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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Comendo fagulhas

1987
XXV  Großer Preis von Osterreich
GP da Áustria, Spilberg (AUT)
Scuderia Ferrari SpA SEFAC, Gerhard Berger
Ferrari F1-87, Ferrari 1.5 V6T

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- O velho Österreichring era um das pistas mais onduladas do calendário - talvez a mais. Todo esse desnível fazia um espetáculo de faíscas e fagulhas com os carros lotados de gasolina nas primeiras voltas da corrida. Bastava um fotógrafo mais atento e com um dedo rápido para imagens como essa...

Ps. Quem é o piloto atrás de Berger? Parece uma Benetton... Seria o Fabi?

terça-feira, 15 de outubro de 2013

De boa ficar ali... dá nada não


1987
LII  Foster's Australian Grand Prix
Adelaide, Austrália

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- De boa ficar aí, tia (tio ou tia?). Tem problema não...

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Desbancando as McLaren em 1988

1988
Largada
XLI  Shell Oils British Grand Prix, Silverstone, Inglaterra

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- Engana-se quem pensa que Monza foi a única derrota da McLaren em 1988. Aí está: Berger e Alboreto fazendo a primeira fila do GP da Grã-Bretanha... E o classificatório foi em pista seca...

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Destros e canhotos

1992
Gerhard Berger, Nigel Mansell e Ayrton Senna
XXI  SG Gigante Grande Premio de Portugal, Estroril, Portugal

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- Destros usando a mão esquerda e o canhoto a direita... (Mansell e Berger eram destros mesmo?)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Após outra tarde ociosa fazendo 'scans'...

1987
Próximo ao GP da Itália
Cidade do Vaticano, Itália

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- Após a benção do Papa, tudo foram maravilhas para a Ferrari no fim daquele ano...

sexta-feira, 22 de abril de 2011

#FeriadoFake

1989
Gerhard Berger
Rio de Janeiro - Brasil

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- Oi. Meu nome é Rian. Eu trabalho nos feriados e finais de semana. Sou jornalista.

Triste? Revoltado? Que nada, faço tudo com prazer, mas que o feriado para mim é fake, ah, isso é sim!

#FeriadoFake, como diria Bruno Mantovani.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Abandonos bizarros, estranhos, loucos e muito mais...

1995
Jean Alesi (Gerhard Berger), Scuderia Ferrari
Ferrari 412T2, Ferrari 3.0 V12, Goodyear
LXVI Pioneer Gran Premio d'Italia, Autodromo Nazionale Monza, Monza - Itália

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- Cameras em excesso no carro de Alesi, não?

Alguém lembra o que aconteceu com uma delas? Veja esse e muitos outros abandonos "bizarros" da F1 aqui, em um texto que escrevi para o Motorpasión Brasil.

domingo, 18 de outubro de 2009

Especial Interlagos: Batida

1993
Michael Andretti, Marlboro McLaren
McLaren MP4/8, Ford HB 3.5 V8, Goodyear
e
Gerhard Berger, Scuderia Ferrari
Ferrari F93A, Ferrari 3.5 V12, Goodyear
XXII Grande Prêmio do Brasil, Interlagos, São Paulo - Brasil

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- Uma batinha na largada, lá pela 14ª e 15ª posições, não ia fazer mal a ninguém

domingo, 23 de agosto de 2009

Os pilotos da Ferrari 412T2

O Fábio Mandrake começou, O Ever Rupel continuou e o Felipão terminou e corrigiu também. A Ferrari 412T2 foi um carro bem rodado, passou na mão de muita gente. Este carro também serviu de mula para testar o novo motor Ferrari para 1996. Com as mudanças no regulamento, a Ferrari teria que abandonar de uma vez por todas seu motor V12, e passar a usar o V10.

Só para constar, guiaram a 412T2 nada mais nada menos do que nove pilotos.

Os óbvios eram os pilotos titulares Jean Alesi e Gerhard Berger. Nos testes, Nicola Larini era o oficial, mas em Setembro a Scuderia testou com quatro italianos em Fiorano: Giancarlo Fisichella, Luca Badoer, Pierluigi Martini e Gianni Morbidelli.

No final do ano, com a saída de Alesi e Berger para a Benetton, Michael Schumacher e Eddie Irvine ocupariam a vaga dos dois, e ambos testaram, ainda em 95, a 412T2.

Erroneamente chegaram a citar Carlos Reutemann. Ele de fato deu algumas voltas em Buenos Aires no fim de semana do GP da Argentina, mas na ocasião, Lole pilotou a Ferrari 412T1B, uma espécie de maio termo entre a T1 e a T2.

Acompanhe as fotos para a comprovação dos fatos. Algumas são bem raras.

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Jean Alesi, Ímola


Gerhard Berger, Oscar Galvez


Nicola Larini (Ferrari 412T2 V10), Fiorano


Luca Badoer, Fiorano


Pierluigi Martini, Fiorano


Gianni Morbidelli, Fiorano

Giancarlo Fisichella, Fiorano


Eddie Irvine, Estoril



Michael Schumacher, Estoril

domingo, 14 de setembro de 2008

GP's históricos: Espanha 1986

De volta ao mundial da F1 depois de 5 anos, o GP da Espanha voltava em grande estilo ao calendário da categoria em 86, com o novíssimo circuito de Jerez de la Frontera.
Depois de uma dobradinha brasileira no GP Brasil, o circo vai a Espanha, onde corre a 2ª prova do campeonato.
Dominando todos os treinos, Senna com sua Lotus negra e dourada consegue sua 2ª pole position no ano. Ao lado dele, está seu compatriota, o piloto da Williams, Nelson Piquet. Mais atrás na tábua de classificação vinham Mansell, tambem de Williams, e a dupla da McLaren, com Prost em 4º e Rosberg em 5º.
No domingo, Senna faz uma excelente largada e facilmente se desgarra de Piquet, o mesmo não se pode falar de Mansell, que perde 2 posições para as McLarens logo no inicio da corrida. Enquanto Senna e Piquet iam na ponta, Mansell vinha "babando" lá de trás, deu jeito de passar as McLarens e logo depois Nelson Piquet, e, já na volta 40 de 72, Senna não resiste aos ataques de Mansell, que, numa negociação de ultrapassagem de um retardatário (Brundle), toma a ponta da corrida. Em seguida, Senna iria receber uma pressão de Piquet na luta pela segunda posição, mas a Williams de Piquet "abre o bico" logo em seguida.
Quando muitos já esperavam uma vitória tranquila de Mansell, problemas de desgastes nos pneus e cautela para conservar o motor da Williams, fizeram Senna encostar e partir para cima do "leão" para retomar a frente. A 10 voltas do fim, Senna vai com tudo para cima de Mansell e retoma a 1ª posição, Mansell ainda perde o 2º lugar para Prost na curva seguinte.
Em uma tentativa ousada e, por que não, suicida, Mansell foi para os boxes para troca de pneus. A 9 voltas do fim, Mansell teria que tirar uma desvantagem de mais de 20 segundos para Senna. E tirou. Mansell, com pneus novos, chegava a ser 4 segundos mais rápido que o piloto da Lotus, já com pneus super desgastados. Na penúltima volta, Mansell despachou Prost e foi com tudo para cima de Senna, que, numa chegada antológica, consegue-se manter na ponta da prova por míseros 14 milésimos (!) de segundo, até então, a 2ª chegada mais apertada da história da F1.
Com esse resultado, Senna consegue sua terceira vitória na categoria e assume a liderança do campeonato de 86 com certa folga. Senna 15, Piquet 9 e Mansell 6 pontos.



Dupla brasileira na 1ª fila: Senna em 1º e Piquet em 2º



Com uma boa largada Senna se mantem firme na ponta, ...



... já seu companheiro de equipe, Johnny Dumfries, se defende como pode em posições intermediárias



Mansell que largou mal vem com tudo para cima de Senna ...



... e, na volta 39, consegue a ultrapassagem



Quando todos pensavam em uma vitória absoluta de Mansell, ele novamente perde a posição para Senna e vai para os boxes para troca de pneus



Faltando 9 voltas, Mansell ignora Prost e vai com tudo para cima de Senna. Na curva final Mansell cola em Senna para sair colado na reta



Fazendo falar mais alto seu motor Honda, Mansell põe de lado para ultrapassar, mas ...



... por míseros 14 milésimos, a vitória fica com Senna.



A dupla da McLaren vai bem: Prost em 3º e Rosberg em 4º



O mesmo não se pode dizer da dupla da Ferrari. Amargando péssimas posições de largada, Johansson e Alboreto abandonam logo no inicio da prova.



Com a estreante Benetton, Berger novamente chega nos pontos. 5ª colocação para ele.



Teo Fabi, seu companheiro de equipe, também pontua, fechando a zona de pontos em 6º



Patrick Tambay se arrasta com sua Lola em uma 8ª posição a 6 voltas do líder. É o GP de despedida dos motores Hart, que só voltariam a F1 7 anos depois. A Lola usaria os Cosworth até o final da temporada.



Pódio "Tio Pepe violeiro". Senna, Mansell e Prost.



Acompanhe os melhores momentos do GP com a narração de Galvão Bueno

sábado, 2 de agosto de 2008

Projetos não concretizados: Ferrari 639

A Ferrari tinha dinheiro para gastar no inverno (hemisfério Norte) de 88, tinha uma penca de pilotos a disposição e uma boa equipe técnica por trás de tudo, estava armado o palco para um grande carro.
Com a saída dos motores turbo marcada para o fim de 88, a Ferrari tentou dar salto à frente da Honda (dominadora dos últimos anos da era turbo) e fez um carro laboratório para se adequar ao novo regulamento, a Ferrari 639. Esta Ferrari acabou sendo o primeiro carro inteiramente produzido desde que o Inglês John Barnard chegou a equipe. Oriundo da McLaren campeã de Lauda e Prost, Barnard ficou com o cargo de diretor técnico da Ferrari.
Esta Ferrari foi exaustivamente testada durante o ano de 88 por Roberto Moreno e Dario Benuzzi nas pistas de Fiorano e Balocco na Itália. Quando sobrava tempo, Gerhard Berger também pegava o volante.O maior problema encontrado pela Ferrari 639 foi cambio de 7 marchas automático, ele constantemente dava problemas durante os testes, os pilotos Benuzzi e Moreno, não conseguiam dar 10 voltas sem quebrar o cambio, relatos mais tarde revelaram que o problema esta na parte magnético do cambio automático. Com tantos problemas, a Ferrari chegou a usar o cambio 6 marchas do motor turbo da atual temporada para desenvolver a parte aerodinâmica do carro, este incumbência ficou a cargo de Moreno. Os problemas só começaram a ser resolvidos com a chegada do fim do ano e o término da temporada de 88, em Novembro, Moreno quebro o recorde da 639 em Fiorano, mas desta vez ele usou um cambio de 6 marchas automático. Outro aspecto a ressaltar na Ferrari 639 era seu motor, deixando os turbo para trás, a Ferrari voltou a usar seus famosos V12. Com o codinomeAtmospheric”, esse motor apesar de grande e pesado, era bem potente e emitia um magnífico som! Com a chegada de 89, Nigel Mansell veio para reforçar o time para a temporada de 89, mas ele ainda teve tempo para testar a 639. Quem também testou a Ferrari foi o italiano Gianni Morbidelli. Com a temporada por começar, a Ferrari decidiu usar um cambio semi-automático para temporada e um novo conjunto aerodinâmico com novas entradas de ar. Com tantas modificações no carro original, a Ferrari mudou o nome do carro para 640, e foi com este carro que ela disputou a temporada de F1. Hoje esta Ferrari se encontra no museu de Maranello junto com outras preciosidades da escuderia, como por exemplo, a Ferrari 637 que tentou se aventurar na Indy.

Comparações melhores tempos na pista de Fiorano com a Ferrari 639 V12:
1'09"52 Dario Benuzzi
1'08"54 Roberto Moreno
1'08"56 Gerhard Berger

Último teste coletivo de 88 Melhores tempos na pista de Jerez de la Frontera:
1'22"39 Alain Prost McLaren Mp4/4B Honda
1'23"47 Emanuele Pirro McLaren Mp4/4B Honda
1'23"74 Mauricio Gugelmin March 881 Judd
1'23"92 Alessandro Nannini Benetton B188 Ford
1'24"18 Gerhard Berger Ferrari 639
1'24"29 Thierry Boutsen Williams Fw12 Judd
1'24"72 Ivan Capelli March 881 Judd
1'25"00 Riccardo Patrese Williams Fw12 Judd
1'25"17 Gerhard Berger Ferrari F.1/87-88C turbo
1'27"96 Gary Brabham Benetton B188 Ford
1'28"30 Aguri Suzuki Zakspeed Zk881 Yamaha
1'29"26 Johnny Dumfries Benetton B188 Ford
1'29"40 Roberto Moreno Ferrari F1/88A "ibrido"



Dario Benuzzi em Fiorano, cena comum em 88



Roberto Moreno seria campeão da F3000 em 88, aqui ele testa em Setembro



Entre uma corrida e outra Berger arruma tempo para evoluir a 639



O ainda garoto Morbidelli, tambem testou a Ferrari



Vindo da Williams, Mansell ainda conseguiu andar na 639 no inicio de 89

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Conheça a pista: Imola - ITA

Na verdade, Imola é a cidade, o nome do Autódromo é Enzo e Dino Ferrari.
Sediando o GP de San Marino desde 80, Imola é uma das mais clássicas pistas de F1, foi palco de grandes batalhas dentro e fora das pistas, mas infelizmente esta pista é mais lembrada pelos graves acidentes ocoridos ai. Em 87 Piquet de Williams bate na Tamburello, dois anos depois a Ferrari de Berger pega fogo depois de bater nesta mesma curva, em 91 a Footwork de Alboreto dá uma pancada no muro da Tamburello em testes de inverno, e, tragicamente em 94, 3 graves acidentes em Imola, Barrichello foi o primeiro, ele quebrou o braço depois que sua Jordan alçou vôo em uma zebra na Rivazza, os dois últimos foram mais graves ainda, o austríaco Roland Ratzenberger morreu depois que sua Simtek bateu violentamente no muro da curva Villeneuve e Ayrton Senna morreu em um hospital Bolonha depois que sua Williams bate na Tamburello em 1 de maio de 94. Depois destes graves acidentes, o circuito de Imola foi bastante modificado, em curvas como a Tamburello por exemplo, foram criadas chicanes para diminuir a velocidade dos carros.
Para tentar voltar a F1 (o GP está fora desde 06), Imola passa hoje por uma serie de reformas, a maior delas é na parte do Pit-Lane, que será totalmente recontruído.



Imola depois das mudanças de 94



Vá de carona com a Arrows de Eddie Cheever pelo circuito de Imola

quarta-feira, 19 de março de 2008

Patrocinios da F1: Marlboro

Na sessão Patrocionios da F1 de hoje, mostrarei a Marlboro, empresa de tabaco que já patrocinou muitas equipes de F1, patrocinou 22 anos a McLaren e já patrocina a Ferrari a 24 anos, acompanhe a trajetoria na F1 desta que, provavelmente é a empresa que mais investiu na categoria em todo seu tempo, veja sua história fotográfica desde 70.



March de Jo Siffert - 1970



BRM de Niki Lauda - 1973



Wliiams de Arturo Merzario - 1974



Merzario de Arturo Merzario - 1978



Alfa Romeo de Andrea de Cesaris - 1982



McLaren de Niki Lauda - 1982



McLaren de Keke Rosberg - 1986
[Serie Especial]


Dallara de Andrea de Cesaris - 1989



Ferrari de Gerhard Berger - 1995

sábado, 15 de março de 2008

GP's históricos: Canada 1991

Dia de sol em Montreal, circuito Gilles Villeneuve, ano de 1991
as Williams de Patrese e Mansell dominando os treinos com seus carros monstros.
As Williams FW14.

Mansell nunca foi um dos mais sortudos da Formula 1, mas naquele ano ele estava demais.
Em Phoenix ele se enrosca com Patrese e sai com problemas no cambio, no Brasil, ele se afobou e rodou, a vitoria ficou com Senna que com uma marcha no final da corrida ganhou o GP, em Imola, de baixo de chuva ele saiu logo na primeira volta

Mas nessa corrida tudo parecia dar certo para o leão, largando em segundo logo tratou de passar Patrese e assumir a ponta, Patrese este que teve problemas nos pneus e acabou parando no box para uma troca, com isso, Piquet herda a segunda posição, mas com 50 segundos de frente, não se tinha nada a fazer com sua benetton. Mansell continuava firme na liderança ate a fatídica ultima volta. Mansell vinha "lento" nas ultimas duas voltas, vinha acenando para o publico, pensando na vida, e , para poupar o carro, diminuiu a velocidade e a rotação do motor drasticamente, com essa redução de rotação o alternador não conseguiu gerar energia suficiente para o carro eletrônico da Williams, o motor morreu e o cambio travou em neutro, ou seja, nem se ele quisesse fazer o carro "pegar no tranco" ele conseguiria. Com isso a vitoria caiu no colo de Nelson Piquet, que já a algumas voltas vinha poupando o carro e se contentando com o segundo lugar, quando Piquet abre a ultima volta ele escuta pelo radio, que seu ex-companheiro de equipe estava parando com problemas no carro. Ele acelera para sua ultima vitoria na F1 seguido da surpresa Modena, que pilota a Tyrrell e Riccardo Patrese com a Williams fechando o pódio. Senna que tinha ganhado todas as corridas naquele ano abandonou junto com seu companheiro de McLaren Berger e as Ferraris de Fernando e Rodrigo, digo, Alesi e Prost também não completaram

Com essa vitoria terminou um ciclo de 23 vitorias na carreira de nosso querido tri-campeão Nelson Piquet.


Nelson Piquet rumo a sua ultima vitória



Piquet com a "cara de bobo" sem acreditar que Mansell lhe deu a vitória



Narração da ultima e fatídica volta com Galvão Bueno