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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Alan and Alex



Alan Jones lidera, com um Lola Hass, o estreante Alex Caffi, da Osella. O ex-campeão mundial de 1980 terminou na zona de pontuação o Grande Premio da Itália, levando seu carro a uma honrosa sexta posição na corrida em Monza...

E por falar em GP da Itália de 86, essa prova foi marcada por um fato inusitado... Quem sabe me dizer qual foi?

A resposta amanhã, no "vigésimo" retorno à ativa do F1 Nostalgia!

Abraços!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Um bom ângulo é tudo

1979
Largada
XVII Großer Preis von Osterreich, Österreichring, Spilberg - Áustria

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- Uma foto P&B e um ângulo fotográfico perfeito só poderiam resultar em uma belezura dessas.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Pornozinho básico

1976
James Hunt, Alan Jones, Harald Ertl e Mario Andretti
II Grand Prix of Long Beach, Long Beach Street Circuit, Long Beach - Estados Unidos



- Desnecessário dizer quem parece mais interessado em assistir o filme, não?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Branquinha no deserto

1983
Alan Jones, Arrows Racing Team
Arrows A6, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
Teste, Willow Springs International Motorsports Park, Willow Springs - Estados Unidos

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- Vez sim, vez não, no início da década de 80, alguns Fórmula 1 andavam por esta pistinha...

De cabeça lembro da Spirit testando com Thierry Boutsen e Stefan Johansson, e claro, o tempo mítico (lenda?) de 2 segundos de vantagem que Rick Mears colocou em Nelson Piquet, em um teste com a Brabham por estas bandas.

Errata: Este do Rick sobre Nelson foi em Riverside!

sábado, 13 de março de 2010

Bahrein 2010

2010
(Durante o) VII Bahrain Grand Prix, Bahrain International Circuit, Sakhir - Bahrein

(Clique para ampliar)


- Fernando Alonso (2005, 2006); Jack Brabham (1959, 1960, 1966); Michael Schumacher (1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004); Emerson Fittipaldi (1972, 1974); Lewis Hamilton (2008); Mika Häkkinen (1998, 1999); Damon Hill (1996); Niki Lauda (1975, 1977, 1984); Keke Rosberg (1982); Mario Andretti (1978); Jackie Stewart (1969, 1971, 1973); Alain Prost (1985, 1986, 1989, 1993); Jacques Villeneuve (1997); John Surtees (1964); Alan Jones (1980); Nigel Mansell (1992); Príncipe Salman bin Hamad Al Khalifa, Bernie Ecclestone, Jody Scheckter (1979) e Jenson Button (2009).

Reconheceu todos os pilotos?
A festa desve ter sido boa...

sábado, 6 de setembro de 2008

País da F1: Pilotos Australianos

A Australia é um país com 2 campeões mundias, mas sem muita espressão na F1. Jack Brabham foi o maior percursor da F1 na Austrália, dono de 3 campeonatos, ele foi um dos maiores na categoria. Seu maior "seguidor" foi Alan Jones, que também ganhou um mundial, foi em 80.
Acompanhe seus pilotos:


Alan Jones

Começou sua carreira pela Hesketh em 75, no meio da temporada, vai pilotar para Graham Hill em substituição ao lesionado Rolf Stommelen, e é lá que Jones consegue seus primeiros pontos na F1, chega em 5º em Hockeneimring e consegue a melhor poisção de chegada da história da Embassy Hill. Em 76, à convite de John Surtees, corre sua primeira temporada completa, marca 7 pontos no campeonato, e tem sua melhor colocação de chegada, um 4º lugar no conturbado GP de Fuji. Em 77 vai para a Shadow no lugar do falecido Tom Pryce, e, em Österreichring na Austria, consegue sua primeira vitória. Em 78 começa a vitoriosa união com a equipe Williams. Jones faz um bom campeonato de 78, mas as coisas deslancham é na chegadodo FW07, o mais que vitorioso carro da Williams até então, com ele Jones vence nada mais do que 11 GPs e fica no podio outras 9 vezes. Com esse carro, ele garante o campeonato pilotos de 80. De 82 a 85, Jones faz somente algumas aparições em GP's, volta para uma temporada completa em 86, mas a fraca equipe Hass, não lhe dá mais do que 4 pontos.


Alan Jones na Team Hass


David Brabham

Filho mais novo de Jack Brabham, David teve uma fraca e inexpressiva carreira na F1, de nada lembrava o pai. Mesmo sendo campeão da F3 Britânica em 89, ele não demostra quase nenhum talento pilotando esses bólidos. Estreia na F1 em 90 pela a equipe da família, a Brabham, onde consegue poucas classificações e amarga várias quebras. Depois de 3 anos afastado, David volta a F1 em 94 pela novata Simtek, é lá que passa seu pior momento na categoria ao ver seu companheiro de equipe, Roland Ratzemberger, morrer nos treinos para o GP de San Marino. Neste ano, Brabham, tem nada menos do que 5 companheiros de equipe diferentes e encerra sua carreira no fim do campeonato.


David Brabham na Simtek


David Walker

Super vitorioso em categorias de base, como a F3 Britânica, David Walker chamou a antenção de Colin Chapman, que o colocou na equipe em 71 como 3º piloto no GP da Holanda. De baixo de chuva em Zandvoort ele fez prevalecer seu carro turbina em relação ao seus concorrentes, ganhando 12 posições nas primeiras 5 voltas, mas abandona a corrida em virtude de um acidente. Em 72 Walker passou a ser o companheiro de Emerson na Lotus, disputando a temporada desde o inicio. Mas Walker não passou de uma ilusão, ele sequer marca 1 ponto em toda a temporada, enquanto Emerson era campeão com 5 vitórias. No final do ano, a Lotus recebe a noticia que Walker tinha testado para um outra equipe e o demite. Em seu lugar entra o sueco Ronnie Peterson.


David Walker na Lotus


Gary Brabham

Irmão mais velho de David, Gary até que tem um bom começo de carreira. Corre na F3 e na F3000 Britânica, corre em ralis e na famosa Bathurst 1000 na Austrália, mas na F1...
Ele "estreia" na categoria pela equipe? Life. Com um motor revolucionário de 12 cilindros em "W", a Life prometia, mas logo nas primeiras voltas dos treinos para o GP de Phoenix, se notou algo muito, mas muito errado. O carro de Gary era em média 30 segundos mais lento que o piloto mais proximo! Ainda nos treinos, seu motor estoura depois de 40 voltas. Em seu 2º GP, a Life conseguiu ser pior, em Interlagos, o carro anda 400 metros antes do motor estourar. É ai que acaba (começou?) a carreira de Gary na F1.


Gary Brabham na Life


Jack Brabham

Este sim, o maior piloto australiano da F1. Sua carreira começa em 55 pela Cooper, mas corre somente um GP, em 56, a mesma situação, com equipe própria, corre novamente o GP inglês com uma Maserati, mas é a partir de 57 que a parceria Cooper-Brabham começa a dar resultado, e é em 59 que vem a primeira vitória e o primeiro campeonato. Brabham teria como adversário o Ingles Tony Brooks, piloto da Ferrari, mas com incrivel regularidade, Brabham leva o primeiro título para a Austrália. Em 60 não foi diferente, a Cooper com o novo T53 dá um banho nos concorrentes e Brabham vence 5 GP's em sequência, seu companheiro de equipe e vizinho continental, o Neozelandês Bruce McLaren, vem em 2º em no mundial e reafirma o dominio da Coopper em 60. Em 61, apenas uma temporada morna para Brabham, mas é em 62 que ele dá o grande salto na carreira, Jack funda a equipe Brabham. Inicialmente usando chassis Lotus, a Brabham anda bem desde o inicio, faz 7 pontos e termina em 9º no mundial de construtores. Em 63, Brabham já conta com seus próprios chassis, e é a partir de 66 que as coisas decolam. Com o BT19, Brabham vence 4 corridas em sequência e vence o mundial de pilotos e construtores. No ano seguinte Brabham faz dobradinha com outro Neozelanês, Denny Hulme, mas desta vez Jack fica com vice. De 68 até 70, a Brabham cai um pouco de produção, mas mesmo assim consegue dar a última vitória para Jack, é no GP da Africa do Sul em 70.


Jack Brabham na Brabham


Larry Perkins

Campeão Australiano de F2 em 72, Perkins parte para a Europa para disputar a primeira temporada da F3 Europeia, com duas vitórias Perkins se segra campeão e ganha uma chance na Ensign em 76, sem mostrar bons resultados, se muda para a Brabham no final do ano, onde também, pouco consegue. Em 77 faz esporádicas aparições pela BRM e Surtees antes de voltar a Australia.


Larry Perkins na Brabham


Vern Schuppan

Participa de 13 GP's em 4 anos de categoria, sendo que só consegue largar em 9 deles. Pilota BRM, Ensign, Hill e Surtees, tendo nesta última, sua melhor colocação em um GP, a 7ª posição no GP de Hockenreimring na Alemanha. No pós F1, Shuppan pilotou na Indy e em Le Mans, alem de ser campeão japonês de protótipos.


Vern Schuppan na Ensign


Tim Schenken

Depois de vencer o campeonato de F3 Britânica em 68, consegue uma vaga na Frank Williams Racing para substituir Brian Redman, nos quatro GP's que disputou, conseguiu a façanha de classificar para todos eles. Em 71 é convidado de seu compatriota para pilotar a Brabham, Schenken não faz feio, e consegue um podio na Austria. Mesmo com esse resultado, Schenken opta por outro piloto-construtor, e vai paraa Surtees em 72 no lugar de Stommelen. O inicio do ano parecia promissor, quando ele chega em 5º na Argentina, mas as boas atuações param por ai. Sem equipe no inicio de 73, ele faz algumas provas de longa duração ao lado de Ronnie Peterson. Ganha os 1000 Km de Buenos Aires e de Nurburgring. No final do ano faz um freelance para Frank Williams em Mosport. Em 74 se muda para a fraca Trojan, mas só começa a correr a partir Jarama na Espanha, pois o carro não estava pronto. Na ultima prova do campeonato, Schenken ganha sua melhor chance na F1, é o 3º piloto da Lotus em Watkins Glen, mas sua prova não dura mais do que 6 voltas. Tim se aposenta alí mesmo.


Tim Schenken na Lotus

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Projetos não concretizados: Williams FW07E e FW08D Six Wheeler

Seguindo os passos do March 2-4-0, a Williams jogou duro na construção de seu carro de seis rodas. O resultado saiu melhor que a encomenda e o projeto foi um tremendo sucesso.
No inicio da década de 80, a vedete do momento eram os motores turbo, e a Cosworth, não desenvolvera um motor turbo que fizesse frente aos Renault e os Ferrari. Head até chegou a conversar coma Ferrari para usarem o V6 turbo da equipe italiana, mas a Ferrari disse não. restava a Williams se contentar com os Ford V8 e evoluir seus carros na aerodinâmica. Foi ai a grande sacada da Williams.
A Williams, no final de 81, jogou certo quando resolveu fazer um carro de seis rodas baseado no carro da March e não no da Tyrrell, assim, a Williams ganharia em tração nas saídas de curva, pois a área de contato dos pneus com o solo era maior, e velocidade nas retas, pois seu desenho privilegiaria um fluxo de ar com menos obstáculos. O carro contava também com um efeito solo quase perfeito, pois, as saias para canalizar o ar eram restritas ao espaço entre eixos, isso era uma vantagem para a Williams, pois o carro tinha grande entre eixos, e com a ajuda da Hewland, a transmissão foi significativamente melhorada, pois ela trabalhou junto com Roy Lane nas subidas de montanha e evoluiu bem o projeto.
O primeiro a testar o carro foi Alan Jones, o teste foi no final da temporada de 81, logo depois de sua vitória no GP de Las Vegas. Mesmo vendo que o carro era um foguete e que ele não "patinava" nas curvas, Jones não voltou atrás, e anunciou sua primeira aposentadoria para o fim do ano. Este foi o único teste de Jones no FW07E. O projeto só foi bem evoluído depois que Keke Rosberg, oriundo da Fittipaldi, se juntou a equipe no fim do ano. Já no começo dos testes notou-se como era rápido essa Williams, em alguns dias de teste o FW07E já abaixou o recorde da pista que era de Prost com sua Renault Turbo ultra rápida. Jonathan Palmer também testou o carro, primeiro foi em Silverstone com o piso molhado, depois foi para a França testar na pista, curta e estreita, de Croix-en-Ternois.
Mesmo sendo um carro adaptado, a Williams FW07E mostrou muito resultado. Patrick Head e Frank Williams seguiram com o projeto e lançaram um carro especialmente feiro para andar com seis rodas, era o FW08 (posteriormente iria-se introduzir a denominação "D").
Este carro sim, foi um verdadeiro estouro, logo nos primeiros teste, ele aniquilou o recorde da pista de Donnington com Rosberg ao volante. A equipe chegou até a anunciar Jacques Laffite para pilotar o carro, mas a FIA, vendo tamanha superioridade, baniu os carros de 6 rodas a partir de 83. Foi o fim deste super carro na F1.
Mais de 10 anos depois, o FW08D deu de novo suas caras, foi em na edição de 94 do Goodwood Festival of Speed, com Jonathan Palmer ao volante, esse Williams bateu o recorde do circuito e foi direto para o museu do festival, onde se encontra até hoje.



Jones foi o primeiro a andar no carro, ...



... mesmo vendo que o carro era um foguete, resolve aposentar



Detalhe do duplo eixo trasiro da Williams FW07E



Quem mais andou na FW07E foi Rosberg...



...com sua ajuda ele elevou o carro a um outro patamar



Em 82, já com o novíssimo FW08, Frank Williams chega a conversar com Laffite, mas ...



... com os "temporais" cravados por Rosberg em Silverstone e Donnington, a FIA proíbe as 6 rodas



Jonathan Palmer batendo o recorde do circuito de Goodwood em 94



Detalhe do duplo eixo traseiro da Williams FW08D