segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Ou tudo, ou nada

1974
John Watson, John Goldie Racing with Hexagon
Brabham BT42, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Firestone
&
Guy Edwards, Embassy Racing with Graham Hill
Lola T370, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Firestone
XI Gran Premio de la Republica Argentina, Óscar Gálvez, Buenos Aires - Argentina

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- Atente-se para dois detalhes: diferença brutal do tamanho do "scoop" da entrada de ar dos dois carros e o numeral 28 do carro de Watson pintado à mão!

domingo, 30 de janeiro de 2011

McLaren e seu 'Fan Car'

1978
Marlboro Team McLaren
McLaren M26, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
IX Sveriges Grand Prix, Anderstorp, Gislaved - Suécia

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- Só não entendo como um tambor plástico de lixo funcionava como exaustor!

O precioso 'scan' foi feito por meu amigo argentino Adrian Avigliani de uma antiga Autocourse. Gracias 'Mr. Shadow'.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Expresse sua reação, Bibendum!

1981
Nelson Piquet, Parmalat Racing Team
Brabham BT49C, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
&
Mario Andretti, Marlboro Team Alfa Romeo
Alfa Romeo 179C, Alfa Romeo 3.0 V12, Michelin
XXVII Gran Premio Talbot de España, Circuito Permanente del Jarama, Madri - Espanha






- "Ahhhhh, mas você estava indo tão bem Mario!"

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Sai daí Bibendum!

1981
Andrea de Cesaris, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
XXVIII Grote Prijs van Nederland, Circuit Park Zandvoort, Zandvoort - Holanda

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- E o Bibendum não para de correr!!!

Sequência pedida pelo grande Ron Groo.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Crashed and Byrned

1982
Tommy Byrne, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1B, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
Teste, Silverstone, Northamptonshire - Grã-Bretanha

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1982
Enrique Mansilla, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1B, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
Teste, Silverstone, Northamptonshire - Grã-Bretanha

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1982
Thierry Boutsen, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1B, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
Teste, Silverstone, Northamptonshire - Grã-Bretanha

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1982
Stefan Johansson, Marlboro McLaren International
McLaren MP4/1B, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Michelin
Teste, Silverstone, Northamptonshire - Grã-Bretanha



"Eu estava lá com outros quatro pretendentes: Thierry Boutsen, Stefan Johansson, Quique Mansilla e Dave Scott. Havia saído com um amigo na noite anterior. Pegamos umas garotas e levamos elas ao teste, o que provavelmente criou uma impressão ruim. Quero dizer, a minha parecia uma puta. Ela não era, mas usava muita maquiagem e uma saia que mal cobria sua bunda.

Este era o teste que todos falam quando meu nome é mencionado. Eles sabem tudo sobre ele – como eu disse a Ron Dennis que o carro era uma merda, como eu ferrei minha carreira por ser metido demais. Mas eles não sabem nada, porque nada disso é verdade. Ron Dennis sequer estava no teste! O teste foi comandado por Tyler Alexander. Johansson havia pilotado no dia anteror, quando estava um pouco úmido, então não podemos comparar os tempos. Scott e Mansilla fizeram suas voltas no terceiro dia e Boutsen e eu no segundo. No dia do meu teste, Boutsen foi primeiro. Ele fez umas quinze voltas, voltou e reclamou de subesterço. Ele pegou um novo jogo de pneus, voltou à pista e fez em 1:10.9. Tudo de modo muito profissional. Os mecânicos da McLaren começaram a instalar meus pedais, que eu havia feito quando visitei a fábrica da McLaren na semana anterior. Eles nos deram nossos próprios pedais, cada um com nossos nomes gravados. Quando fazíamos nossas voltas, eles colocavam o nome na lateral do carro. Havia muita atenção aos detalhes.

Enquanto isso eu estava um pouco nervoso. Senti muita ansiedade nesse teste. Era a única oortunidade para reparar o estrago que havia feito antes em minha relação com Ron Dennis. Mas ali estava Boutsen reclamando de subesterço, e ele era um cara que eu respeitava. Assim que entrei no carro, minhas preocupações se foram completamente. Sim, havia algum subesterço, mas tudo o que fiz foi frear um pouco antes, virar um pouco antes e antecipar a aceleração. O resultado: nenhum subesterço. O carro era incrivelmente bom. Eu estava fazendo curvas em quarta que na Theodore eu faria em terceira e que Boutsen aparentemente fez em terceira também. Logo depois da segunda volta senti que precisaria subir uma marcha. Estava quase no limite da quarta na Stowe, o que era incrível. Na Theodore eu sequer havia levado a terceira ao limite.

Assim que peguei os pneus antigos, fui tão rápido quanto Boutsen com seus pneus novos! Depois eles instalaram meu novo jogo. Aí sim eu fiquei empolgado! Eu estava quatro segundos por volta mais rápido que na Theodor. Subtraia quatro segundos das voltas da Theodore nos GPs e eu estaria na frente de todos. Deram minhas três últimas voltas como 1:10.01, 1:10.01 e 1:10.01. Meu amigo Joey Greenan estava lá, cronometrando por conta própria, e ele estava convencido de que minhas duas últimas voltas foram ainda mais rápidas, mas por alguma razão não me mostraram os tempos. Joey cronometrou 1:09.6 em minha última volta com pneus de corrida, não de classificação.

Para mim, isso era a simples confirmação do que eu suspeitava há tempos. Pilotando um carro de F1, não era mais difícil ser tão competitivo como em um bom FF1600 de um carro de F3. Se eu entrasse em um bom carro, independentemente da categoria, seria bom o bastante para vencer. Este teste apenas confirmou isso. Se eu tivesse minha estreia em GPs com um McLaren ou um Williams, poderia estar em condições de ganhar imediatamente. Não há mistério. Vinte e cinco anos atrás eu era o melhor piloto lá. As pessoas ficaram impressionadas com os tempos que eu fiz na McLaren, mas eu não estava. Era normal, foi o registro de tudo o que eu faria se tivesse um carro competitivo.

Eu disse à equipe algo depreciativo sobre o carro? Claro que não. Era um carro fantástico. Eu devo ter dito algo como "sim, há um leve subesterço em curvas de baixa mas se conseguirmos corrigir isso eu poderei ir mais rápido", apenas como feedback. Eles me agradeceram pelo teste e fui para casa.

E esperei. O telefone não tocou. Não houve mensagem de Ron Dennis. Então o Motoring News saiu na semana seguinte e havia uma reportagem do teste que era um pouco decepcionante e dizia que minha "postura arrogante" não havia deixado boa impressão para a diretoria. E naquele momento, todos os pensamentos que eu tinha sobre meu desempenho no teste ter mudado minhas chances com a McLaren se foram.

Há cerca de seis anos eu estava no pitlane no Road America quando um cara me parou. Eu o reconheci de algum lugar. Ele disse "olá, Tommy, como você está e o que você tem feito todos esses anos?"
"Ah, apenas dando aulas e treinos", eu disse. "É, você foi tão rápido naquele dia em que testou a McLaren, e você nem estava com o melhor carro."
"O que você está falando?", perguntei. Eu tinha o mesmo carro que Boutsen, que havia acabado de sair dele.
"Sim", ele disse, "mas quando eu estava trocando seus pedais, me mandaram não te dar aceleração total." Isso me deixou pensando: será verdade? Isso explica por que comecei usando a quarta marcha, em vez da terceira – e é provavelmente por isso que eu estava quase no limite na Stowe, por isso que o carro se aproximava da curva tão devagar. Mas tenho certeza que a McLaren nunca havia feito algo como aquilo – ou haviam me dado os tempos errados. Eles são profissionais demais. E por que alguém daria bola para Tommy Byrne? Eu preferiria não ter encontrado Tony Vandunger naquele dia, porque lembrei de todo aquele teste e minhas sensações sobre ele reacenderam.

Então vamos perguntar ao próprio Vandunger o que ele lembra daquele dia. "Bem, foi há muito tempo! Mas sim, minha lembrança é de que fomos instruídos para dar a Tommy menos que aceleração total – e somente a Tommy, não aos outros. Por que isso? Honestamente não acredito que tenha sido para ferrar Tommy, mas para proteger ele e o carro. Lembro de ter falado com ele no GP da Áustria, quando estava pilotando a Theodore, e parecia como se estivesse em um teste da McLaren. Ele era bem metido, totalmente confiante sobre ir para a McLaren. E no teste foi igual. Acho que havia uma sensação, provavelmente de Tyler Alexander, de que aquela confiança o deixaria mais propenso a bater o carro. Não era um carro de exibição, mas sim um carro usado nas corridas, e destruí-lo não seria nada bom. Sentimos que os outros caras não eram tão agressivos, mas com Tommy ficamos preocupados principalmente por ele andar depois de Boutsen, pois teria um tempo para baixar, então mexemos um pouco no carro. Você só precisa ajustar o curso do acelerador avançando o batente do pedal. Depois você olha pelas cornetas do motor, as borboletas não estão totalmente abertas. Leva apenas uns poucos segundos. Ele foi muito rápido apesar disso, e nós rimos muito imaginando como seria sem a "sabotagem"."

Tradução do site Jalopnik Brasil do livro Crashed and Byrned, de Tommy Byrne

Ps. Ficarei devendo a foto do Dave Scott neste teste.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

"Capelli Lá"

1987
Ivan Capelli, Leyton House March Racing Team
March 871, Ford Cosworth DFZ 3.5 V8, Goodyear
XXV Großer Preis von Osterreich, Österreichring, Spilberg - Áustria

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- Para quem ainda não viu, o blog que foi mentor do F1 Nostalgia está de volta!

Um hip, hip, hurra ao Blog do Capelli.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Quero nomes

1974
Apresentação Copersucar-Fittipaldi
Fittipaldi FD01, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
Salão Negro do Senado Federal, 16/10/1974, Brasília - DF

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- Quem desvenda mais nomes na foto?

Eu começo: Wilson Fittipaldi Jr.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Muuuu

1968
Graham Hill, Gold Leaf Team Lotus
Lotus 49B, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Firestone
XXVIII Grand Prix de Belgique, Spa-Francorchamps, Francorchamps - Bélgica

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- Dizer que é outra época já é clichê pronto, mas o instantâneo é único. Você consegue imaginar algo perto disso nos dias de hoje?

sábado, 22 de janeiro de 2011

Por força maior

1973
José Carlos Pace, Brooke Bond Oxo Team Surtees
Surtees TS14A, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Firestone
XVI United States Grand Prix. Watkins Glen, Watkins Glen - Estados Unidos

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- Está lá em todos os livros e sites de estatísticas. José Carlos Pace, não completou, volta 32, motivo: vontade incontrolável de beber a cerveja do espectador na curva 3.

É a sede...

Um bom ângulo é tudo

1979
Largada
XVII Großer Preis von Osterreich, Österreichring, Spilberg - Áustria

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- Uma foto P&B e um ângulo fotográfico perfeito só poderiam resultar em uma belezura dessas.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A raiva passou...

Estava com raiva do meu scanner. Certa vez fui abri-lo para limpá-lo, e quando o coloquei para funcionar, incômodas listras apareciam na imagem. E removê-las no Photoshop era um trabalho árduo e nem um pouco prazeroso. Mas hoje, o professor Pardal aqui conseguiu amenizar de forma satisfatória o defeito.

Para comemorar:

1987
Alessandro Nannini, Minardi Team
Minardi M187, Motori Moderni 1.5 V6T, Goodyear
Rio Tyre Test, Autódromo de Jacarepaguá, Rio de Janeiro - Brasil

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- Essa Minardi é linda, ou não é? Os carros no plano de fundo ainda compõem a foto.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Desafio F1 Nostalgia - Resposta da 1ª etapa

Olá pessoal!

O 1º desafio foi legal. Muita gente acertou tudo e ficou na liderança do campeonato.
A ordem dos 5 primeiros foi estabelecida por quem mandou a resposta 1º.

O top 5 ficou assim:
1º 5 Pts - Daniel1960
2º 5 Pts - Roberto Taborda
3º 5 Pts - Felipe Portela
4º 5 Pts - Fábio R.
5º 5 Pts - Lauro

Para ver a lista completa desta 1ª Etapa, faça o download do link abaixo:
http://www.megaupload.com/?d=1VGHHDOI

A resposta do desafio é:

1981
Norbert Haug, Equipe Renault Elf
Renault RE30, Renault 1.5 V6T, Michelin
Teste, Paul Ricard, Le Castellet - França

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- Na época em que ainda era um jovem jornalista, Haug testou alguns carros de Fórmula 1

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Desafio F1 Nostalgia - 1ª etapa

Ano começando e quero fazer uma brincadeira.

Gosto muito de fazer desafios para vocês, mas dessa vez, vou fazer uma espécie de campeonato entre os participantes. Lançarei os desafios sem período pré-determinado e os deixarei no ar, e válido, até a resposta ser dada por mim.

Pontuarão quem responder corretamente as questões. Os valores de cada “lacuna” serão modificados de desafio para desafio.

É muito importante que vocês coloquem seus nomes junto com a resposta. E claro, só será válido a primeira resposta de cada participante.

No meu post de resposta do desafio, colocarei um ranking para vocês se digladiarem entre si.

E claro, comentários estarão bloqueados até a resolução do desafio.

Vamos lá:



Piloto: 2 pontos
Pista: 0,5 ponto
Equipe: 0,5 ponto
Modelo do carro: 1 ponto
Ano: 1 ponto

5 pontos em jogo!
Será que você estará em 1º? Participe!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Reacelerando lentamente

1977
Michael Bleekemolen, RAM Racing/F&S Properties
March 761, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XXIV Grote Prijs van Nederland, Circuit Park Zandvoort, Zandvoort - Holanda

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- E confesso, essa também foi ao acaso...

Daqui a pouco engreno.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Sem ideia

1975
James Hunt, Hesketh Racing
Hesketh 308C, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XV Grand Prix de l'Automobile Club de Suisse, Dijon-Prenois, Prenois - França

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- Estou incrivelmente sem ideia. Acho que ainda vago no ritmo de festas... É, acho que sim, tanto que tirarei mais 10 dias de descanso, para aí sim, voltar à ritual labuta.

Juro, sai clicando feito um doido no meu arquivo e peguei a primeira foto que vi. Mandei bem?

Até breve.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O que você esta fazendo aí ? Gustavo Pasetto na AGS

1995
Gustavo Pasetto, Automobiles Gonfaronaise Sportive
AGS JH25B, Ford Cosworth DFR 3.5 V8, Goodyear
Teste, Local desconhecido

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- Muito rara, não?

Quem me enviou essa (e mais uma penca de coisas) foi o sempre atento Rodrigo Carelli.

O teste em questão foi um presente que a equipe AGS concedeu ao piloto paulista, que na época tinha somente 19 anos, por testar e ser candidato a uma vaga na equipe de F-Opel do time. Pasetto não deu muitas voltas, mas para um menino que estava acostumado a andar de kart, deve ter sido uma experiência única.

“Maneirei nas 4 primeiras voltas, mas na quinta eu já atingia 260 km/h no final da reta”

domingo, 2 de janeiro de 2011

Acordando da hibernação

1981
"Pit Lane"
XIX Großer Preis von Osterreich, Österreichring, Spilberg - Áustria

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- Para começar bem o ano…

... Não ficou 100%, confesso, mas estou aprendendo a mexer com este tipo de edição de fotos.

Que 2011 seja amplo em oportunidades para todos.