terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
TMC
terça-feira, 21 de junho de 2011
Siga o mestre [2]
1981
Gilles Villeneuve, Scuderia Ferrari SpA SEFAC
Ferrari 126CK, Ferrari 1.5 V6T, Michelin
XXVII Gran Premio Talbot de España, Jarama, Madri - Espanha
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Gilles Villeneuve, Scuderia Ferrari SpA SEFAC
Ferrari 126CK, Ferrari 1.5 V6T, Michelin
XXVII Gran Premio Talbot de España, Jarama, Madri - Espanha
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- No “kartódromo” de Jarama, há exatos 30 anos, Gilles Villeneuve conquistava a vitória mais épica de sua carreira. Pilotando a potente, mas caquética Ferrari 126CK, conseguiu segurar o ímpeto de quatro pilotos para vencer de forma brilhante o Grande Prêmio da Espanha de 1981. Seria a última conquista do piloto que marcou uma geração.
Veja a história completa aqui!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Siga o mestre
1978
Jackie Stewart, Equipe Renault Elf
Renault RS01, Renault 1.5 V6T, Michelin
LXIV Grand Prix de France, Paul Ricard, Le Castellet - França
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Jackie Stewart, Equipe Renault Elf
Renault RS01, Renault 1.5 V6T, Michelin
LXIV Grand Prix de France, Paul Ricard, Le Castellet - França
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- Liderando o pelotão...
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Tarumã
- Se tudo der certo, amanhã estarei lá. Mas estou com uma amigdalite braba demais!

Conto com o pensamento positivo de vocês!
Abraços
terça-feira, 14 de junho de 2011
Escape diferenciado
quarta-feira, 8 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Stefan is on fire
sábado, 4 de junho de 2011
Para o alto e avante
1987
Satoru Nakajima, Camel Team Lotus Honda
Lotus 99T, Honda 1.5 V6T, Goodyear
VI Detroit Grand Prix, Detroit, Detroit - Estados Unidos
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Satoru Nakajima, Camel Team Lotus Honda
Lotus 99T, Honda 1.5 V6T, Goodyear
VI Detroit Grand Prix, Detroit, Detroit - Estados Unidos
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- Galvão Bueno diria: "Passa voaaando na reta!"
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quinta-feira, 2 de junho de 2011
Garoa
1974
Patrick Depailler, Elf Team Tyrrell
Tyrrell 007, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XXXVI Großer Preis von Deutschland e XXXI Grand Prix d'Europe, Nürburgring, Nürburg - Alemanha
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Tyrrell 007, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XXXVI Großer Preis von Deutschland e XXXI Grand Prix d'Europe, Nürburgring, Nürburg - Alemanha
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- Nada como uma garoa fina para refrescar, não é Depa?
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Síndrome de Jota Erre
Os Estados Unidos estão enfrentando uma crise. Uma inflada por mim, é verdade, mas peço a tal da licença poética para elucidar os fatos. No último domingo os americanos viram um carro da Guarda Nacional, pilotado por puritano, durante a centenária prova da Indy 500, se estatelar no muro da última curva. E viu também o queridinho da América ficar sem gasolina a metros da linha de chegada em uma das mais importantes provas da Nascar.
Estava tudo pronto para a festa. Os narradores da ABC já estavam eufóricos na cabine, a torcida estava de pé para ovacionar o mais novo ídolo do esporte americano. Ele, JR Hildebrand economizou gota a gota seu combustível – etanol – para que pudesse, enfim, triunfar em uma prova da categoria.
E que prova que o jovem estreante escolheu, hein!? Era nada menos do que a mítica prova das 500 Milhas de Indianápolis, e, para ascender seu status, era o aniversário de 100 anos da corrida. Tudo, absolutamente tudo, conspirava a favor de JR, mas ele não quis vencer.
Só pode!
O americano, camuflado como soldado da nação e às vésperas do Memorial Day – dia em que são lembradas as mortes dos americanos em guerras –, iniciou a última volta com uma larga vantagem para Dan Wheldon. O frio inglês não tinha chances de faturar a vitória, não fosse alguma quebra ou um erro bisonho de JR. Mas não é que o Sobrenatural de Almeida entrou em ação?
Ao ultrapassar Charlie Kimball na derradeira última curva, sobe centímetros além do permitido e pega a sujeira da pista. Lentamente vai perdendo seu carro enquanto as 500 mil pessoas presentes no autódromo prendiam a respiração.
Bang!
Bang no muro! “Hildebrand acerta o muro!” gritavam os narradores locais enquanto a torcida colocava a mão na cabeça, não acreditando no que acabaram de ver.
Se arrastando pela reta de chegada, o combalido piloto vira presa fácil para as garras de Wheldon, que o ultrapassa a 300m da bandeirada final.
Mesmo com um carro em frangalhos, JR cruza os tijolinhos de chegada na segunda posição. Uma pena, mas o próprio piloto assumiu a culpa do ocorrido. Todos chora nos Estados Unidos.
Mas engana-se que o americano iria dormir pensando somente em JR Hildebrand. Após a corrida da IndyCar, a Nascar brindaria o público com uma prova quase que de resistência. Os 42 bólidos da categoria desembarcaram em Charlotte para a Coca-Cola 600, uma batalha com 400 voltas pelo oval da Carolina do Norte.
Lá, a três voltas do fim, os carros são autorizados a relargar após um período de bandeira amarela. Para não matar o clímax, a categoria sempre adota o esquema de bandeira verde no final, ou seja, o esquema era o seguinte: bandeira verde, branca, e depois, a quadriculada.
Desde a relargada o queridinho da América pegou a ponta para não mais largar. Já faziam 104 provas que Dale Earnhart Jr. não vencia uma prova, e tudo levava a crer que ele quebraria este hiato.
Mas, novamente na última curva da última volta, outro fato antológico acontece. O piloto que é filho da lenda do automobilismo mundial, Dale Earnhart Sr. – heptacampeão da categoria –, fica sem combustível a metros da linha de chegada, dando de bandeja a vitória para Kevin Harvick.
Dale Jr. não acredita no que acabara de acontecer. O hiato permanecia, e de fato...
... Uma síndrome de Jota Erre assola a América.
Estava tudo pronto para a festa. Os narradores da ABC já estavam eufóricos na cabine, a torcida estava de pé para ovacionar o mais novo ídolo do esporte americano. Ele, JR Hildebrand economizou gota a gota seu combustível – etanol – para que pudesse, enfim, triunfar em uma prova da categoria.
E que prova que o jovem estreante escolheu, hein!? Era nada menos do que a mítica prova das 500 Milhas de Indianápolis, e, para ascender seu status, era o aniversário de 100 anos da corrida. Tudo, absolutamente tudo, conspirava a favor de JR, mas ele não quis vencer.
Só pode!
O americano, camuflado como soldado da nação e às vésperas do Memorial Day – dia em que são lembradas as mortes dos americanos em guerras –, iniciou a última volta com uma larga vantagem para Dan Wheldon. O frio inglês não tinha chances de faturar a vitória, não fosse alguma quebra ou um erro bisonho de JR. Mas não é que o Sobrenatural de Almeida entrou em ação?
Ao ultrapassar Charlie Kimball na derradeira última curva, sobe centímetros além do permitido e pega a sujeira da pista. Lentamente vai perdendo seu carro enquanto as 500 mil pessoas presentes no autódromo prendiam a respiração.
Bang!
Bang no muro! “Hildebrand acerta o muro!” gritavam os narradores locais enquanto a torcida colocava a mão na cabeça, não acreditando no que acabaram de ver.
Se arrastando pela reta de chegada, o combalido piloto vira presa fácil para as garras de Wheldon, que o ultrapassa a 300m da bandeirada final.
Mesmo com um carro em frangalhos, JR cruza os tijolinhos de chegada na segunda posição. Uma pena, mas o próprio piloto assumiu a culpa do ocorrido. Todos chora nos Estados Unidos.
Mas engana-se que o americano iria dormir pensando somente em JR Hildebrand. Após a corrida da IndyCar, a Nascar brindaria o público com uma prova quase que de resistência. Os 42 bólidos da categoria desembarcaram em Charlotte para a Coca-Cola 600, uma batalha com 400 voltas pelo oval da Carolina do Norte.
Lá, a três voltas do fim, os carros são autorizados a relargar após um período de bandeira amarela. Para não matar o clímax, a categoria sempre adota o esquema de bandeira verde no final, ou seja, o esquema era o seguinte: bandeira verde, branca, e depois, a quadriculada.
Desde a relargada o queridinho da América pegou a ponta para não mais largar. Já faziam 104 provas que Dale Earnhart Jr. não vencia uma prova, e tudo levava a crer que ele quebraria este hiato.
Mas, novamente na última curva da última volta, outro fato antológico acontece. O piloto que é filho da lenda do automobilismo mundial, Dale Earnhart Sr. – heptacampeão da categoria –, fica sem combustível a metros da linha de chegada, dando de bandeja a vitória para Kevin Harvick.
Dale Jr. não acredita no que acabara de acontecer. O hiato permanecia, e de fato...
... Uma síndrome de Jota Erre assola a América.
sábado, 28 de maio de 2011
Tia Erundina e o automobilismo
~1989
Luiza Erundina
Luiza Erundina
- Nos cenários do futuro! F1 e IndyCar...
E como era diferente o traçado modificado original (?), não é mesmo? Pelo que eu entendi, pegava muitas partes do antigo. Procede?
Fotos, no mínimo, curiosas. Alguém sabe quem são as figuras do lado?
E quantas perguntas eu fiz, não?
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Passão por fora
1978
Tony Trimmer, Melchester Racing
McLaren M23, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XXXI John Player British Grand Prix, Brands Hatch, Kent - Grã-Bretanha
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Tony Trimmer, Melchester Racing
McLaren M23, Ford Cosworth DFV 3.0 V8, Goodyear
XXXI John Player British Grand Prix, Brands Hatch, Kent - Grã-Bretanha
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- 'Segura essa, seu sueco de m****. Passo por fora mesmo...', bradou Tony enquanto apontava o caminho mostrando onde iria completar a ultrapassagem.
Mítico
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