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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Eu também já estive por lá: Jean-Denis Délétraz

Hoje o F1 Nostalgia vai falar sobre um suíço que teve, na sua passagem pela F1, somente 3 Gp's disputados e que, só entrou na cayegoria, por ter patrocinadores a oferecer à equipes decadentes e sedentas de dinheiro. Falo hoje de Jean-Denis Délétraz.

Délétraz era piloto de F3000 no final da década de 80 e inicio da de 90, e, em 94, estava disputando o campeonato francês de carros de turismo pela equipe Seat.

No final daquele ano, a Larrousse enfrentava um grande problema, a falta de dinheiro, e é ai que entra Délétraz. Com bons patrocinadores por trás (entenda-se, dinheiro), Jean conseguiu uma vaga de 2º piloto na equipe, substituindo Erik Comas para o GP da Austrália.

Em 94, já haviam passado na F1, 45 pilotos diferentes, e, Délétraz, seria o 46º. Uma pergunta surgiu no paddock: O que esperar de um pay-driver pilotando uma equipe fraquíssima? Nada não é mesmo? Mas Deletráz, ao menos inicialmente, surpreendeu muita gente. Nos treinos de 6ª feira ele conseguiu se manter na frente de alguns pilotos, o que era uma coisa bem razoável para um piloto que não andava de monopostos já fazia anos.

Treinos de 6ª Feira,
(...)
22 M. Salo Lotus 1:19.844
23 H. Noda Larrousse 1:20.145
24 D. Brabham Simtek 1:20.442
25 J. Délétraz Larrousse 1:22.422
26 M. Schiattarellaa Simtek 1:22.529
27 P. Belmondo Pacific 1:24.087
28 B. Gachot Pacific 7:40.317

Nos treinos oficiais, outra grata surpresa aos patrocinadores e para o time, Délétraz consegue colocar a 2ª Larrousse no grid de largada. Verdade que ele ficou a 2 segundos do piloto mais próximo, mas o importante é que ele estava lá.

Treinos oficiais de Sábado,
(...)
22 M. Salo Lotus 1:19.844
23 H. Noda Larrousse 1:20.145
24 D. Brabham Simtek 1:20.442
25 J. Délétraz Larrousse 1:22.422
26 M. Schiattarellaa Simtek 1:22.529

Não Classificados
27 P. Belmondo Pacific 1:24.087
28 B. Gachot Pacific 7:40.317

Só que na corrida...
Délétraz seria ultrapassado na 1ª curva por Mimmo Schiattarellaa, e sequer conseguiria acompanhar o piloto da Simtek. Em apenas 10 voltas, já levava volta de Schmacher e Hill. Na volta 37, depois de seu 1º pit stop, Jean é chamado de volta aos boxes para um stop and go, na saída da penalização, ele tomou outra (!), novamente por excesso de velocidade. E assim foi sucessivamente até 56, quando seu cambio travou. Neste momento, Deletráz já havia tomado 10 (!) voltas dos líderes. Sua jornada na Larrousse termina aqui.

No dia 4 de Setembro de 95, Jean-Denis Délétraz é anunciado como o novo piloto da Pacific. Depois que o dinheiro de Giovanni Lavaggi acabou, Délétraz novamente trouxe seus dólares para uma equipe afundada em sérios problemas financeiros.

Denis estreou no GP de Estoril de 95, a 13ª etapa do mundial. E logo de cara mostrou de que é capaz! Levou nada mais nada menos de que 6 segundos e meio de Andrea Montermini, seu companheiro de equipe. Último lugar na grelha e poucas aspirações para uma boa corrida.

Treinos oficiais de Sábado,
(...)
19 T. Inoue Footwork 1:24.883
20 M. Papis Footwork 1:25.179
21 A. Montermini Pacific 1:26.172
22 P. Diniz Forti 1:27.292
23 R. Moreno Forti 1:27.523
24 J. Délétraz Pacific 1:32.769

Seu tempo foi tão lento que ele se classificaria em 22º numa prova de F3000 (!)

Na corrida, logo depois de 3 voltas, Délétraz se encontrava a 40 segundos do líder, e na volta 7 já era ultrapassado pelo mesmo. Na volta 14, se retira da corrida com cãibras no braço.

Depois de Estoril, Délétraz seguiu com a Pacific para o GP da Europa em Nurburgring. Já pegando um pouco de ritmo, Délétraz não faz tão feio assim na Alemanha, mesmo ficando em último nos treinos de sexta (treino válido como oficial pois, com chuva no sábado, não houve melhoras nos tempos), ele ficou num ritmo bem mais próximos de seus concorrentes. Tomou "apenas" 3 segundos de Montermini e ficou a "somente" 1 segundo do penúltimo colocado, Roberto Moreno.

(...)
19 G. Tarquini Tyrrell 1:24.286
20 A. Montermini Pacific 1:24.696
21 P. Diniz Forti 1:25.647
22 T. Inoue Footwork 1:26.667
23 R. Moreno Forti 1:26.784
24 J. Délétraz Pacific 1:27.853

Na corrida, nada de novo em acrescentar olhando suas últimas corridas. Mesmo se arrastando na pista, consegue levar seu carro ao final da prova mesmo com 7 voltas de desvantagem para o líder. Acho que nem é preciso falar que ele chegou em último e a uma volta de desvantagem para Gabriele Tarquini que pilotava uma Tyrrell Yamaha. Boa parte dessa "boa atuação" se deve ao GP ter sido disputado, em sua maior parte, na chuva.

Para as últimas 3 corridas do ano, Bertrand Gachot é chamado de volta à equipe.

Com todo esse currículo, atrevo-me a dizer que, Jean-Denis Délétraz foi um dos piores pilotos da história da F1.


Délétraz na sua estreia na F1. Em 56 voltas, levou 10 voltas do líder e tomou 3 stop and go


Em 95 foi para Pacific. Em Estoril ficou a 12 segundos do pole Coulthard. Com esse tempo ele só largaria na 22ª posição em uma corrida de F3000.


No GP seguinte, uma melhora. Consegue ultrapassar uma McLaren (!). Mas só o faz por que Blundell estava com pneus slick em um pista molhada.

OFF:
Durante uma prova da Carrera Cup em 92, funcionários da First Racing F3000, impediram que Délétraz saísse do Pit lane bloqueando a passagem de seu carro. Os funcionários reivindicavam os salários atrasados e o pagamento de contas aos fornecedores da equipe. Após 3 voltas da corrida, deixaram-no partir. Délétraz era dono da equipe desde 91.


"Bizzarra penalidade de 3 voltas para Délétraz"

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Eu também já estive por lá: Mikko Kozarowitzky

Mais uma vez o F1 nostalgia desenterra um piloto lá do fundo do baú.

Não se surpreenda se você nunca ouviu falar em Mikko Kozarowitzky, normal, pois a carreira dele na F1, foi meteórica.

Segundo piloto finlandês da história a guiar um F1 (o primeiro foi Leo Kinnunen), Kozarowitzky foi o antecessor de Keke Rosberg na categoria. Após conversações frustradas com a Ensign e com a Williams, Mikko tinha poucas opções para correr em 77. Mas ainda lhe restava a equipe RAM.

A RAM em 77, corria com a antigos e problemáticos chassis da March, e, inicialmente, competiam com somente um carro. A equipe chamou Mikko para correr todas as etapas europeias, mas
Boy Hayje apareceu com mais dinheiro, e começou correndo as etapas iniciais.

Só que a F&S Properties, principal patrocinador do time, não estava gostando nada de Hayje e "pedia" a John MacDonald para ativar o segundo carro, que no caso, era o de Mikko. Como John já estava sem dinheiro, a ajuda financeira da Marlboro Finlândia (patrocinadora de Mikko) veio bem a calhar.


Só que tem um porém na história, Mikko foi para o GP da Suécia em Anderstorp sem nunca pilotar um F1. Sua primeira impressão seria nos treinos de sexta-feira. Como já era de se esperar, Mikko não consegue a classificação e fica em último no geral. Só que em uma visão ampla, Mikko foi até bem, pois ficou somente a 2 segundos de seu companheiro de equipe (que também não conseguiu classificação) e a 2,6 segundos de uma eventual classificação.

No GP seguinte, na França, a RAM não leva seus carros, aguardando o GP da Grã-Bretanha em Silverstone. Neste meio termo, a RAM faz algumas mudanças no chassi, e a previsão de melhora do carro era boa. Esperava-se 2 segundos.

Chegando no dia de treinos na Inglaterra, MacDonald viu um céu negro em Silverstone. Temendo uma chuva que atrapalhasse seus planos, meio que no desespero, John ordena que Kozarowitsky vá o mais rápido possível para a pista para não pegar a chuva que se aproximava. Num misto de ansiedade e inexperiência, Mikko vai com muita ânsia para a pista e, na segunda volta, ele entra muito rápido na Woodcote e da de frente com Rupert Keegan com sua Hesketh. Ao tentar desviar, Mikko vai violentamente de encontro aos pneus e fratura sua mão. O fim de semana e a carreira estavam encerrados para Mikko.

Ainda neste treino, a F1 viu um dos mais horrendos acidentes da história. O piloto David Purley que corria com seu carro particular, perdeu o controle do carro e foi de encontro ao muro a 173 km/h. Só que o espaço de desaceleração foi irrisório. Foram apenas 66 cm. Purley detêm (ao menos detinha) o recorde de maior desaceleração na história. No acidente, foram 178 G (!!!) de desaceleração. O piloto sobreviveu, mas com inúmeras fraturas por todo o corpo.


O finlandês Mikko Kozarowitzky teve uma passagem meteórica pela F1...



... Guiando pela equipe RAM, nada consegue a não ser uma fratura na mão que encerrou sua carreira

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Eu também já estive por lá: Claudio Langes

* Post editado em 05/07/2016, às 23h00

Um dos piores pilotos da história da F1, o italiano Cladio Langes possui recordes que nenhum corredor gostaria de ter. Langes lidera a lista de pilotos com o maior número de GPs participados sem sequer ter passado da zona de pré-classificação: 14 etapas e 14 falhas, um recorde isolado. E detalhe, tudo isso no mesmo ano: 1990! Aguri Suzuki "conseguiu" 16 DNPQ em 1989, mas ele já havia largado em 1988 e viria a disputar muitas corridas em sua carreira ainda.

Em um ano em que a Fórmula 1 tinha carros horríveis, como a Life e a Coloni, a EuroBrun de Langes e de Roberto Moreno não ficava para trás. O brasileiro ainda conseguia passar de algumas pré-qualificações, já Langes, mal conseguia ficar a frente da Life, e, as vezes, fazia um tempo melhor que a Coloni, de Bertrand Gachot.

No inicio do ano, ainda com o carro antigo, o ER189, Moreno conseguiu algumas classificações e Langes ficava "perto" de seus concorrentes. Mas no decorrer do ano...

Em Montreal, a 5ª etapa, Langes ficou 15 segundos [!] atrás de Gabriele Tarquini, com a fraca AGS - e olha que nem o Tarquini conseguiu a pré-qualificação. No México, Langes fez muito feio ao ficar mais de 12 segundos atrás de Gachot e somente a frente da Life. Já Moreno conseguia se pré-qualificar.

A partir daí, a decadência da EuroBrun foi total. Langes era sistematicamente mais lento que Gachot e Moreno nada mais podia fazer para a ajudar a equipe. Foi assim até o final do campeonato, ou quase, porque, assim como a Life, a EuroBrun também fechou as portas depois do GP da Espanha, não viajando para a fase asiática final.

Langes nunca mais guiou um carro da categoria. Já Moreno teve sua sorte mudada da água para o vinho, quando, nas duas últimas provas do ano (Japão e Austrália), substitui Nannini na Benetton, e, lá em Suzuka, conseguiu um incrível segundo lugar com direito a dobradinha brasileira e da equipe junto com Nelson Piquet.

Tentando pré-qualificação no Brasil
Tentando pré-qualificação em San Marino
Tentando pré-qualificação na Hungria
E, novamente, tentando pré-qualificação na Espanha 

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Eu também já estive por lá: Massimiliano Papis na Footwork

Massimiliano Papis foi bem mais conhecido na Cart, mas também já deu seus bordejos pela F1.
Era a temporada de 95, e Papis, em um troca meramente financeira, veio para substituir Gianni Morbidelli na Footwork. Como a Footwork precisava era de dinheiro, ela trocou Morbidelli, que já havia marcado ponto com a equipe no ano, pelo novato vindo da F3000, Max Papis.
Papis de juntou à equipe à partir do GP da Inglaterra, e ficou por lá até o GP da Europa. Seu companheiro de equipe era o pífio Taki Inoue, e, mesmo assim, Papis, em algumas classificações, levava tempo de Inoue. Na Hungria por exemplo, Inoue colocou 1,2 segundos de frente à Papis na classificação.
Max também não teve muita sorte nos 7 GP's que disputou na F1, depois de uma quebra de suspensão em sua corrida de estreia em Silverstone e de largar para o GP da Alemanha com o cambio quebrado, ele tinha tudo para se dar bem em sua corrida caseira, Monza. Papis vinha se arrastando para completar a corrida da Itália em 6º, quando na última volta, Bouillon da Sauber consegue ultrapassa-lo e o deixa em 7º, não marcando pontos. Para as últimas 3 corridas do ano, Morbidelli volta para a equipe no lugar de Papis e consegue o inimaginável, ele subiu ao pódio na ultima corrida do ano que era despedida de Adelaide da F1.
Papis ganhou o apelido de Mad Max em uma louca 24 horas de Daytona.
Era 96 e Papis vinha com sua Ferrari 333SP toda remendada por fita adesiva, ele estava confortavelmente na 2ª posição quando vê a oportunidade de recuperar a volta que o líder deu sobre ele, Papis sai como maluco, forçando o carro a giros altíssimos, colocando o botão de mistura de combustível no máximo e fazendo voltas mais rápidas em sequência. Resultado: ele consegue retomar a volta de desvantagem, mas tem que para nos pits para um Splash and Go, pois bem, nesta época, ainda não tinha velocidade limite nos boxes e Papis,e, para se segurar na mesma volta do líder, ele entra nos pits a 320 Km/h (!). No final, Papis termina a prova a 64 segundos do líder e na mesma volta.
Mad Max é casado com a filha de Emerson Fittipaldi.


Clique para ampliar. Preferências de Max "the mad" Papis



Em sua apagada carreira na F1, ...



... disputa 7 GPs e não marca nenhum ponto



Daytona 96. Com sua Ferrari movida a Silver Tape, Papis dá uma de maluco ao tentar e conseguir ficar na mesma volta do líder

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Eu também já estive por lá: Bobby Rahal

Bobby Rahal fez um caminho bem diferente de seus conterrâneos, saiu dos EUA e foi rumo a Europa disputar corridas contra os melhores do mundo.
O inicio de sua carreira foi no Canada na Formula Atlantic em 76, em 77 disputou o título com ninguém menos que Gilles Villeneuve. Em 78 vai para a Europa pilotar para Walter Wolf na F3 Europeia, e no final do ano, consegue a tão sonhada vaga na equipe de F1.Foram somente 2 GP's, mas Rahal estava lá.
O primeiro foi em Watikns Glen, e para um estreante, se deu muito bem. Colocando sua Wolf na 20ª posição no grid, a apenas 1,7 segundos de Scheckter, seu companheiro de equipe. Na corrida, Rahal foi bem cauteloso e chegou em 12º, mas virando no mesmo segundo que Jody, que chegou em 3º.
No outro GP da América do Norte, Rahal estava indo muito bem nos treinos classificatórios para o GP do Canada, só que, uma leve batida fez com que Rahal tivesse que usar o antigo carro da Wolf na corrida, o WR1, só que o carro tinha o número 20 na carroceria, mas como o 20 era de Schekter, a equipe fez uma improvisação para Rahal poder correr o GP.
Largando novamente de 20º, fazia uma excelente prova até abandonar com seu carro na 11ª volta.
Depois desses GP's na F1, Rahal fez uma pequena aparição na F2 e partiu de volta para seu país natal, onde conseguiu inúmero maior sucesso.

P.S. Diz a lenda que a Wolf foi buscar esse WR1 em um museu para que Rahal pudesse correr!



Bobby Rahal em Watkins Glen em 78. Corrida tranquila.



Nos treinos para o GP do Canada, ainda com o carro novo.



Depois da batida a Wolf teve que improvisar o numero "1" para Rahal correr.

domingo, 17 de agosto de 2008

Eu também já estive por lá: Jean-Louis Schlesser

Dia de estreia no F1 Nostalgia, hoje, vou lançar mais um tópico no Blog.
Neste, irei falar sobre aqueles pilotos que fizeram aparições esporádicas na F1. Começarei por Jean-Louis Schlesser.
Em 81, Schlesser foi campeão da F3 Europeia e se mudou para a F2 em 82 com esperanças de fazer um bom campeonato. Ledo engano, sequer marca pontos em toda temporada e mesmo vindo de um mal ano, faz sua estreia num F1 pilotando uma RAM na última edição da ROC em 83. Numa corrida anêmica com apenas 11 carros chega em 6º.
Durante a temporada de 83 da F1, a fraca equipe RAM, que vinha de 2 classificações seguidas para GP's (algo sobrenatural não acham?), convoca um segundo piloto para correr ao lado de Salazar no GP de Paul Ricard na França, mas nem o chileno e nem o francês conseguem classificação.
Sem dinheiro para bancar um segundo piloto durante a temporada, Schlesser fica sem equipe durante o ano.
A partir de 84, Schlesser faz esporádicos testes pela Williams, mas quando Mansell fica fora de dois GP's de 88, Schlesser é chamado para substitui-lo em Monza. seria sua grande chance de mostrar serviço pois que mais quereria um piloto de 40 anos (Schlesser faria aniversário 1 dia depois do GP).
Largando lá de trás, Jean vinha se mantendo firme na corrida, mas quando iria ser ultrapassado pelo líder da prova, Ayrton Senna, a 2 voltas do final, o inesperado acontece. Os carros da Williams e da McLaren se enroscam e deixam livre o caminho da vitória para a Ferrari ganhar seu único GP do ano (e também foi o único que a McLaren não venceu).
Depois do fato, Schlesser começou a se dedicar aos ralis, em específico o Dakar, e, mesmo com mais de 40, faz alguns testes na F1, como na Larrouse em 89 e na Sauber em 92, mas deixa a categoria e se dedica exclusivamente aos ralis, onde começa o desenvolvimento de seu carro próprio de competição e obtém infinitamente maior sucesso.

P.s. Convoco Germano Caldeira do Blog 4x4 a para prestar maiores esclarecimentos sobre a carreira de Schlesser pós F1. Agradecido.

"Bão...houve mais coisas aí...depois de entrar em um acordo com a RAM, onde a equipe entrava com o pé, e ele com o traseiro, Schlesser foi tentar a sorte no turismo e nos protótipos, sendo campeão francês de Turismo em 1985 pela TWR e correu no WSC pela TWR também, após isso ele foi acolhido pela Sauber-Mercedes (Não essa...a equipe de protótipos) onde ganhou a Supercopa alemã (substituta do DRM com carros Gr.C) em 1988, no mesmo ano rolou aquela batida que fez a fama dele. Depois ele levou a taça de campeão de protótipos em 1989 e 1990 com Mauro Baldi.
Em 1989 também começou a dar seus bordejos no Paris Dakar, em 1992 ele começou a construir os próprios carros, e ganhou a alcunha de "Raposa do Deserto" e conta com 5 títulos mundiais de Cross-Country (1998-2002)".


Primeira corrida de Schlesser num F1. Chega em sexto mas não marca ponto pois a corrida não é oficial



Tentativa de se classificar em Paul Ricard em 83



Na Williams em 85 testando novos freios para o carro



Em 88 tem sua maior chance na carreira, pilota uma Williams no GP da Itália, mas ...



... se enrosca com Senna nas últimas voltas e dá a vitória para a Ferrari



Seu último teste na F1. Pilota a Sauber na pouco usada pista de Lurcy-Levis



Schlesser no Dakar em 93, já pilotando seu próprio Buggy.



Video do acidente entre Schlesser e Senna