terça-feira, 31 de agosto de 2010

O voo de Gilles

1977
Gilles Villeneuve, Scuderia Ferrari SpA SEFAC
Ferrari 312T2, Ferrari 3.0 F12, Goodyear
XII Japanese Grand Prix, Fuji Speedway, Oyama - Japão

(Clique para ampliar)











- O acidente é plástico, mas pena que causou duas mortes. Um fotógrafo e um comissário de pista foram acertados pelo carro de Gilles. Ambos estavam em locais proibidos.

5 voltas, foi o que durou a primeira (segunda!) das muitas corridas que Gilles faria pela equipe de Enzo Ferrari.

No mais, que senhor voo, hein!?

9 comentários:

Anônimo disse...

Pelo que me lembro, naquela época não era comum esse tipo de acidante. Bem diferente de hoje, onde qualquer toquinho o carro já sai voando...

Só uma correção. Esta não foi a estréia de Villeneuve na Ferrari. Na verdade foi a segunda corrida, a estréia foi na corrida anterior, o GP do Canadá, onde ele correria com um terceiro carro. No fim a equipe participou com apenas dois carros, já que Lauda desistiu de correr, pegou o avião e foi pra casa. O austriaco nem viajou para o Japão.

Outra coisa, esta foi a última corrida do grande Ronnie Peterson pela equipe Tyrrel.

Algumas coincidências nas 17 corridas em que Peterson e Villeneuve juntos disputaram na F1.

2 acidentes: Japão 1977 e Brasil 1978
Subiram juntos apenas uma vez no pódio: Austria 1978
A última vitória de Peterson foi no mesmo GP onde Villeneuve subiu no pódio pela primeira vez.

Ambos eram espetaculares e são meus dois pilotos preferidos.

abraço
Rodrigo

Verde disse...

"Pelo que me lembro, naquela época não era comum esse tipo de acidante. Bem diferente de hoje, onde qualquer toquinho o carro já sai voando... "

Início do período do efeito-solo, que consolidou a aerodinâmica como fator primordial na construção de um carro de Fórmula 1.

Quanto ao acidente, esse é o Villeneuve... Taí um piloto que me soa ultrahiperestimado.

Anônimo disse...

Falando de coincidências... e forçando a barra um bocado...

No GP da Europa deste ano, um outro piloto escandinavo fez com que um piloto de um país ex-colônia da Grã-Bretanha também voasse. Estou falando de Heikki Kövalainen (escandinavo como Ronnie Peterson) e Mark Webber (Austrália, ex-colônia britânica assim como o Canadá de Villeneuve).

Mas era de se esperar que apenas Webber voasse, afinal Gilles Villeneuve não tinha Red Bull (que te dá asas!!)...

Bela seqüência (ou seria sequencia?) fotográfica!!

um abraço
Renato Breder

Ron Groo disse...

Plasticamente lindo. Não sabia que tinha sido fatal para duas pessoas.
Mas...

Rianov disse...

Opa, falha minha, ROdrigo. Jurava que o GP do Japão era o penúltimo do ano.

Abraços

Ituano Voador disse...

Rianov, tinha uma Autosprint com um texto sobre essa corrida. A Ferrari levou os restos do carro para Maranello, e o chefe dos mecânicos colocou as partes todas juntas no meio de um galpão, chamou o Gilles para vê-las e lhe disse: o carro deve voltar inteiro para a fábrica, capisce? Nesse texto tinha a foto dos restos do carro, juntados na fábrica da Ferrari.

Ituano Voador disse...

PS: curioso como a dinâmica do acidente lembra o de Zolder, com a Ferrari do Gilles decolando também, mas após o choque com o March do Mass.

Anônimo disse...

"O carro deve voltar inteiro para a fábrica, capisce?".Sensacional, mas acho que Villeneuve sempre esqueceu essa instrução.
Caranguejo

carloslins disse...

Tambem pensei o mesmo Ituano Voador