Hoje iremos falar da Parmalat, empresa importante para a F1 e para nos brasileiros, em vista que conseguimos 2 títulos mundiais com a sua ajuda financeira (81 e 83) e era a patrocinadora principal de Pedro Paulo Diniz.
A Parmalat é uma empresa Italiana fundada em 61 por Calisto Tanzi e se tornou a maior produtora de leite UHT do mundo, mas quase foi a falência em 03 por escândalos de fraude. Acompanhe algumas equipes que usaram este patrocínio.
segunda-feira, 31 de março de 2008
domingo, 30 de março de 2008
Conheça a Pista : Jacarepaguá - BRA
Quando se pensa em um GP no Brasil, logo se pensa em Interlagos, mas nem sempre foi assim, pricipalmente na decada de 80, o circuito brasileiro na F1 era o de Jacarepagua, no Rio de Janeiro. Com quase 5 Km, o circuito sediou o GP Brasil por 10 vezes, de 78 a 89, tendo seu recorde de Pista feito por Riccardo Patrese com sua Williams no tempo de 1'32.507. Hoje, Jacarepaguá esta entregue as "baratas" e com sério risco de abandono ou demolição. Depois de 89 o GP Brasil voltaria aos braços de São Paulo com o circuito de Interlagos.
Sediou o GP Brasil de 78 a 89
Acompanhe uma volta com o Francês Patrick Depailler a bordo de sua Tyrrell
sexta-feira, 28 de março de 2008
Andarilho : Riccardo Patrese
Hoje iremos falar do piloto que por enquanto tem o recorde na F1 de mais GP's disputados, foram 257 GP's e 256 largadas (recorde esse que Barrichello deve quebrar em breve), ele disputou nada mais nada menos do que 17 temporadas na F1 (77/93) obtendo 6 vitórias e 1 vice-campeonato. Dê uma olhada na evolução deste italiano.

Em 77 ele estreia pela Shadow no GP de Mônaco, na ultima prova do ano, consegue seu primeiro ponto na F1.

Em 78 se muda para a Arrows, onde faz boas atuações e consegue um 2º lugar em sua primeira temporada completa, Riccardo perdura na Arrows até 81.

Em 82 pela Brabham vence o conturbado GP de Mônaco, em 83 ganha o da África do Sul.

Alfa/Benetton é onde Patrese passa 84 e 85, onde não obtêm bons resultados, com isso...

... Riccardo volta a Brabham em 86, mas com resultados pouco expressivos, deixa a equipe no final de 87 e...

... se muda para a "descomunal" Williams, é sua melhor época de carreira, lá fica até 92 com muitos pontos, pódiuns e vitórias.

Como vice-campeão, se muda para a Benetton em 93, e por lá mesmo encerra-se sua carreira.

Em 77 ele estreia pela Shadow no GP de Mônaco, na ultima prova do ano, consegue seu primeiro ponto na F1.

Em 78 se muda para a Arrows, onde faz boas atuações e consegue um 2º lugar em sua primeira temporada completa, Riccardo perdura na Arrows até 81.

Em 82 pela Brabham vence o conturbado GP de Mônaco, em 83 ganha o da África do Sul.

Alfa/Benetton é onde Patrese passa 84 e 85, onde não obtêm bons resultados, com isso...

... Riccardo volta a Brabham em 86, mas com resultados pouco expressivos, deixa a equipe no final de 87 e...

... se muda para a "descomunal" Williams, é sua melhor época de carreira, lá fica até 92 com muitos pontos, pódiuns e vitórias.

Como vice-campeão, se muda para a Benetton em 93, e por lá mesmo encerra-se sua carreira.
quinta-feira, 27 de março de 2008
GP's históricos: Mônaco 1982
Se correr em Mônaco hoje é difícil, imagine a 26 anos atrás, pois é, era realmente difícil segurar um super-carro em ruas tão estreitas e sinuosas.
Em 82 o GP de Mônaco estava em sua 40ª edição, todos estavam muito tristes com a morte de Gilles Villeneuve 15 antes, o clima era pesado e o luto recaía sobre os pilotos. No mundial de pilotos, grande equilíbrio, Prost era seguido de perto por Watson, Rosberg e Lauda, em seguida vinham Pironi e Alboreto, todos eles separados por somente 8 pontos.
Na corrida, Arnoux de Renault larga na pole, atrás dele esta a Brabham de Patrese e a Alfa de Giacomelli. Uma largada atípica em Mônaco, nenhum carro se esbarra no inicio, Giacomelli pula para a 2ª posição enquanto Arnoux trata de abrir uma ampla vantagem com seu super motor Renault Turbo. Com 15 voltas de prova, Prost, que havia largado em 4º se junta ao seu companheiro de equipe na 2ª posição quando derrepente avista Arnoux parado na pista, Renê roda infantilmente na "piscina", deixando livre o caminho de Prost. A corrida parecia ganha para o francês mas, quando um comissário de pista aponta para o ceu, Prost se treme todo, a pouco metros dali, ele bate no muro a 3 voltas do fim, é termino de prova para Prost, e inicio de uma das maires confusões da história da F1. Com a bobeada de Prost, Patrese assume a liderança, com todos já comemorando a vitória de Riccardo, acontece a "desgraça", ele faz a "mirabeau" de lado e roda na "Grand Hotel" deixando Pironi na liderança, posição esta que ele segura por poucos segundo antes de sua Ferrari abandonar com problemas elétricos, de Cesaris ia para a frente quando seu Alfa para por falta de gasolina na ultima volta, Daly também para na ultima volta com problemas no cambio e sem a asa traseira, só aí que Riccardo Patrese, sem saber, cruza a linha de chegada em 1º. Patrese só se dá conta do acontecido, quando vê o carro de Pironi parado dentro do tunel. Didier Pironi e Andrea de Cesaris ainda conseguem completar o pódio nesta verdadeira "corrida maluca".
Em 82 o GP de Mônaco estava em sua 40ª edição, todos estavam muito tristes com a morte de Gilles Villeneuve 15 antes, o clima era pesado e o luto recaía sobre os pilotos. No mundial de pilotos, grande equilíbrio, Prost era seguido de perto por Watson, Rosberg e Lauda, em seguida vinham Pironi e Alboreto, todos eles separados por somente 8 pontos.
Na corrida, Arnoux de Renault larga na pole, atrás dele esta a Brabham de Patrese e a Alfa de Giacomelli. Uma largada atípica em Mônaco, nenhum carro se esbarra no inicio, Giacomelli pula para a 2ª posição enquanto Arnoux trata de abrir uma ampla vantagem com seu super motor Renault Turbo. Com 15 voltas de prova, Prost, que havia largado em 4º se junta ao seu companheiro de equipe na 2ª posição quando derrepente avista Arnoux parado na pista, Renê roda infantilmente na "piscina", deixando livre o caminho de Prost. A corrida parecia ganha para o francês mas, quando um comissário de pista aponta para o ceu, Prost se treme todo, a pouco metros dali, ele bate no muro a 3 voltas do fim, é termino de prova para Prost, e inicio de uma das maires confusões da história da F1. Com a bobeada de Prost, Patrese assume a liderança, com todos já comemorando a vitória de Riccardo, acontece a "desgraça", ele faz a "mirabeau" de lado e roda na "Grand Hotel" deixando Pironi na liderança, posição esta que ele segura por poucos segundo antes de sua Ferrari abandonar com problemas elétricos, de Cesaris ia para a frente quando seu Alfa para por falta de gasolina na ultima volta, Daly também para na ultima volta com problemas no cambio e sem a asa traseira, só aí que Riccardo Patrese, sem saber, cruza a linha de chegada em 1º. Patrese só se dá conta do acontecido, quando vê o carro de Pironi parado dentro do tunel. Didier Pironi e Andrea de Cesaris ainda conseguem completar o pódio nesta verdadeira "corrida maluca".
O que você esta fazendo ai ?: Elio de Angelis testa Ferrari
No - O que você esta fazendo ai ? - de hoje, farei uma singela e humilde homenagem a esse incrível piloto que, se estivesse vivo, ontem completaria 50 anos de idade.
O ano era 78, o dia? 24 de Janeiro, Elio tem seu primeiro contato com um Formula 1. No circuito de Fiorano na Italia de Angelis guia uma Ferrari 312 T2 no seu primeiro teste na categoria, fazendo ótimos tempos (+0.2" de Villeneuve e +0.65" de Reutemann). Com isso, em 79 consegue uma vaga de titular na Shadow. Veja agora fotos do teste.
O ano era 78, o dia? 24 de Janeiro, Elio tem seu primeiro contato com um Formula 1. No circuito de Fiorano na Italia de Angelis guia uma Ferrari 312 T2 no seu primeiro teste na categoria, fazendo ótimos tempos (+0.2" de Villeneuve e +0.65" de Reutemann). Com isso, em 79 consegue uma vaga de titular na Shadow. Veja agora fotos do teste.
quarta-feira, 26 de março de 2008
Patrocinios da F1: ELF
Hoje falarei e mostrarei a vocês um pouco da companhia Petrolífera francesa ELF Aquitaine. A Elf é uma junção de 3 empresas francesas de exploração de petróleo, ela explora gás e petróleo na França e no Iraque. Na F1, patrocinou muitas equipes, seja com combustivel, dinheiro ou os dois, ela estava lá, expondo seu nome em suas carenagens. A ELF foi uma das primeiras empresas, junto com a pioneira Gold Leaf, a patrocinar os carros de F1. Acompanhe agora algumas das muitas equipes na qual esta empresa patrocinou.
terça-feira, 25 de março de 2008
O que você esta fazendo ai ?: Ayrton Senna testa Penske
Inauguramos uma nova seção aqui na F1 Nostalgia - O que você esta fazendo ai -
Esta sessão ilustra um piloto de F1, que em plena atividade, anda ou testa algum carro de outra categoria. Hoje, iremos começar com uma bem clássica e conhecida, é Ayrton Senna testando a Penske em 92.Senna em 92 vinha penando com o desempenho abaixo do esperado de sua McLaren e tambem com a superioridade das Williams, isso foi um estopim para que tudo começasse. Emerson Fittipaldi, atual piloto da Penske, chamou Senna para um jantar em São Paulo, lá conversaram muito sobre sua atual situação, Senna disse que tinha muito a mostrar, era novo e com muita vontade de correr em uma equipe que lhe desse resultados, foi ai que surgiu um convite de Fittipaldi a Senna. Emerson tinha que testar no fim daquele ano e oferececeu a Senna um teste no misto de Firebird e no oval de Phoenix (esta última Roger Penske vetou por falta de experiência de Senna e temendo algo pior).
Senna e Fittipaldi partiram para Firebird e no dia 20 de Dezembro de 92 onde começariam os testes.
Como Emerson era maior que Ayrton, os mecânicos da Penske improvisaram almofadas para melhor acomodação de Senna. Mandando ver na pista, ele elogiou muito o carro e muito emocionado Fittipaldi retribuiu com um agradecimento, - Eu tinha a impressão que o carro ia ser muito duro mas a suspensão mexe mais que a da Formula 1. É muito gostoso guia-lo, o carro avisa a gente o que vai fazer - , depois partiram para o oval Phoenix onde Senna desta vez ficou só com espectador.
segunda-feira, 24 de março de 2008
Conheça a Pista : Hockenheim - GER
Hoje a conheceremos um pouco mais do Circuito que abrigou por vários anos o GP da Alemanha, o circuito de Hockenheim. Este circuito começou a sediar corridas da F1 em 70, onde provocava muitas emoções nos seus quase 7 Km de pista, com suas duas retas longas adentrando a floresta, trazia uma emoção a mais aos pilotos, depois das retas da floresta, vinham as partes com curvas, o estádio, era um circuito extremamente veloz. Há pouco tempo este circuito foi "mutilado", arrancando suas imensas retas e matando todo o espírito aventureiro necessário para conduzir um carro ali a mais de 300 km/h.
Nigel Mansell com sua Ferrari
Hockenheim sediou o GP da Alemanha de 70 ate 06
Nigel Mansell com sua Ferrari
domingo, 23 de março de 2008
País da F1: Pilotos Japoneses
Na a seção País da F1 de hoje, falaremos alguns mitos da F1 antiga, os pilotos japoneses, este que quase sempre eram interpretados como barbeiros, e que não sabem dirigir. Com isso pessoas viraram mitos, a exemplo pode-se dizer Taki Inoue e Ukyo Katayama. Acompanhe a saga destes 6 Japoneses que viraram o mundo da F1 de cabeças para o ar.
Aguri Suzuki
Começou na F1 em seu GP natal, em Suzuka, substituindo Yannick Dalmas pela Larrousse, em 89 muda-se para a Zakspeed e consegue a incrivel façanha de não conseguir classificar, em nenhum GP, seu carro no Grid, foram 16 provas amargurando uma desqualificação atrás da outra. Em 90 se muda de volta a Larrousse, fica lá ate 91, e é ai que consegue seus melhores resultados, inclusive um pódiun no Japão em 90. Depois se muda para a Footwork, onde consegue resultados medianos. Em 94, faz um GP pela Jordan, substituindo Irvine, e em 95 faz algumas provas pela Ligier.
Shinji Nakano
É da turma dos mais "novos" da F1, corre apenas 2 temporadas, a 1ª em 97 pela Prost, onde pontua em duas corridas, e a outra em 98 pela Minardi, onde amarga nenhum ponto pela fraca equipe. Depois ainda tenta uma carreira pela Cart, onde amargura resultados igualmente ruins.
Aguri Suzuki
Começou na F1 em seu GP natal, em Suzuka, substituindo Yannick Dalmas pela Larrousse, em 89 muda-se para a Zakspeed e consegue a incrivel façanha de não conseguir classificar, em nenhum GP, seu carro no Grid, foram 16 provas amargurando uma desqualificação atrás da outra. Em 90 se muda de volta a Larrousse, fica lá ate 91, e é ai que consegue seus melhores resultados, inclusive um pódiun no Japão em 90. Depois se muda para a Footwork, onde consegue resultados medianos. Em 94, faz um GP pela Jordan, substituindo Irvine, e em 95 faz algumas provas pela Ligier.
Aguri Suzuki na Larrousse
Satoru Nakajima
Foi companheiro de dois dos maiores pilotos da história da F1 brasileira: Senna e Piquet. Em 87 faz seu "debut" pela Lotus, onde faz boas atuações como companheiro de Senna, pontuando em algumas provas, se sustenta na Lotus até 89, já como companheiro de Piquet, sempre mantendo este ritmo em 90 e 91 se muda para a Tyrrell, onde não faz nada de esplendoroso e encerra sua carreira na F1 ali mesmo.
Foi companheiro de dois dos maiores pilotos da história da F1 brasileira: Senna e Piquet. Em 87 faz seu "debut" pela Lotus, onde faz boas atuações como companheiro de Senna, pontuando em algumas provas, se sustenta na Lotus até 89, já como companheiro de Piquet, sempre mantendo este ritmo em 90 e 91 se muda para a Tyrrell, onde não faz nada de esplendoroso e encerra sua carreira na F1 ali mesmo.
Satoru Nakajima na Lotus
Shinji Nakano
É da turma dos mais "novos" da F1, corre apenas 2 temporadas, a 1ª em 97 pela Prost, onde pontua em duas corridas, e a outra em 98 pela Minardi, onde amarga nenhum ponto pela fraca equipe. Depois ainda tenta uma carreira pela Cart, onde amargura resultados igualmente ruins.
Shinji Nakano na Prost

Tora Takagi na Tyrrell
Tora Takagi
Da mesma "laia" de Nakano, inicia sua carreira em 98 pela Tyrrell, não consegue absolutamente nada, em 99 se muda para a Arrows, time novo, ambiente novo e resultados regularmente iguais e ruins, depois, segue para a Cart e IRL. Sua única atuação um pouco melhor no cenário mundial foi a 5ª colocação nas 500 milhas de Indianápolis em 03.
Da mesma "laia" de Nakano, inicia sua carreira em 98 pela Tyrrell, não consegue absolutamente nada, em 99 se muda para a Arrows, time novo, ambiente novo e resultados regularmente iguais e ruins, depois, segue para a Cart e IRL. Sua única atuação um pouco melhor no cenário mundial foi a 5ª colocação nas 500 milhas de Indianápolis em 03.

Tora Takagi na Tyrrell
Taki Inoue
Um mito dos "rejects" da F1, proporcionou cenas antológicas como em Monaco em 95 foi abalroado pela carro madrinha logo apos a sessão de treinos, já no GP da Hungria foi atropelado por um carro de assistência assim que seu Footwork deu problemas. De resto, na pista não conseguiu nada, só boas risadas dos telespectadores.
Um mito dos "rejects" da F1, proporcionou cenas antológicas como em Monaco em 95 foi abalroado pela carro madrinha logo apos a sessão de treinos, já no GP da Hungria foi atropelado por um carro de assistência assim que seu Footwork deu problemas. De resto, na pista não conseguiu nada, só boas risadas dos telespectadores.
Taki Inoue na Footwork
Ukyo Katayama
Correu onde quase todos japoneses correram, Larrousse, Tyrrell e Minardi. Iniciou sua carreira em 92 pela Larrousse, onde amargura pessimos resulatdos, ao não ser no GP do Canada, onde vinha em 5º ate o seu motor Lamborghini ir pelos ares. De 93 a 96 corre pela Tyrrell, em 94 ele consegue "boas" atuações, chegando a pontuar em 3 corridas no ano, marcando 5 pontos no total. Em 97 se muda para a Minardi, onde novamente não marca pontos e se aposenta na F1.
Correu onde quase todos japoneses correram, Larrousse, Tyrrell e Minardi. Iniciou sua carreira em 92 pela Larrousse, onde amargura pessimos resulatdos, ao não ser no GP do Canada, onde vinha em 5º ate o seu motor Lamborghini ir pelos ares. De 93 a 96 corre pela Tyrrell, em 94 ele consegue "boas" atuações, chegando a pontuar em 3 corridas no ano, marcando 5 pontos no total. Em 97 se muda para a Minardi, onde novamente não marca pontos e se aposenta na F1.
Ukyo Katayama na Tyrrell
sexta-feira, 21 de março de 2008
Andarilho : Andrea de Cesaris
Hoje temos um mito na seção andarilho, nada mais, nada menos que ele, o italiano Andrea de Cesaris, que tem em seu currículo algo que nenhum piloto de qualquer categoria do automobilismo quer, ser o piloto com o maior numero de corridas sem nunca ganhar um GP na F1, Andrea tem 214 GP's e 208 largadas, acompanhe agora a carreira desse mito dos andarilhos da Formula 1.
80 foi o ano de estreia de de Cesaris, substituiu Brambilla na Alfa no final da temporada, que por sua vez estava substituindo Depailler.

Por apadrinhamento de seus familiares com a Marlboro, em 81 ele conseguiu uma vaga na McLaren.

Como não conseguiu nada na McLaren, ao não ser 1 ponto, voltou a Alfa Romeo, dessa vez mais experiente. Consegue seus primeiros pódiuns em 82 e 83.

Por apadrinhamento de seus familiares com a Marlboro, em 81 ele conseguiu uma vaga na McLaren.

Como não conseguiu nada na McLaren, ao não ser 1 ponto, voltou a Alfa Romeo, dessa vez mais experiente. Consegue seus primeiros pódiuns em 82 e 83.
Em 84 e 85 assina com a Ligier em busca dos temidos motores turbo da Renault, mas...
... cansado de Andrea, Guy Ligier o "expulsa" do time, indo parar em 86 na Minardi, mas não marca um ponto sequer com esse carro.
Em 87 se muda para a Brabham e consegue um 3º lugar em Spa, mas, nada alem disso.
Espantosamente na Rial em 88 ele consegue boas atuações...
...se muda de novo, desta vez de volta com a Marlboro, só que agora na Dallara, la se passam 89 e 90.
Em 91, se muda para a estreante Jordan, onde faz um bom campeonato, mas...
... não consegue se firmar por mais de um ano, e em 92 dirige um Tyrrell. Em 93 continua lá.
Em 94 substituiu Eddie Irvine pela penalidade sofrida no boliche que fez no Brasil e...
... substitui Wendlinger machucado do GP do Canada ate o da Europa, onde se encerra essa movimentada carreira.
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