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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Mas também...

1988
Andrea de Cesaris, Rial Racing
Rial ARC-01, Ford Cosworth DFZ 3.5 V8, Goodyear
XLVI Grand Prix de Belgique, Spa-Francorchamps, Spa-Francorchamps - Bélgica

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...Isso é uma Rial, de Cesaris.

Essas dores de cabeça...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sai daí Bibendum!

1981
Andrea de Cesaris, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
XXVIII Grote Prijs van Nederland, Circuit Park Zandvoort, Zandvoort - Holanda

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- E o Bibendum não para de correr!!!

Sequência pedida pelo grande Ron Groo.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Nelson de Cesaris

1989
Andrea de Cesaris e Nelson Piquet, BMS Scuderia Italia e Camel Team Lotus
Dallara BMS-189 e Lotus 101, Ford Cosworth DFR 3.5 V8 e Judd 3.5 V8, Pirelli e Goodyear
XLVII Grand Prix Automobile de Monaco, Monaco, Monte Carlo - Mônaco

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Amigos, muy amigos...

terça-feira, 22 de junho de 2010

Andrea de Cesaris, Áustria 85 - Antes, durante e depois

1985
Andrea de Cesaris, Equipe Ligier Gitanes
Ligier JS25, Renault 1.5 V6T, Pirelli
XXIII Großer Preis von Osterreich, Österreichering, Spilberg - Áustria

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O mito de Cesaris. A Ligier em 1985 não tinha, digamos, um dos melhores carros do grid. No início da temporada o JS25 estava muito pesado, dificultando qualquer ação mais incisiva de Laffite e de Cesaris. A partir do GP de Mônaco as coisas melhoraram, mas uma coisa não agradava nem um pouco o Sr. Guy Ligier. O gasto excessivo que estava tendo com o quebra carros do time. O vulgo Andrea Crashesaris estava fazendo suas economias se esvaírem.

No GP da Áustria, de Cesaris proporcionou o acidente mais plástico da temporada. No velocíssimo circuito de Österreichring, quando o piloto fazia o approach para a Texaco Schikane, deixou a traseira escapar, colocou a roda na grama e perdeu completamente o carro.

Naquela parte do circuito há uma grande vala de escoamento de água. Local perfeito para um “capote” do mito. Assim como em todos seus acidentes, de Cesaris saiu andando normalmente do carro.

Nada satisfeito com a gastação exarcebada, Ligier sacou de Cesaris em sua corrida natal – GP da Itália em Monza – colocando o francês Philippe Streiff para correr.

Detalhe para o capacete todo coberto de barro!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Para os 'Minardeiros' [2]

1986
Andrea de Cesaris, Minardi Team
Minardi M185B, Motori Moderni 1.5 V6T, Pirelli
LXXII Grand Prix de France, Paul Ricard, Le Castellet - França

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- Ah, as cores, alegram qualquer foto!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Obscuridades diversas da Fórmula 1 [3]

1970
Emerson Fittipaldi, Gold Leaf Team Lotus
Lotus 49C, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Firestone
XXIII RAC British Grand Prix, Brands Hatch, Kent - Grã-Bretanha

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Primeirona do Emmo


1971
Wilson Fittipaldi, Gold Leaf Team Lotus
Lotus 49C, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Firestone
Gran Premio de la Republica Argentina, Óscar Gálvez, Buenos Aires - Argentina


Primeirona da Wilsinho


1972
Luiz Pereira Bueno, Equipe Hollywood
March 711, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
Grande Premio do Brasil, Interlagos, São Paulo - Brasil

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Primeirona do Peroba, e com direito a quebra de recorde do anel externo de Interlagos [Colaboração da foto, LAP]


1972
José Carlos PaceTeam, Williams Motul
March 711, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XVIII South African Grand Prix, Kyalami, Midrand - África do Sul

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Primeirona do Moco


1977
Loris Kessel, Jolly Club of Switzerland
Apollon FW03, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XLVIII Gran Premio d'Italia, Monza, Monza - Itália

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Dupla obscura: Piloto e equipe


1978
Nélson Piquet, Team Tissot Ensign
Ensign N177, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XL Großer Preis von Deutschland, Hockenheimring, Hockenheim - Alemanha

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Primeirona do Piket


1979
Nigel Mansell, Martini Racing Team Lotus
Lotus 79, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
Teste, Paul Ricard, Le Castellet - França

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Primeiro teste do Mansell na F1 (salvo engano)


1983
Alan Jones, Arrows Racing Team
Arrows A6, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
IX Toyota Grand Prix of Long Beach, Long Beach, Long Beach - Estados Unidos

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A volta de quem não foi


1983
Andrea de Cesaris, Marlboro Team Alfa Romeo
Alfa Romeo 183T, Alfa Romeo 1.5 V8T, Michelin
XLI Grand Prix Automobile de Monaco, Mônaco, Monte Carlo - Mônaco

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McLaren italiana


1990
Yannick Dalmas, Automobiles Gonfaronaise Sportive
AGS JH24, Ford Cosworth DFR 3.5 V8, Goodyear
XIX Grande Prêmio do Brasil, Interlagos, São Paulo - Brasil

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?


1991
Pedro Matos Chaves, Coloni Racing Srl
Coloni C4, Ford Cosworth DFR 3.5 V8, Goodyear
XXVIII Iceberg United States Grand Prix, Phoenix, Phoenix - Estados Unidos

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Primeirona do Chaves


1991
Roberto Moreno, Minardi Team
Minardi M191, Ferrari 3.5 V12, Goodyear
LVI Foster's Australian Grand Prix, Adelaide, Adelaide - Austrália

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3ª equipe do ano do grande Moreno


1994
Norberto Fontana, Sauber Mercedes
Sauber C13, Mercedes 3.5 V10, Goodyear
Teste, Catalunya, Barcelona - Espanha

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A Sauber pensou nele como o substituto do Wendlinger?


1996
Jean-Christophe Boullion, Rothmans Williams Renault
Williams FW18, Renault 3.0 V10, Goodyear
Teste, Brands Hatch, Kent - Grã-Bretanha

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Testeiro da Williams em 96

- Mark ordenou Norberto Fontana e Perguntando Henrique Cardoso mandou Jean-Christophe Boullion. Walter pediu as primeiras provas de Moco, Peroba, Rato, Wilsinho e Piket, além de Jones e Mansell. André citou a Alfa Romeo "igual" à McLaren. Ric, direto de Portugal, pediu Pedro Chaves na Coloni. Ney Faustini queria a AGS '?' e Arthur, tomando um chopp de leve, pediu a Apollon e claro, uma da Minardi.

Fabiano 70, sobre a quase ida do Celidônio para a Shadow, você pode ler neste post do excelente Blogsport, do companheiro Felipão.

Por ora, sem mais pedidos (risos).
Speeder, Pandini, Carlos e Gustavo, seus pedidos sairão em pacotes especiais.

domingo, 9 de novembro de 2008

O que você esta fazendo ai ?: Carlos Reutemann e Michael Ferté na Ligier

Hoje quero a ajuda da blogaiada aqui.

Conheço pouco da história deste teste, tenho alguns dados e fotos, mas não tenho muita informação.

Este teste ocorreu no inicio de Dezembro de 83, quando Reutemann já estava aposentado, já fazia mais de um ano e Ferté tinha acabado de ser campeão da F3 francesa.

Ferté deu aproximadamente 100 voltas no circuito curto de Paul Ricard estabelecendo a melhor volta em 1'07"5. Não tenho os tempos de Reutemann.

A Ligier veio com o JS21 adaptado, em vez do usual motor Cosworth V8, a Ligier já testava com o novo propulsor Renault turbo V6, que seriam instalados no ano seguinte no JS23.

Reutemann testou somente um dia (Ferté foram dois) e usou o mesmo capacete de Ferté, o que atrapalha a correta identificação dos pilotos.

Quem também testou a Ligier no final de 83 foi Andrea de Cesaris. Agora, só não sei o motor. V8 os V6? Alguém consegue identificar?

Outro que testou a Ligier mais para o fim do ano foi Jean Pierre Jabouille, ele fez um tempo um segundo mais lento que Ferté, mas também, sem mais informações.

Destes que testaram, somente de Cesaris foi efetivado como piloto da Ligier em 84. Ele fez dupla com François Hesnault na equipe.


De Cesaris testando a Ligier em Novembro. Renault V6 ou Ford V8?



Nessas duas primeiras fotos, não tem erro. Michael Ferté ao volante ...



... com Carlos Reutemann do lado de fora.



Aqui, voltam as dúvidas. Fernando Ringel, que me deu a foto, afirma ser Ferté



Já aqui, por 'achismo', penso que seja Reutemann

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Os 5 de quê?: Os que gostariam de ter ganho, mas que o destino nunca deixou

Hoje abro espaço para o mais brasileiro dos portugueses, o grande amigo e blogueiro Speeder_76 do excelente Blog Continental Circus.
Acabei de receber seu e-mail, e até mudei a postagem de hoje.
Um abraço Speeder, obrigado.

A minha colaboração para o Blog F1 Nostalgia, do meu amigo soviético Rianov Albinov, tem a ver com os azarados: tinham tudo para ganhar, mas nunca… mesmo nunca, conseguiram!

5 – Nick Heidfeld

Este vai ainda a tempo. Mas com nove anos de carreira na Formula 1, e passagens pela Prost, Sauber, Jordan e de novo na Sauber, agora rebaptizada de BMW, já poderia ter ganho alguma corrida. Mesmo Jean Alesi, nesta altura da carreira, tinha uma vitória em corridas.

Teve uma boa carreira nos escalões de formação, vencendo a Formula 3 alemã, e o GP do Mónaco da categoria, e a Formula 3000, em 1999, depois de ter perdido o título no ano anterior para juan Pablo Montoya. Foi apoiado pela Mercedes, que o colocou como piloto de testes da McLaren em 1998 e 99, e em 2000 começou a sua carreira, na Prost Grand Prix, sem conseguir qualquer ponto.

Outro grande momento de azar foi no GP do Brasil de 2002, quando se despistou e para evitar bater no Safety Car, arrancou a porta do veículo, quase atropelando o seu condutor, Alex Dias Ribeiro…

Agora, na BMW Sauber, é constantemente batido pelo seu companheiro, o polaco Robert Kubica, tendo até sido ele a garantir a primeira vitória da marca, no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal. Heidfeld tem até agora sete pódios pela BMW, seis dos quais na segunda posição, mas a vitória continua persistentemente a fugir-lhe…

Neste momento, é o piloto activo com mais corridas sem alcançar a vitória: 151.


Nick 'atropelando' o medical car em Interlagos 02


4 – Derek Warwick

Teve uma boa carreira em equipas pequenas, mas quando teve a chance de se demonstrar numa equipa maior, como era a Renault em 1984, simplesmente não conseguiu. De ressaca pela perda do título no ano anterior, para Nelson Piquet, a Renault entrou em perda, e apanhou mesmo quando Warwick dava “o salto”. Nos dois anos em que lá esteve, o melhor que conseguiu foram dois segundos lugares e duas voltas mais rápidas.

No final de 1985, a Renault abandona, e ele tem uma chance de ir para a Lotus, substituindo Elio de Angelis. Ele chega a fazer uns testes, mas… Ayrton Senna veta-o. Porquê? Receava que um segundo piloto, em igualdade com ele, poderia dispersar as energias da equipa numa eventual candidatura ao título. Ficou sem lugar no início de 1986, mas voltou à Brabham, após a morte de… Elio de Angelis. Eventualmente acabou por ir para a Lotus, mas em 1990, a equipa era uma pálida sombra daquilo que tinha sido.

Teve outros azares na vida, uma delas trágica: um 1991, o seu irmão Paul Warwick, que corria na Formula 3000 britânica, sofreu um acidente mortal em Oulton Park, quando liderava destacado o campeonato. Acabou sendo como Jochen Rindt: campeão póstumo.

Mas não se pode dizer que só teve azares: venceu as 24 Horas de Le Mans em 1992, com Mark Blundell e Yannick Dalmas, no Peugeot 905, o foi o último campeão de Sport-Protótipos.


Warwick explondindo o motor de sua Arrows na Alemanha 87


3 – Andrea de Cesaris

É certo que noventa e cinco por cento dos azares que teve foram causados por ele próprio, mas teve chances que poderia ter ganho por mérito. Duas delas foram no mesmo sítio: Spa-Francochamps. Em 1983, depois de ter feito dois arranques fabulosos, ia a caminho de uma vitória, quando o motor de sua Alfa Romeo decidiu explodir. Sete anos depois, em 1991, na novata Jordan, e com um novo companheiro de equipa, um tal de… Michael Schumacher, De Cesaris estava em segundo lugar na corrida, e com o líder, Ayrton Senna, experimentando problemas na caixa de velocidades, de novo o motor fez das suas, privando-o de um pódio (no mínimo) a sete voltas do fim.


No final da sua carreira, detêm o “record” do maior número de Grandes Prémios sem vitória: 204, espalhados por quinze temporadas.


Isso é que é conseguiur uma entrevista 'in loco'. México 91


2 – Jean Pierre Jarier

O piloto francês faz parte da colheita onde apareceram, entre outros, Patrick Depailler, Jacques Laffite, Jean-Pierre Jabouille, entre outros. Fez carreira na Shadow, ATS, Tyrrell, Ligier, Osella, com uma passagem fugaz pela Lotus. Contudo, a sua rapidez nunca deu em vitórias na Formula 1, e apenas tem três pódios em 144 corridas. Porquê?

Nisto há algum azar. Três belos exemplos podem ser as suas largadas da pole-position, nos GP’s da Argentina e Brasil de 1975, e o GP do Canadá 1978. Na primeira da qual, o azar foi ainda mais dramático, pois nem sequer largou, pois um elemento quebrado na volta de aquecimento, colocou-o fora de combate… ainda antes da corrida começar! Na corrida seguinte, no Brasil, repetiu o feito dos treinos, mas desistiu na volta 32, devido um problema na bomba de combustível.

Quando substitui o malogrado Ronnie Peterson na Lotus, Jarier aproveitou bem as corridas no carro-asa, o Lotus 79, fazendo boas marcas, mas nunca acabou as corridas. Por exemplo, em Watkins Glen, ia a caminho de um sólido terceiro posto, quando ficou…. sem combustível. Em Montreal, saiu por um furo no radiador. Contudo, isso deu um bom lugar na Tyrrell, para substituir Patrick Depailler.

Acabou a carreira de Formula 1 no final de 1983 na Ligier, sem nunca subir ao lugar mais alto do pódio.


Jarier antes de quebrar em Interlagos 75


1 – Chris Amon

O azarão dos azarões. Dele, Mário Andretti disse um dia: “Se Amon fosse coveiro, as pessoas deixariam de morrer” Bernie Ecclestone foi mais suave: “Mesmo que ele esteja na frente na última volta, com 30 segundos de avanço sobre o segundo classificado, não o apostaria como vencedor”

Correu entre 1963 a 1976, em equipas como Lola, BRM, Ferrari, March, Matra, Tyrrell, Ensign, Tecno e Wolf. Chegou até a fundar a sua equipa, em 1974, com resultados pífios.


O maior azar de todos deve ser o GP de França de 1972. Recém.vencedor das 24 horas de Le Mans, a Matra quer aproveitar e tentar ganhar em casa. Amon faz a “pole-position” e liderava confortavelmente, quando uma pedra furou um dos seus pneus. Mudou a roda, voltou para a corrida, e tentou recuperar o tempo perdido. Resultado: terceiro lugar, a volta mais rápida, e uma diferença inferior a um minuto.


Contudo, Amon foi bem sucedido outras categorias. Ganhou as 24 Horas de Le Mans, com o seu compatriota Bruce McLaren (curiosamente, nunca correu nos seus carros em Formula 1!), e ganhou três corridas extra-campeonato, incluindo um GP da Argentina, em 1971…


Troca de pneus desastrosa impede outra vez uma vitória de Amon. França 72

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Loucuras, humor e acasos: 'Sparks' (fagulhas)


Ayrton Senna com sua Lotus em 86



A dupla da Brabham combinou, só pode. Primeiro é o Patrese cegando o Streiff, ...



... depois vem o de Cesaris e faz este show na frente do Johansson


Gugelmin rasgando a reta no Estoril


Alesi 'faiscando' sua Ferrari


Piquet em 91 no palco de sua última vitória


Martin Brundle com Benetton em 92


Outra bem clássica. Épica reta de Barcelona com Mansell e Senna


Willliams de Senna em 94 nos testes da pré temporada


Outra da Williams de 94


Por último, talvez a mais espetacular cena de faiscas ...



... Largada do GP da Belgica de 92, ...



... os carros lotados de combustivel dão este show em Spa



Video do show

P.S. Venho aqui, pedir desculpas aos leitores, pois, por intempéries pessoais e compromissos durante os próximos dias, não atualizarei diariamente o Blog, assim que der um tempinho, atualizarei. Provavelmente no inicio da semana que vem, tudo volte ao normal.
Um abraço a todos,
Rianov