segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Giovanni Bonanno, o boêmio

1992
Giovanni Bonanno, Camel Benetton Ford
Benetton B192, Ford HB 3.5 V8, Goodyear
Teste, Silverstone, Grã-Bretanha



- Bonanno andou 6 voltas antes de destruir o carro da Benetton e atrasar alguns dias o teste de Couthard

Sei que nem todos leem os comentários, mas 'Alucinando Henrique Cardoso' deu um super comentário no post sobre David Couthard na Benetton, que não pude deixar de transferir as informações para aqui.

Naquele post indaguei, por onde andava Giovanni Bananno. Eis que uma grande resposta surgiu:

"Desde 92, Bonanno é assíduo competidor de campeonatos de endurance. Foi tri campeão do italiano de Gt entre 96 e 98, o que lhe rendeu um teste com uma Minardi na pista de Emna-Pergussa em fevereiro de 99. O teste entrou para os anais da F1 como o mais breve de todos os tempos, já que Giovanni destruiu o monoposto logo na primeira curva do perigoso circuito siciliano.

Desde 2000, Bonanno participa da Endurance Open Series, primeiro com carros Ferrari - modelos 550 e 430. A partir de de 2006, formou uma parceria com os também italianos Franco Scapini e Giovanni Lavaggi, sob nome de Scuderia BSL, corre com o prototipo LS-1, projetado por Lavaggi e construído pela GlsV-Brum.

Nas duas primeiras temporadas o bolido foi equipado com o motor PME-Ford V8 e com o AER P37. A grande novidade para 2009 foi a adoção do motor W8 Biturbo da Bugatti, que na verdade se trata do motor que equipa o Veyron dividido ao meio, com esse exótico canhão o carro já quebrou o recorde de velocidade máxima de Monza, atingindo 374 Km/h, deixando os responsáveis por segurança da FIA de cabelo em pé.

Infelizmente, Bonanno não está apto a participar do restante da temporada, já que em maio o italiano teve sua licença revogada depois de ter sido surpreendido pilotando um Maserati MC12 a 270 Km/h na região da toscana acompanhado por garotas de vida fácil e visivelmente bêbado, segundo alguns periódicos italianos, Bonanno é figura fácil nas festinhas quentes que acontecem na casa de campo de Silvio Berlusconi."

Demais! (risos)

10 comentários:

Rianov Albinov disse...

Scapini, Lavaggi e Bonanno. Que trio hein!

Felipão disse...

hahahahahahaha

"acompanhado por garotas de vida fácil e visivelmente bêbado"

sensacional

Anônimo disse...

E mais do que isto, vide= http://www.societacivile.it/blog/inchieste/briatore.html

e= Il vero volto della mafia



Cultrera vanterebbe amicizie con Saro Spadaro - messinese impiantatosi a Saint Marteen, curatore della latitanza e di alcuni affari di Santapaola nei Carabi - e Tanino Corallo, gestore degli affari della mafia italo-americana nei Caraibi.

Nel 1991, la DEA (polizia antidroga Usa) aveva segnalato i viaggi di Cultrera a Miami per incontrare Corallo e Spadaro, per discutere di nuovi investimenti nei casinò delle isole caraibiche, dove erano sbarcati negli anni ‘80 acquistando tra l’altro una compagnia aerea e alcuni alberghi-casinò.

Un altro amico di Cultrera sarebbe Angelo Bonanno, boss della famiglia dei “Cursoti” alleati del capo Santapaola. Nell’estate del 1992 Bonanno avrebbe invitato Francesco Finocchiaro, imprenditore edile catanese, ad un viaggio a Marbella.

“Il sindaco di quella città”, disse Bonanno, “è proprietario di alcune aree edificabili cui potresti essere interessato”.

Davanti ai magistrati catanesi, il 12 gennaio del 1995, Finocchiaro racconta: “Andammo a visitare le aree, in parte erano già state edificate dalle imprese del sindaco Gil. Per il pranzo portarono me e mio figlio presso la villa di Felice Cultrera, così ebbi modo di conoscere quest’ultimo”.

Il figlio di Bonanno di cui parla Finocchiaro si chiama Giovanni e faceva il pilota di Formula 3000, e da buon pilota aveva la residenza a Montecarlo. E’ stato arrestato all’inizio del 1995 per ricettazione e riciclaggio aggravato e continuato, quando il padre era già in carcere per una estorsione.

Finocchiaro avrebbe versato ad Angelo Bonanno ed circa un miliardo e 200 milioni di ‘pizzo’, ma dato lo spessore dei personaggi il denaro fu versato in maniera piuttosto elegante: nel 1994, il costruttore sponsorizzava fittiziamente (sull’auto e sulla tuta non compariva alcun marchio) il pilota Giovanni Bonanno, tramite dei bonifici bancari che partivano dall’agenzia 2 del “Credito Italiano” e finivano nei conti della “Transmed Financial and investment holdings limited” di Dublino e della società “Urban Promotion” di Montecarlo.

Le società, ed i relativi conti bancari, erano stati aperti proprio da Giovanni Bonanno, così da avere una copertura per la provenienza delittuosa del denaro ricevuto, e nello stesso tempo una struttura capace di riciclare il denaro.

Il miglior commento a tutte queste vicende, che fanno intravedere spessore e caratteri della criminalità organizzata internazionale, proviene da una ordinanza di custodia cautelare datata 5 maggio 1995 e firmata dal giudice catanese Antonino Ferrara: “Cultrera e gli alri indagati godono di amicizie nel jet-set imprenditoriale e politico. Tali amicizie danno la misura non solo della dimensione degli affari trattati dall’organizzazione, ma anche della sua intenzione di strumentalizzare esponenti politici per ottenere protezione e impunità per i propri traffici”.

Glaucio Branco disse...

Bom.. o carag CURTE A VIDA.. isso ninguem pode contestar.. rsrsrrss

Deve ser mais feliz que muita gente!

Arthur disse...

Um verdadeiro James Hunt do século 21...

Mas esse cara deveria ser preso,não por estar bebado(isso não é crime hehehehe),mas por destruir uma Minardi tão rápido!!

Valeu Rianov!!

Felipe disse...

Ja tenho um novo idolo

walter disse...

gente: o cara E um criminoso barra pesada.

formulatotal disse...

Putz, ótima história.

Abraços
Leandro Castro

Gargalhando Henrique Cardoso disse...

huahuahuahuahuahuahuahaa
Uia! Será que alguém acreditou nisso?

Inventando Henrique Cardoso disse...

Infelizmente, Scarpini também não pode correr o restante da temporada. Franco estava escalando o Gran Sasso, a montanha mais alta dos Apeninos, quando o terremoto atingiu a região de Abruzzo, destruindo a cidade de L´Aquila e ferindo Franco, que perdeu completamente a memoria no acidente. Atualmente, o piloto está em terapia e já reaprendeu muitas das tarefas do dia a dia, testemunhas dão conta de que o italiano só não lembrou de pilotar, e de que chora compusivamente quando é apresentado a qualquer carro de corrida vermelho que esteja equipado com um motor em W.