segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Fitti Wolf


- Imagem confusa? Um Wolf com uma asa da Copersucar? Resposta e muito mais está no fantástico documentário feito por Reginaldo Leme, Rafael Lopes, Otto Conde, Alfredo Bokel e equipe da Globo para o Esporte Espetacular, contando a história da equipe Fittipaldi, o time brasileiro na Fórmula 1.

Segue o link. Assistir está mais do que recomendado.

http://globoesporte.globo.com/programas/esporte-espetacular/noticia/2015/11/ha-40-anos-nasceu-copersucar-primeira-e-unica-equipe-brazuca-de-f1.html

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

sábado, 31 de outubro de 2015

Apagando o nome do pneu

O "power slide apaga pneu" de Jean Alesi

Em um dos últimos suspiros de "equipe grande", a Tyrrell impressionou na primeira prova da temporada de 1990, realizada na pista de rua de Phoenix, Estados Unidos (Super Mônaco GP feelings), com Jean Alesi.

Largando de quarto, à frente de Ayrton Senna com a McLaren (!), e imediatamente atrás de Andrea de Cesaris, de Dallara, em terceiro (!!) e de Pierluigi Martini, de Minardi, em segundo (!!!), Jean pulou para a primeira colocação já na largada, deixando Gerhard Berger, o pole, para trás.

De quarto para primeiro em poucos metros

O que se viu nas voltas seguintes foi um menino abusado em uma batalha épica com campeão mundial de 88, Ayrton Senna.

A Pirelli que não gostou muito da corrida, já que teve seu nome lixado pelo muro da cidade do Arizona diversas vezes.

Palmas para a Tyrrell, que colocou Alesi no pódio, na segunda colocação, e Satoro Nakajima em sexto, ambos na zona dos pontos. No ano seguinte a equipe voltaria a colocar seus dois carros entre os seis primeiros, sendo essas as duas últimas vezes que o time conseguiu tal façanha.


USGP + Phoenix + Tyrrell = Sucesso!


A briga boa do ousado Alesi contra Senna

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Trocando o motor

(Clique para ampliar)
"- Precisamos trocar o motor de nosso carro."
"- Ok chefe, já estamos fazendo isso."

E era assim que a Osella construía seu caminho na Fórmula 1.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

1 é 3, 2 "é" 5

- Vai uma Coca-Cola aí, Sir? Duas por 5, vai?

Após inalar fumaça durante praticamente toda a corrida, nada melhor do que a ingestão de uma saudável Coca-Cola ao fim da prova. Jackie Stewart, após três poles consecutivas - 69, 70 e 71 (foto), venceu a segunda de três conquistas que teve no principado monegasco.

Uma pequena galeria fotográfica de Stewart naquele dia: 






quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Resolvendo o problema das fotos perdidas



Como muitos já perceberam, o esperto aqui utilizava o 'Imageshack' para fazer o upload das fotos do blog. Todavia, o mesmo já não existe mais, bem como todas as fotos 'upadas' por meio dele. Em outras palavras, praticamente todo o arquivo fotográfico do blog foi por água abaixo.

Sabendo disso, proponho algumas coisas para serem feitas e quero a opinião de vocês, leitores e amantes do blog.

O que devo fazer:

a) upar as fotos nos posts originais, mantendo a história mais intacta possível.

b) upar as fotos em posts novos, apagando os antigos, possibilitando todos de relembrarem a história e reverem as fotos.

c) alguma outra?

Peço que me ajudem respondendo nos comentários.

Abraços,

Rianov

sábado, 10 de outubro de 2015

Streiff is on fire









Após ver de perto a morte do amigo Elio de Angelis, em testes privados na pista de Paul Ricard, França, Philippe Streiff retornou, junto com a trupe da Fórmula 1, a veloz - e agora curta - pista francesa.

Em virtude do acidente que vitimou Elio, o traçado de Paul Ricard foi reduzido (na verdade foi utilizado um mais curto já existente). Streiff fala do horror daquele dia.

"Eu me lembro de ter dito a mim mesmo, 'Philippe, é tempo de parar. Você tem um filho pequeno que precisa de um pai. Por que tomar riscos malucos nesses carros quando não há ninguém para te resgatar se você se acidentar nestes testes?' Eu pensava em falar isso quando encontrasse com Rene (sua esposa) e Ken Tyrrell quando voltasse para casa e parasse de correr", disse Streiff, que estava atrás de De Angelis em seu acidente fatal e viu toda a batida de perto.

Pois bem, retornando para as fotos do post em questão, Streiff voltava à Ricard para disputar a oitava prova da temporada de 86. Tudo corria nos conformes até a metade da prova - leia-se 'tudo nos conformes' como já ter levado volta do líder, entre outras coisas.

Todavia, um vazamento de óleo em sua Tyrrell o fez dar um verdadeiro show pirotécnico em Le Castellet. Labaredas e mais labaredas de fogo saiam da traseira de seu carro. Um dos melhores locais para parar o carro foi na reta de chegada, uma vez que dentro dos boxes o risco era ainda maior.

Resultado foi que até um caminhão de bombeiros foi necessitado para extinguir o fogo de seu bólido. Bandeira vermelha? Safety Car? Que nada, segue o jogo!

Vale relembrar que toda essa preocupação com testes de Fórmula 1 acabou se tornando realidade. Streiff se acidentou em Jacarepaguá, nos testes de pré-temporada de 1989, quando bateu sua AGS que rompeu o Santo Antônio e o fez ficar tetraplégico, fraturando as vértebras C4 e C5, as mesmas que Frank Williams deslocou em um acidente de carro meses antes.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Roda, Leão! Spin in Rio 85'

E...

... lá...

... vai...

... Mansell...

... parando.

Grande Prêmio do Brasil de 1985. Finado circuito de Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Duas das equipes mais históricas da Fórmula 1. Ferrari de um lado, Williams de outro... e no meio de tudo um Leão rodopiando feito barata tonta.

Primeiro GP da temporada, olhos voltados para o Brasil, que naquele comecinho de abril fazia chinelos derreterem no asfalto da pista carioca. Senna estreava na Lotus, Piquet estava bem cotado no ano, grid repleto de estrelas, um último campeonato decidido por 0,5 pontos... a Fórmula 1 fervia, literalmente, na prova brasileira.

Mais atrás, um ainda jovem e arrojado piloto que corria na equipe de um ex-campeão mundial (Rosberg) queria mostrar muito trabalho. Nigel Mansell vinha com sede ao pote - como sempre o fez - para rumar às vitórias. E naquele ano, naquele dia, não foi diferente.

Largando da quinta posição, já limou de seu caminho Senna e De Angelis, da Lotus, partindo para cima do pole Alboreto, que era o segundo na ocasião. Na volta oito, quando buscava a cola do companheiro Keke...

Bateu.

Rodou.

Fim da história.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

O que você está fazendo aí? Laurent Aïello na McLaren (e Jordan)

Aïello em ação, testando a McLaren Peugeot na pista do Estoril

O francês Laurent Aïello é mais um caso de grandes pilotos que não chegaram a fazer uma corrida sequer na Fórmula 1. Vencedor de Le Mans, campeão da DTM, F3-Francesa e do campeonato francês de Super Turismo, Aïello pelo menos chegou a experimentar o gostinho de acelerar duas boas máquinas da F1: a McLaren e a Jordan.

O ano era o fatídico 1994. A Fórmula 1 vivia momentos de tensão com duas mortes e vários acidentes mais graves acontecendo. Neste ano, após uma temporada no Italiano de Super Turismo, Aïello foi competir no francês (e que viria a ser campeão naquele ano) com o Peugeot 405 MI-16.

Com a ligação direta da Peugeot e com bons contatos de sua parceria de anos com a Marlboro na F-3 e F-3000, Aïello conseguiu esses dois testes com a McLaren e com a Jordan.

A primeira foi a escuderia que deu os títulos mundiais a Ayrton Senna. Laurent andou com o MP4-9 Peugeot no Estoril. Depois, mais para o fim do ano, também na pista portuguesa, testou a Jordan no mesmo dia em que Michael Schumacher guiava pela a Ligier-Renault, como já mostramos aqui no F1 Nostalgia. Infelizmente fico devendo a foto de quando Aïello andou no time de Eddie Jordan.

Mais tarde, em 97/98, Laurent ainda disse não à Williams, que o queria em seu grupo de pilotos, mas vetariam sua participação em Le Mans.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

GP da Itália de 86, a corrida sem primeira fila

Volta de apresentação confusa culminou com o grid sem a primeira fila

Como bem dito pelo amigo Julio Cezar Kronbauer e confirmado pelo também camarada Ituano Voador, o Grande Prêmio da Itália de 1986 foi marcado por lambança na volta de apresentação, orquestrada pela McLaren e pela Benetton, que culminou em uma largada estranha.

Depois de terem feito a primeira fila da corrida no treino classificatório, Teo Fabi, o pole pela segunda vez consecutiva, de Benetton, e Alain Prost, com a McLaren, tiveram problemas. Fabi teve contratempos na volta de apresentação e Prost, que já viu problemas antes mesmo de sair com seu carro para a ‘parade lap’, teve que subir no carro reserva e se encaminhar para os boxes antes da largada.

Resultado? Uma largada sem a primeira fila, com Fabi em último e Prost saindo dos boxes. Melhor para Mansell e Berger, que não tiveram adversários em sua trajetória até a primeira chicane.

Prost, com seu carro reserva, como se vê nas imagens, abandonou a corrida na volta 27 após problemas de motor. Todavia, os comissários da FISA, depois de se reunirem por uma hora e meia depois da prova, decidiram por desclassificar o francês do GP. Fabi durou mais na corrida, mas não mais do que 44 voltas. Sofreu um furo de pneu e rodou, abandonando também.

A vitória ficou para Nelson Piquet e Nigel Mansell completou a dobradinha da Williams. Stefan Johansson foi o terceiro, Rosberg o quarto, Berger o quinto, e como disse no post de ontem, Alan Jones fechou a zona de pontuação.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Alan and Alex



Alan Jones lidera, com um Lola Hass, o estreante Alex Caffi, da Osella. O ex-campeão mundial de 1980 terminou na zona de pontuação o Grande Premio da Itália, levando seu carro a uma honrosa sexta posição na corrida em Monza...

E por falar em GP da Itália de 86, essa prova foi marcada por um fato inusitado... Quem sabe me dizer qual foi?

A resposta amanhã, no "vigésimo" retorno à ativa do F1 Nostalgia!

Abraços!

terça-feira, 16 de junho de 2015

Just in time

1981
Gilles Villeneuve, Scuderia Ferrari SpA SEFAC 
Ferrari 126CK, Ferrari 1.5 V6T
XX Grand Prix Labatt du Canada
E sem aerofólio...

(Clique para ampliar)

- Clique na hora certa. Agora dá para ver a pista inteira novamente...