, mas todos, sem 100% de sucesso.

Todavia, tivemos duas pessoas que acertaram integralmente a resposta. O indefectível Renato Breder, que amplia a liderança, e o sagaz Everton Abreu, que estréia neste campeonato.

Confira a lista dos 10 primeiros colocados:

1º 18,0pts - Renato Breder
2º 15,5pts - Affonso Ferreira
3º 14,5pts - Daniel1960
4º 14,5pts - André "MiDriDeR" Saldanha
5º 13,5pts - Harerton
6º 13,0pts - Zé Carlos
7º 12,5pts - Leandro Boutsen
8º 12,5pts - Flávio
9º 12,5pts - Speeder_76
10º 12,0pts - Fábio R.

Para ver sua colocação dentre os 83 participantes, clique no link abaixo:
http://www.megaupload.com/?d=0KS7XHHN

Até a próxima, pessoal!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Top Top: Os 5 carros mais bizarros da história da F1

5) Amon AF1

Chris Amon no feioso AF1

A equipe do piloto mais azarado de todos os tempos também está entre os cinco carros mais feios exóticos de todos os tempos na Formula 1. Projetado por Gordon Fowell, além de muito feio, o carro era uma bomba e não andava nada.

Estréia no GP da Espanha em Jarama 1974, consegue largar, mas roda apenas 22 voltas e para com problemas nos freios. Em todas as outras tentativas que teve, o AF1 falhou em classificar.

No GP da Alemanha de 74 inclusive, dois pilotos tentaram classificar o mesmo carro para a corrida, mas tudo em vão. Além do próprio dono da equipe tentar o feito, Amon ainda contratou Larry Perkins para tentar fazer algo, mas não conseguiu. Depois do GP da Alemanha, o carro foi para Monza, mas não obteve nenhum sucesso.

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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Os 5 de quê?: Os que gostariam de ter ganho, mas que o destino nunca deixou

Hoje abro espaço para o mais brasileiro dos portugueses, o grande amigo e blogueiro Speeder_76 do excelente Blog Continental Circus.
Acabei de receber seu e-mail, e até mudei a postagem de hoje.
Um abraço Speeder, obrigado.

A minha colaboração para o Blog F1 Nostalgia, do meu amigo soviético Rianov Albinov, tem a ver com os azarados: tinham tudo para ganhar, mas nunca… mesmo nunca, conseguiram!

5 – Nick Heidfeld

Este vai ainda a tempo. Mas com nove anos de carreira na Formula 1, e passagens pela Prost, Sauber, Jordan e de novo na Sauber, agora rebaptizada de BMW, já poderia ter ganho alguma corrida. Mesmo Jean Alesi, nesta altura da carreira, tinha uma vitória em corridas.

Teve uma boa carreira nos escalões de formação, vencendo a Formula 3 alemã, e o GP do Mónaco da categoria, e a Formula 3000, em 1999, depois de ter perdido o título no ano anterior para juan Pablo Montoya. Foi apoiado pela Mercedes, que o colocou como piloto de testes da McLaren em 1998 e 99, e em 2000 começou a sua carreira, na Prost Grand Prix, sem conseguir qualquer ponto.

Outro grande momento de azar foi no GP do Brasil de 2002, quando se despistou e para evitar bater no Safety Car, arrancou a porta do veículo, quase atropelando o seu condutor, Alex Dias Ribeiro…

Agora, na BMW Sauber, é constantemente batido pelo seu companheiro, o polaco Robert Kubica, tendo até sido ele a garantir a primeira vitória da marca, no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal. Heidfeld tem até agora sete pódios pela BMW, seis dos quais na segunda posição, mas a vitória continua persistentemente a fugir-lhe…

Neste momento, é o piloto activo com mais corridas sem alcançar a vitória: 151.


Nick 'atropelando' o medical car em Interlagos 02


4 – Derek Warwick

Teve uma boa carreira em equipas pequenas, mas quando teve a chance de se demonstrar numa equipa maior, como era a Renault em 1984, simplesmente não conseguiu. De ressaca pela perda do título no ano anterior, para Nelson Piquet, a Renault entrou em perda, e apanhou mesmo quando Warwick dava “o salto”. Nos dois anos em que lá esteve, o melhor que conseguiu foram dois segundos lugares e duas voltas mais rápidas.

No final de 1985, a Renault abandona, e ele tem uma chance de ir para a Lotus, substituindo Elio de Angelis. Ele chega a fazer uns testes, mas… Ayrton Senna veta-o. Porquê? Receava que um segundo piloto, em igualdade com ele, poderia dispersar as energias da equipa numa eventual candidatura ao título. Ficou sem lugar no início de 1986, mas voltou à Brabham, após a morte de… Elio de Angelis. Eventualmente acabou por ir para a Lotus, mas em 1990, a equipa era uma pálida sombra daquilo que tinha sido.

Teve outros azares na vida, uma delas trágica: um 1991, o seu irmão Paul Warwick, que corria na Formula 3000 britânica, sofreu um acidente mortal em Oulton Park, quando liderava destacado o campeonato. Acabou sendo como Jochen Rindt: campeão póstumo.

Mas não se pode dizer que só teve azares: venceu as 24 Horas de Le Mans em 1992, com Mark Blundell e Yannick Dalmas, no Peugeot 905, o foi o último campeão de Sport-Protótipos.


Warwick explondindo o motor de sua Arrows na Alemanha 87


3 – Andrea de Cesaris

É certo que noventa e cinco por cento dos azares que teve foram causados por ele próprio, mas teve chances que poderia ter ganho por mérito. Duas delas foram no mesmo sítio: Spa-Francochamps. Em 1983, depois de ter feito dois arranques fabulosos, ia a caminho de uma vitória, quando o motor de sua Alfa Romeo decidiu explodir. Sete anos depois, em 1991, na novata Jordan, e com um novo companheiro de equipa, um tal de… Michael Schumacher, De Cesaris estava em segundo lugar na corrida, e com o líder, Ayrton Senna, experimentando problemas na caixa de velocidades, de novo o motor fez das suas, privando-o de um pódio (no mínimo) a sete voltas do fim.


No final da sua carreira, detêm o “record” do maior número de Grandes Prémios sem vitória: 204, espalhados por quinze temporadas.


Isso é que é conseguiur uma entrevista 'in loco'. México 91


2 – Jean Pierre Jarier

O piloto francês faz parte da colheita onde apareceram, entre outros, Patrick Depailler, Jacques Laffite, Jean-Pierre Jabouille, entre outros. Fez carreira na Shadow, ATS, Tyrrell, Ligier, Osella, com uma passagem fugaz pela Lotus. Contudo, a sua rapidez nunca deu em vitórias na Formula 1, e apenas tem três pódios em 144 corridas. Porquê?

Nisto há algum azar. Três belos exemplos podem ser as suas largadas da pole-position, nos GP’s da Argentina e Brasil de 1975, e o GP do Canadá 1978. Na primeira da qual, o azar foi ainda mais dramático, pois nem sequer largou, pois um elemento quebrado na volta de aquecimento, colocou-o fora de combate… ainda antes da corrida começar! Na corrida seguinte, no Brasil, repetiu o feito dos treinos, mas desistiu na volta 32, devido um problema na bomba de combustível.

Quando substitui o malogrado Ronnie Peterson na Lotus, Jarier aproveitou bem as corridas no carro-asa, o Lotus 79, fazendo boas marcas, mas nunca acabou as corridas. Por exemplo, em Watkins Glen, ia a caminho de um sólido terceiro posto, quando ficou…. sem combustível. Em Montreal, saiu por um furo no radiador. Contudo, isso deu um bom lugar na Tyrrell, para substituir Patrick Depailler.

Acabou a carreira de Formula 1 no final de 1983 na Ligier, sem nunca subir ao lugar mais alto do pódio.


Jarier antes de quebrar em Interlagos 75


1 – Chris Amon

O azarão dos azarões. Dele, Mário Andretti disse um dia: “Se Amon fosse coveiro, as pessoas deixariam de morrer” Bernie Ecclestone foi mais suave: “Mesmo que ele esteja na frente na última volta, com 30 segundos de avanço sobre o segundo classificado, não o apostaria como vencedor”

Correu entre 1963 a 1976, em equipas como Lola, BRM, Ferrari, March, Matra, Tyrrell, Ensign, Tecno e Wolf. Chegou até a fundar a sua equipa, em 1974, com resultados pífios.


O maior azar de todos deve ser o GP de França de 1972. Recém.vencedor das 24 horas de Le Mans, a Matra quer aproveitar e tentar ganhar em casa. Amon faz a “pole-position” e liderava confortavelmente, quando uma pedra furou um dos seus pneus. Mudou a roda, voltou para a corrida, e tentou recuperar o tempo perdido. Resultado: terceiro lugar, a volta mais rápida, e uma diferença inferior a um minuto.


Contudo, Amon foi bem sucedido outras categorias. Ganhou as 24 Horas de Le Mans, com o seu compatriota Bruce McLaren (curiosamente, nunca correu nos seus carros em Formula 1!), e ganhou três corridas extra-campeonato, incluindo um GP da Argentina, em 1971…


Troca de pneus desastrosa impede outra vez uma vitória de Amon. França 72

sábado, 16 de agosto de 2008

Andarilho: Chris Amon

Hoje é especial! Abram alas para o rei dos andarilhos da F1. Chris Amon, o piloto que mais mudou de equipes na história da categoria!, foram 14 mudanças de equipe!
Para muitos, é o maior azarado da história da F1, nunca venceu um GP sequer, mesmo participando 108.
Certa vez, Mario Anfretti soltou esta pérola:
"If he became an undertaker, people would stop dying"
em uma tradução livre:
"Se ele se tornar um coveiro, as pessoas deixarão de morrer", tamanha a falta de sorte do Neozelandês.
Acompanhe agora as equipes em que Amon participou nestes 14 anos de F1



Faz sua estreia na F1 pela Reg Parnell, fica na equipe de 63 até inicio de 65. É ai que marca seus primeiros pontos



Em 65, recebe um convite de Ian Raby para pilotar um Brabham privado em Silverstone. Bate logo no inicio dos treinos



Ainda em 65 volta para a Reg Parnell, faz uma corrida e se muda de novo, ...



... desta vez para a Cooper, onde disputa o GP de Reims em 66. Sai da equipe logo em seguida



Ainda em 66, corre o GP de Monza em seu primeiro carro particular. Era um Amon com chassis da Brabham



Agora parece que vai! Em 67 se muda para a Ferrari, consegue 6 pódiuns, mas a tão esperada vitória não vem.



Em 70, corre pela March, faz mais 3 pódiuns mas nada de ganhar



Em 71 pela Matra, outro pódium, desta vez em Montjuich. Em 72 faz a pole em Clermont-Ferrand, mas chega em 3º



Em 73 faz 5 GP's pela Martini Tecno. Pontua logo na primeira



No final do ano, corre com a 3ª Tyrrell no GP do Canada



Em 74 corre de novo com um carro particular, o Amon AF101. Dos 5 GP's que participou, dá somente 22 voltas com o carro em corrida



No final do ano, abandona seu projeto e corre na BRM os GP's norteamericanos



Já em final de carreira, vai para a Ensign em 75. Em 76 marca seus ultimos pontos na F1, chegando em 5º no GP de Jarama na Espanha.



Para encerrar sua carreira, tenta entrar no GP do Canada de 76 pela Wolf-Williams. Bate logo nas primeiras voltas do treino e se despede da F1.