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terça-feira, 11 de novembro de 2008

País da F1: Pilotos Franceses [Parte 1]

Com um celeiro de grandes pilotos, a França tem de mim uma grande admiração para com seus pilotos. É hoje, o último país a conseguir uma trifeta na F1. Sempre fui muito fã de Cevert, Depailler, Prost e companhia limitada, e hoje, tenho o prazer de escrever sobre 10 dos maiores pilotos franceses que a F1 já viu.
P.s. Claro que existem outros igualmente bons, mas resolvi escolher estes daqui.

Alain Prost

Oriundo da F3 europeia, na qual se sagrou campeão em 79, Prost começou sua carreira na F1 pela McLaren. Seu inicio de carreira mostra que já tem futuro certo na F1. Logo nas suas duas primeiras corridas, já marca ponto em ambas, e durante o ano, alcança mais alguns. Mesmo tendo contrato assinado por mais dois anos, Prost decide sair da equipe McLaren por motivos de desentendimentos internos.

Entre 81 e 83, Alain defende uma equipe conterrânea, a Renault. Logo de cara, Prost já era mais rápido que seu compatriota, Rene Arnoux, e no seu GP caseiro, consegue sua 1ª vitória na carreira. Neste mesmo ano ainda viriam mais 2, e, sempre que Prost completava uma prova, ele alcançava o pódio. Resultado? 5ª colocação geral e somente 7 pontos atrás do campeão. Em 82, Prost consegue mais 2 vitórias e fica em 4º no mundial de pilotos. Em 83, brigou com tudo para conseguir o título de pilotos, mas ficou por apenas 2 pontos de Nelson Piquet. Neste ano, Prost venceu 4 vezes.

De volta a McLaren, Prost conta com um grande carro para as próximas temporadas. Em 84, mesmo vencendo 7 corridas, não leva o caneco por meio ponto, fato este devido a prova de Monaco ter sido interrompida antes do seu final. Depois de 2 vices em sequência, Prost finalmente consegue a gloria maior, é campeão em 85 e 86, vencendo neste anos nada mais, nada menos, do que 9 corridas, e chegando no pódio várias outras vezes. Em 87, com as Williams em grande fase, Prost não foi além de uma 4ª posição no campeonato, mesmo somando 3 vitórias durante o ano.

Em 88, surge uma das maiores rivalidades da história da F1. Para companheiro de equipe de Prost, a McLaren contrata o menino prodígio da F1, Ayrton Senna. Com um domínio nunca antes visto, a McLaren aniquila seus concorrentes enquanto, numa briga interna, Senna e Prost travam duelos memoráveis. No 'score' final, 7 vitórias e 7 segundos lugares para Prost, contra 8 vitórias e 3 segundos lugares para Senna. Título do brasileiro. Em 89, no famoso final de campeonato, Senna vence o GP de Suzuka, mas quem leva o caneco é Prost. Mesmo com o tri, Prost se muda para a Ferrari em 90.

Na Ferrari, Prost 'trocou as cadeiras' com Gerhard Berger, que foi para a McLaren. Prost tinha como seu companheiro de equipe, Nigel Mansell, mas com seu rival, novamente Ayrton Senna. De novo o título foi decidido em Suzuka, em uma manobra controversa de Senna, Prost perde a chance de brigar pelo tetra. Em 91, A Ferrari cai um pouco de produção, e Alain Prost não consegue fazer muita coisa. Seus melhores resultados foram nos Estados Unidos, França e Espanha, onde nestes GP's, consegue a 2ª posição. No final da temporada, Prost fica sem equipe e decide ficar um ano de molho.

Em 93, Prost volta com força total. Em vias de completar 40 anos, Prost sabia que aquela era, provavelmente, sua última temporada. Prost foi contratado pela Williams depois que Nigel Mansell migrou para os Estados Unidos para correr na Cart. Neste ano, Prost teve um de seus mais tranquilos anos na categoria. Com uma Williams de outro mundo, Prost vence fácil o título de pilotos e encerra no auge, uma carreira brilhante.


Alain Prost na Renault


Didier Pironi

Pironi começou a sua carreira na Tyrrell em 78. Seu companheiro de equipe nesta época era o também francês, Patrick Depailler. Desde o inicio, Pironi já se mostrou competitivo. Em 79, ainda na Tyrrell, consegue seus primeiros podiuns. Guy Ligier vê potencial no garoto, e o chama para correr na sua equipe em 80. E foi lá que Pironi consegue sua primeira vitória.

As boas atuações na Ligier, chamam a atenção de Enzo Ferrari, que o contrata para ser companheiro de equipe de Gilles Villeneuve. No seu primeiro ano na Ferrari, 81, Pironi sofre um pouco com o carro, e não consegue resultados expressivos, mas em 82...

Num começo devagar, Pironi embalou mesmo em Ímola na 4ª etapa do mundial. Numa prova marcada pelo boicote de algumas equipes, a Ferrari tinha tudo para brilhar, e realmente o fez, numa disputa beirando a irresponsabilidade, Pironi desrespeitou um acordo feito antes da corrida e vence seu primeiro GP pela Ferrari. No GP seguinte, Pironi perderia seu companheiro de equipe, Gilles Villeneuve, num horrendo acidente em Zolder, mesmo assim, Pironi seguiu firme no campeonato, e liderava com certa folga até o GP da Alemanha, onde, um acidente nos treinos, o tira da disputa do campeonato e encerra sua carreira na F1.


Pironi ainda tentou voltar em 87, chegou a fazer testes na AGS e na Ligier em 86, mas preferiu os Powerboats, que por ironia do destino, lhe tiraria a vida, ainda em 87, num acidente na
Ilha de Wight, Inglaterra.


Didier Pironi na Ferrari


François Cevert

Substituindo o compatriota Servoz-Gavin, foi que Cevert teve seu inicio na F1. Sempre pela equipe Tyrrell, Cevert tinha um talento inegável, e, ao lado do mestre Stewart, só tinha a crescer.

Começou sua carreira em 70, onde, numa aclimatização à F1, consegue seu 1º ponto (Monza). Em 71, já com carros próprios, a Tyrrell de Cevert já se mostra mais competitiva. Terminando por duas vezes em 2º lugar e vencendo seu 1º, e único GP, Cevert faz um ótimo ano e termina em 3º o mundial de pilotos. Seu companheiro de equipe, Stewart, se sagra campeão.
72 não foi um ano muito bom para Cevert e a Tyrrell. Num ano de domínio da Lotus e da Ferrari, a Tyrrell ficou em segundo plano.

Em 73, a Tyrrell vira novamente o jogo, e da a Stewart e a Cevert, um carro campeão. Com grandes atuações, Cevert faz bonito ao chegar 6 vezes em 2º lugar. Com a aposentadoria de Stewart marcada para o fim do ano, Cevert iria buscar o título em 74, não fosse a última prova do ano de 73.

Dois anos cravados de sua vitória, ali mesmo em Watkins Glen, Cevert sofre um acidente nos treinos para o GP, e tem uma morte instântanea. O já campeão Stewart, nem participa da prova e se aposenta alí mesmo.


François Cevert na Tyrrell


Jacques Laffite

Tendo uma grande e vitoriosa carreira, Laffite começou na F1 em 74 pilotando os carros de Frank Williams. Neste ano, seus resultados foram poucos expressivos. No ano seguinte, também não consegue muita coisa, mas, mesmo assim, consegue um honroso 2º lugar no GP da Alemanha.

Em 76, a equipe de seu conterrâneo, Guy Ligier, entra na F1. Laffite é chamado para guiar um de seus carros, e é lá na Ligier que vem seus melhores resultados. Em 76 e 77, Laffite consegue bons resultados, alguns podiuns e sua primeira vitória, mas é em 79 que sua carreira a um salto. Trocando os V12 Matra pelos V8 Cosworth, a Ligier sobe de nível e, Laffite vence as duas primeiras corridas do ano. Só que a Ferrari estava 'infernal' em 79, e Laffite, alem de sofrer com algumas quebras, não consegue mais ganhar GP's no ano.

De 80 a 82, Laffite vence mais algumas, Em 81, com a volta dos motores Matra, Laffite tem a chance de se sagrar campeão na última prova, mas para isso, precisaria vencer, e, Prost, Piquet e Jones não pontuassem bem. Em 82, a Ligier perde rendimento e Laffite cai novamente.

Em 83, Laffite volta a pilotar para a Frank, e é companheiro de equipe do campeão Rosberg. Só que os motores Cosworth da Williams, não são páreos para os turbo da Brabham e Renault, e Laffite não consegue mais de que um 4º lugar. Em 84, mesmo com motores turbo, a Williams não evolui muito, e Laffite, insatisfeito com a posição de 2º piloto, retorna à Ligier.

Já com mais de 40 anos, Laffite ainda tinha "lenha para queimar" na F1. Com a ajuda dos potentes motores Renault turbo, Jacques faz seus últimos 5 podiuns pela equipe conterrânea e se despede do circo em 86 com as duas pernas quebradas em virtude de um acidente na confusa largada de Brands Hatch.



Jacques Laffite na Williams


Jean Alesi

Piloto que teve um inicio arrasador na F1, Alesi, no começo de sua carreira, despontava como um futuro campeão. Jean começou sua carreira pela Tyrrell em 89, e, logo na sua estreiam já consegue uma espetacular 4ª colocação. Mesmo pilotando na F3000, Alesi consegue mais dois ótimos resultados, uma 5ª posição em Monza e uma 4ª posição em Jerez. Em 90, logo no 1º GP do ano, tem uma memorável batalha contra Ayrton Senna e consegue a 2ª posição na corrida. Duas corridas mais tarde, em Monaco, Alesi repete a dose e chega novamente em 2º, e, o mundo da F1, começa a olhar com outros olhos para ele. É bem verdade que, no restante do ano, Alesi não consegue mais marcar pontos, mas, um carro Ferrari o esperava para 91.
Substituindo Mansell na equipe de Maranello, Alesi teria como companheiro seu grande ídolo, Alain Prost. O problema de Alesi foi que a Ferrari começou sua decadência ali.

De 91 a 95, seu tempo de estadia na equipe, Alesi tem a média de 2 a 3 podios por temporadas, e a tão sonhada vitória também veio, e é no GP do Canadá de 95. Em 96, Alesi se muda para a equipe que tinha feito o último bicampeão mundial, a Benetton. Com uma sequência de boas atuações em 96, Alesi pontua em todas as provas que termina e fica com o 4º lugar no mundial de pilotos. A boa fase continua em 97, quando Alesi consegue 4 segundos lugares. A partir de 98, Alesi fecha um contrato com a Sauber, e é a partir daí que sua carreira começa a declinar. Com já uma certa idade, Alesi não dava os mesmos shows de quando era um estreante na categoria. Na conturbada prova de Spa em 98, Jean marca seu último pódio na carreira. Em 99 marca 2 pontos no mundial, em 00 se muda para a Prost e fica "liso" pela 1ª vez na vida, ao não marcar nenhum ponto no campeonato. Em 01 faz sua última temporada na F1. começa o ano na Prost e termina na Jordan. Neste ano, Alesi marca 3 pontos e se despede da F1 com uma "senhora" pancada no Gp do Japão.



Jean Alesi na Ferrari

por pura falta de tempo, o post continua amanha (pelo menos é o que eu espero) ...
Peço desculpas

domingo, 16 de novembro de 2008

País da F1: Pilotos Franceses [Parte 2]

Finalmente trago a 2ª parte dos pilotos franceses.
Já era tempo em Rianov! Veja aqui a parte 1

Jean-Pierre Beltoise

Beltoise andou numa época de transição na F1. Começou na categoria no final da década de 60, mais precisamente em 66, onde faz somente uma prova no campeonato. Beltoise pilotou pela Matra. Em 67, a mesma coisa, poucos Gp's e pouco destaque. Em 66 e 67, Beltoise correu com um carro Matra de F2. Mas é em 68 que as coisas deslancham.

O ano começa excelente para Beltoise, ele marca seus primeiros pontos na F1, já nas duas primeiras etapas do ano, e, mais duas etapas depois, no GP da Holanda, consegue seu 1º pódiom, chegando na 2ª posição da corrida.

Em 69, fica como escudeiro de Stewart, e o ajuda a conquistar seu primeiro título. Neste ano, consegue mais 3 podiuns e uma boa sequência de resultados. 5ª posição no mundial para ele.

Em 70, mais alguns bons resultados e mais 2 podiuns. Já em 71,m a coisa não esteve tão boa assim para Beltoise. Envolvido num problema extra F1 (1000 Km de Buenos Aires) na qual resultou na morte de um piloto (
Ignazio Giunti), Beltoise teve sua licença temporariamente suspensa o que resultou na perca de alguns GP's e apenas 1 ponto no mundial.

Em 72, Beltoise respira outros ares e corre pela equipe BRM. De baixo de uma chuva torrencial em Monaco, Beltoise vence seu primeiro (e único) GP. Mesmo com o forte patrocínio da Marlboro, a BRM não corresponde à altura e começa a sua decadência. Beltoise fica na equipe até final de 74, e mesmo com um carro não muito bom, consegue um 'milagroso' 2º lugar em Kyalami.


Jean-Pierre Beltoise na Matra


Jean-Pierre Jabouille
Não se pode dizer que Jabouille teve uma carreira fantástica na F1, mas um piloto que vence duas corridas, tem que ser lembrado.

Jabouille pena muito no seu inicio de carreira na F1. Zanzando por Williams, Surtees e Tyrrell, nada consegue, até que ele é chamado para um novo e revolucionário projeto.

Em 76 e 77, Jabouille trabalha na construção do 1º carro turbo alimentado da F1. Ele faz incansáveis testes com o carro que estreia oficialmente na F1, no final da temporada de 77.

Numa fase de adaptação, Jabouille e a Renault só começam a colher os frutos em 79/80, onde vence dois GP's. Jabouille poderia ter vencido outros GP's não fosse a fragilidade e o Turbo-lag do motor Renaut (problemas sanados nas seguintes temporadas).

Na penúltima prova do ano de 80, já com um contrato assinado com a Ligier, a Renault sofre uma quebra de suspensão que acarreta um fratura na perna de Jabouille.

Ainda sem condições plenas de correr, ele tenta andar em 81 na Ligier, mas após algumas corridas ele decide se aposentar.



Jean-Pierre Jabouille na Renault


Patrick Depailler

Grande piloto francês que teve outro final trágico.

Ainda correndo na F2, Depailler faz sua estria na F1 correndo dois GP's em 72, mas é em 74 que sua carreira decola.

Entrando numa Tyrrell em sutil decadência após a morte de Cevret e a aposentadoria de Stewart, Depailler tem como companheiro de equipe, o veloz sul africano, Jody Scheckter.

Em 74 a 76 a dupla faz diversos pódiuns, mas que levava asóvitória era Scheckter. Em 76, Depailler, correndo com a revolucionária P34, faz 7 podiuns, sendo que 5 segundos lugares e 2 terceiros. Com estes grandes resultados, Depailler ficou na frente de Watson, Andretti, Regazzoni e Peterson na tábua de classificação. Todos estes pilotos tinham ganhado 1 GP em 76. Patrick ficou com 4ª posição no mundial.

Em 77, ainda com a P34, Depailler recebe um novo companheiro de equipe, é o sueco ronnie Peterson. Novamente bons resultados para a Tyrrell nº 4. Três pódiuns sendo 2 segundos lugares. e a vitória teimava em não vir.

Em 78, com o novo carro da equipe, o 008, Depailler finalmente consegue sua 1ª vitória. Foi no GP de Monaco, e Depailler saiu de lá como líder do campeonato e postulante ao título. Só que sucessivas quebras, o tiraram da busca pelo título.

Em 79, Depailler corre pela Ligier. Começa novamente bem o ano. Chega em segundo no Brasil, e vence na Espanha. Depois de sua segunda vitória na carreira, Depailler volta a brigar pelo título (estava empatado com o mesmo numero de pontos do líder Villeneuve). Só que, depois do GP de Monaco, onde foi 5º, sofre um acidente de asa delta e fratura ambas as pernas. O campeonato e sua fase na Ligier terminam ali.

Em 80, ainda não muito recuperado, corre pela Alfa Romeo, só que o francês pena na equipe. Depailler não consegue terminar nenhuma corrida neste ano, e, em testes privados em Hockenheimring, sofre um gravíssimo acidente que lhe tiraria a vida.



Patrick Dapeiller na Tyrrell


Patrick Tambay

Começa na F1 tentando classificar sua Surtees para o GP da França em Dijon 77. Essa foi a 1ª e única vez que Tambay pilota esse carro. No restante da temporada ele corre pela equipe Theodore e marca 5 bons pontos.

Em 78, em virtude das boas atuações no ano anterior, a McLaren o contrata para fazer dupla com James Hunt. Consegue bons resultados, como a 4 posição em Anderstorp na Suécia e a 5ª em Monza na Itália. Em 79, ainda pela McLaren, seus resultados não são mais os mesmos e ele não marca nenhum ponto.

Em 80, Tambay retorna a Can AM (campeonato no qual tinha se sagrado campeão em 77) e novamente vence o título.

Em 81, retorna a casa novamente pela equipe Theodore. Só que agora com resultados mais modestos. No meio do ano se muda para a Ligier mas não consegue completar uma prova sequer.

Em 82, presta serviços a Ferrari depois da morte de Gilles Villeneuve. No meio ano que compete, consegue bons resultados e sua 1ª vitória.

Em 83, vence o GP de San marino e chega mais algumas vezes no pódio. Chega a pensar no título em meados do ano, mas a bater Piquet e Prost não era tarefa fácil.

Em 84/85, substitui Prost na Renault, mas não consegue resultados tão bons como os na Ferrari. Faz alguns pódiuns, mas nada que pudesse lhe render uma disputa de título.

Em 86 encerra sua carreira na fraca Lola onde consegue apenas 2 pontos no mundial.



Patrick Tambay na Ferrari


Rene Arnoux

Também começou sua carreira sem expressão. Pilotou o ano de 78 para a Martini e Surtees, mas sem obter bons resultados.

Em 79, quando a Renault abre uma vaga para um 2º carro, Arnoux é chamado. Rene sofreu um pouco com as quebras da Renault, mas quando o carro aguentava, ele sempre chegava bem colocado. Também em 79, foi que ele teve a famosa batalha com Gilles Villeneuve, nas voltas do GP da França.

Em 80, o ano começou com tudo para Arnoux. Nas 3 primeiras corridas, consegue 2 vitórias e parecia que ia brigar pelo título, mas, mesmo fazendo três poles consecutivas (Áustria, Holanda e Itália), Arnoux não foi além da 6ª posição no mundial. Nos anos subsequentes, o mesmo problema. Um carro rápido mas pouco confiável.

Em 83 se muda para a Ferrari e faz parceria com Tambay. Tem um final de ano incrível, e quase busca o título. Obtém 3 vitórias e 2 segundos lugares nas últimas provas do ano. Em 84, se mantém na equipe, mas perde para o novato na equipe, Michele Alboreto. Não vence em 84. Em 85 é subitamente despedido após o GP Brasil (1ª etapa)

Sem equipe para 85, Arnoux só voltaria a correr em 86, e adivinhem por qual equipe..., é claro, a Ligier (passagem obrigatória dos franceses na F1). Mesmo fazendo boas atuações, a Ligier não é competitiva, mas mesmo assim, Arnoux corre em 86, 87, 88 e 89 antes de se aposentar no final da temporada.


Rene Arnoux na Ferrari