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sábado, 31 de outubro de 2015

Apagando o nome do pneu

O "power slide apaga pneu" de Jean Alesi

Em um dos últimos suspiros de "equipe grande", a Tyrrell impressionou na primeira prova da temporada de 1990, realizada na pista de rua de Phoenix, Estados Unidos (Super Mônaco GP feelings), com Jean Alesi.

Largando de quarto, à frente de Ayrton Senna com a McLaren (!), e imediatamente atrás de Andrea de Cesaris, de Dallara, em terceiro (!!) e de Pierluigi Martini, de Minardi, em segundo (!!!), Jean pulou para a primeira colocação já na largada, deixando Gerhard Berger, o pole, para trás.

De quarto para primeiro em poucos metros

O que se viu nas voltas seguintes foi um menino abusado em uma batalha épica com campeão mundial de 88, Ayrton Senna.

A Pirelli que não gostou muito da corrida, já que teve seu nome lixado pelo muro da cidade do Arizona diversas vezes.

Palmas para a Tyrrell, que colocou Alesi no pódio, na segunda colocação, e Satoro Nakajima em sexto, ambos na zona dos pontos. No ano seguinte a equipe voltaria a colocar seus dois carros entre os seis primeiros, sendo essas as duas últimas vezes que o time conseguiu tal façanha.


USGP + Phoenix + Tyrrell = Sucesso!


A briga boa do ousado Alesi contra Senna

sábado, 5 de maio de 2012

Que fase!

1992
Jean Alesi e Ivan Capelli, Scuderia Ferrari SpA
Ferrari F92A, Ferrari 3.5 V12, Goodyear
XXX Grand Prix Molson du Canada, Circuit Gilles Villeneuve, Montreal - Canadá

(Clique para ampliar)
Essa é a Ferrari que a gente conhece muito bem: trazendo os carros para casa...

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Raspadinha

1990
Jean Alesi, Tyrrell Racing Organisation
Tyrrell 018, Ford Cosworth DFR 3.5 V8, Pirelli
XXVII Iceberg United States Grand Prix, Phoenix street circuit, Phoenix - Estados Unidos

(Clique para ampliar)


- Raspadinha básica no muro. Seguuura Alesi!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Abandonos bizarros, estranhos, loucos e muito mais...

1995
Jean Alesi (Gerhard Berger), Scuderia Ferrari
Ferrari 412T2, Ferrari 3.0 V12, Goodyear
LXVI Pioneer Gran Premio d'Italia, Autodromo Nazionale Monza, Monza - Itália

(Clique para ampliar)


- Cameras em excesso no carro de Alesi, não?

Alguém lembra o que aconteceu com uma delas? Veja esse e muitos outros abandonos "bizarros" da F1 aqui, em um texto que escrevi para o Motorpasión Brasil.

domingo, 23 de agosto de 2009

Os pilotos da Ferrari 412T2

O Fábio Mandrake começou, O Ever Rupel continuou e o Felipão terminou e corrigiu também. A Ferrari 412T2 foi um carro bem rodado, passou na mão de muita gente. Este carro também serviu de mula para testar o novo motor Ferrari para 1996. Com as mudanças no regulamento, a Ferrari teria que abandonar de uma vez por todas seu motor V12, e passar a usar o V10.

Só para constar, guiaram a 412T2 nada mais nada menos do que nove pilotos.

Os óbvios eram os pilotos titulares Jean Alesi e Gerhard Berger. Nos testes, Nicola Larini era o oficial, mas em Setembro a Scuderia testou com quatro italianos em Fiorano: Giancarlo Fisichella, Luca Badoer, Pierluigi Martini e Gianni Morbidelli.

No final do ano, com a saída de Alesi e Berger para a Benetton, Michael Schumacher e Eddie Irvine ocupariam a vaga dos dois, e ambos testaram, ainda em 95, a 412T2.

Erroneamente chegaram a citar Carlos Reutemann. Ele de fato deu algumas voltas em Buenos Aires no fim de semana do GP da Argentina, mas na ocasião, Lole pilotou a Ferrari 412T1B, uma espécie de maio termo entre a T1 e a T2.

Acompanhe as fotos para a comprovação dos fatos. Algumas são bem raras.

(Clique para ampliar)

Jean Alesi, Ímola


Gerhard Berger, Oscar Galvez


Nicola Larini (Ferrari 412T2 V10), Fiorano


Luca Badoer, Fiorano


Pierluigi Martini, Fiorano


Gianni Morbidelli, Fiorano

Giancarlo Fisichella, Fiorano


Eddie Irvine, Estoril



Michael Schumacher, Estoril

terça-feira, 11 de novembro de 2008

País da F1: Pilotos Franceses [Parte 1]

Com um celeiro de grandes pilotos, a França tem de mim uma grande admiração para com seus pilotos. É hoje, o último país a conseguir uma trifeta na F1. Sempre fui muito fã de Cevert, Depailler, Prost e companhia limitada, e hoje, tenho o prazer de escrever sobre 10 dos maiores pilotos franceses que a F1 já viu.
P.s. Claro que existem outros igualmente bons, mas resolvi escolher estes daqui.

Alain Prost

Oriundo da F3 europeia, na qual se sagrou campeão em 79, Prost começou sua carreira na F1 pela McLaren. Seu inicio de carreira mostra que já tem futuro certo na F1. Logo nas suas duas primeiras corridas, já marca ponto em ambas, e durante o ano, alcança mais alguns. Mesmo tendo contrato assinado por mais dois anos, Prost decide sair da equipe McLaren por motivos de desentendimentos internos.

Entre 81 e 83, Alain defende uma equipe conterrânea, a Renault. Logo de cara, Prost já era mais rápido que seu compatriota, Rene Arnoux, e no seu GP caseiro, consegue sua 1ª vitória na carreira. Neste mesmo ano ainda viriam mais 2, e, sempre que Prost completava uma prova, ele alcançava o pódio. Resultado? 5ª colocação geral e somente 7 pontos atrás do campeão. Em 82, Prost consegue mais 2 vitórias e fica em 4º no mundial de pilotos. Em 83, brigou com tudo para conseguir o título de pilotos, mas ficou por apenas 2 pontos de Nelson Piquet. Neste ano, Prost venceu 4 vezes.

De volta a McLaren, Prost conta com um grande carro para as próximas temporadas. Em 84, mesmo vencendo 7 corridas, não leva o caneco por meio ponto, fato este devido a prova de Monaco ter sido interrompida antes do seu final. Depois de 2 vices em sequência, Prost finalmente consegue a gloria maior, é campeão em 85 e 86, vencendo neste anos nada mais, nada menos, do que 9 corridas, e chegando no pódio várias outras vezes. Em 87, com as Williams em grande fase, Prost não foi além de uma 4ª posição no campeonato, mesmo somando 3 vitórias durante o ano.

Em 88, surge uma das maiores rivalidades da história da F1. Para companheiro de equipe de Prost, a McLaren contrata o menino prodígio da F1, Ayrton Senna. Com um domínio nunca antes visto, a McLaren aniquila seus concorrentes enquanto, numa briga interna, Senna e Prost travam duelos memoráveis. No 'score' final, 7 vitórias e 7 segundos lugares para Prost, contra 8 vitórias e 3 segundos lugares para Senna. Título do brasileiro. Em 89, no famoso final de campeonato, Senna vence o GP de Suzuka, mas quem leva o caneco é Prost. Mesmo com o tri, Prost se muda para a Ferrari em 90.

Na Ferrari, Prost 'trocou as cadeiras' com Gerhard Berger, que foi para a McLaren. Prost tinha como seu companheiro de equipe, Nigel Mansell, mas com seu rival, novamente Ayrton Senna. De novo o título foi decidido em Suzuka, em uma manobra controversa de Senna, Prost perde a chance de brigar pelo tetra. Em 91, A Ferrari cai um pouco de produção, e Alain Prost não consegue fazer muita coisa. Seus melhores resultados foram nos Estados Unidos, França e Espanha, onde nestes GP's, consegue a 2ª posição. No final da temporada, Prost fica sem equipe e decide ficar um ano de molho.

Em 93, Prost volta com força total. Em vias de completar 40 anos, Prost sabia que aquela era, provavelmente, sua última temporada. Prost foi contratado pela Williams depois que Nigel Mansell migrou para os Estados Unidos para correr na Cart. Neste ano, Prost teve um de seus mais tranquilos anos na categoria. Com uma Williams de outro mundo, Prost vence fácil o título de pilotos e encerra no auge, uma carreira brilhante.


Alain Prost na Renault


Didier Pironi

Pironi começou a sua carreira na Tyrrell em 78. Seu companheiro de equipe nesta época era o também francês, Patrick Depailler. Desde o inicio, Pironi já se mostrou competitivo. Em 79, ainda na Tyrrell, consegue seus primeiros podiuns. Guy Ligier vê potencial no garoto, e o chama para correr na sua equipe em 80. E foi lá que Pironi consegue sua primeira vitória.

As boas atuações na Ligier, chamam a atenção de Enzo Ferrari, que o contrata para ser companheiro de equipe de Gilles Villeneuve. No seu primeiro ano na Ferrari, 81, Pironi sofre um pouco com o carro, e não consegue resultados expressivos, mas em 82...

Num começo devagar, Pironi embalou mesmo em Ímola na 4ª etapa do mundial. Numa prova marcada pelo boicote de algumas equipes, a Ferrari tinha tudo para brilhar, e realmente o fez, numa disputa beirando a irresponsabilidade, Pironi desrespeitou um acordo feito antes da corrida e vence seu primeiro GP pela Ferrari. No GP seguinte, Pironi perderia seu companheiro de equipe, Gilles Villeneuve, num horrendo acidente em Zolder, mesmo assim, Pironi seguiu firme no campeonato, e liderava com certa folga até o GP da Alemanha, onde, um acidente nos treinos, o tira da disputa do campeonato e encerra sua carreira na F1.


Pironi ainda tentou voltar em 87, chegou a fazer testes na AGS e na Ligier em 86, mas preferiu os Powerboats, que por ironia do destino, lhe tiraria a vida, ainda em 87, num acidente na
Ilha de Wight, Inglaterra.


Didier Pironi na Ferrari


François Cevert

Substituindo o compatriota Servoz-Gavin, foi que Cevert teve seu inicio na F1. Sempre pela equipe Tyrrell, Cevert tinha um talento inegável, e, ao lado do mestre Stewart, só tinha a crescer.

Começou sua carreira em 70, onde, numa aclimatização à F1, consegue seu 1º ponto (Monza). Em 71, já com carros próprios, a Tyrrell de Cevert já se mostra mais competitiva. Terminando por duas vezes em 2º lugar e vencendo seu 1º, e único GP, Cevert faz um ótimo ano e termina em 3º o mundial de pilotos. Seu companheiro de equipe, Stewart, se sagra campeão.
72 não foi um ano muito bom para Cevert e a Tyrrell. Num ano de domínio da Lotus e da Ferrari, a Tyrrell ficou em segundo plano.

Em 73, a Tyrrell vira novamente o jogo, e da a Stewart e a Cevert, um carro campeão. Com grandes atuações, Cevert faz bonito ao chegar 6 vezes em 2º lugar. Com a aposentadoria de Stewart marcada para o fim do ano, Cevert iria buscar o título em 74, não fosse a última prova do ano de 73.

Dois anos cravados de sua vitória, ali mesmo em Watkins Glen, Cevert sofre um acidente nos treinos para o GP, e tem uma morte instântanea. O já campeão Stewart, nem participa da prova e se aposenta alí mesmo.


François Cevert na Tyrrell


Jacques Laffite

Tendo uma grande e vitoriosa carreira, Laffite começou na F1 em 74 pilotando os carros de Frank Williams. Neste ano, seus resultados foram poucos expressivos. No ano seguinte, também não consegue muita coisa, mas, mesmo assim, consegue um honroso 2º lugar no GP da Alemanha.

Em 76, a equipe de seu conterrâneo, Guy Ligier, entra na F1. Laffite é chamado para guiar um de seus carros, e é lá na Ligier que vem seus melhores resultados. Em 76 e 77, Laffite consegue bons resultados, alguns podiuns e sua primeira vitória, mas é em 79 que sua carreira a um salto. Trocando os V12 Matra pelos V8 Cosworth, a Ligier sobe de nível e, Laffite vence as duas primeiras corridas do ano. Só que a Ferrari estava 'infernal' em 79, e Laffite, alem de sofrer com algumas quebras, não consegue mais ganhar GP's no ano.

De 80 a 82, Laffite vence mais algumas, Em 81, com a volta dos motores Matra, Laffite tem a chance de se sagrar campeão na última prova, mas para isso, precisaria vencer, e, Prost, Piquet e Jones não pontuassem bem. Em 82, a Ligier perde rendimento e Laffite cai novamente.

Em 83, Laffite volta a pilotar para a Frank, e é companheiro de equipe do campeão Rosberg. Só que os motores Cosworth da Williams, não são páreos para os turbo da Brabham e Renault, e Laffite não consegue mais de que um 4º lugar. Em 84, mesmo com motores turbo, a Williams não evolui muito, e Laffite, insatisfeito com a posição de 2º piloto, retorna à Ligier.

Já com mais de 40 anos, Laffite ainda tinha "lenha para queimar" na F1. Com a ajuda dos potentes motores Renault turbo, Jacques faz seus últimos 5 podiuns pela equipe conterrânea e se despede do circo em 86 com as duas pernas quebradas em virtude de um acidente na confusa largada de Brands Hatch.



Jacques Laffite na Williams


Jean Alesi

Piloto que teve um inicio arrasador na F1, Alesi, no começo de sua carreira, despontava como um futuro campeão. Jean começou sua carreira pela Tyrrell em 89, e, logo na sua estreiam já consegue uma espetacular 4ª colocação. Mesmo pilotando na F3000, Alesi consegue mais dois ótimos resultados, uma 5ª posição em Monza e uma 4ª posição em Jerez. Em 90, logo no 1º GP do ano, tem uma memorável batalha contra Ayrton Senna e consegue a 2ª posição na corrida. Duas corridas mais tarde, em Monaco, Alesi repete a dose e chega novamente em 2º, e, o mundo da F1, começa a olhar com outros olhos para ele. É bem verdade que, no restante do ano, Alesi não consegue mais marcar pontos, mas, um carro Ferrari o esperava para 91.
Substituindo Mansell na equipe de Maranello, Alesi teria como companheiro seu grande ídolo, Alain Prost. O problema de Alesi foi que a Ferrari começou sua decadência ali.

De 91 a 95, seu tempo de estadia na equipe, Alesi tem a média de 2 a 3 podios por temporadas, e a tão sonhada vitória também veio, e é no GP do Canadá de 95. Em 96, Alesi se muda para a equipe que tinha feito o último bicampeão mundial, a Benetton. Com uma sequência de boas atuações em 96, Alesi pontua em todas as provas que termina e fica com o 4º lugar no mundial de pilotos. A boa fase continua em 97, quando Alesi consegue 4 segundos lugares. A partir de 98, Alesi fecha um contrato com a Sauber, e é a partir daí que sua carreira começa a declinar. Com já uma certa idade, Alesi não dava os mesmos shows de quando era um estreante na categoria. Na conturbada prova de Spa em 98, Jean marca seu último pódio na carreira. Em 99 marca 2 pontos no mundial, em 00 se muda para a Prost e fica "liso" pela 1ª vez na vida, ao não marcar nenhum ponto no campeonato. Em 01 faz sua última temporada na F1. começa o ano na Prost e termina na Jordan. Neste ano, Alesi marca 3 pontos e se despede da F1 com uma "senhora" pancada no Gp do Japão.



Jean Alesi na Ferrari

por pura falta de tempo, o post continua amanha (pelo menos é o que eu espero) ...
Peço desculpas

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Os 5 de quê?: As melhores estreias na Formula 1

Quem ataca novamente no F1 Nostalgia é o Speeder_76 do Excelente Blog Continental Circus, fique com ele...

Se há uns tempos atrás falei dos que tentaram ganhar, nem que fosse uma corrida para amostra, na Formula 1, e não conseguiram, hoje falo daqueles quer tiveram uma entrada na categoria máxima… de espantar!

Eis os cinco escolhidos, pela ordem decrescente:

5 – Jean Alesi

Em Junho de 1989, Alesi era um prometedor piloto de Formula 3000 europeia, quando Ken Tyrrell, que estava em conflito com Michele Alboreto, procurava um substituto. Tinha rapidez, e como Tyrrell tinha agora um bom patrocínio, poderia catapultá-lo, sem problemas, na ribalta. E logo na sua prova caseira!

Se nos treinos, Alesi ficou na 16ª posição da grelha, conseguindo uma qualificação que nessa altura era difícil, a corrida foi diferente. Mas os observadores ficaram surpresos quando o viram a andar consistentemente entre os primeiros lugares, chegando até a rolar na segunda posição da corrida! No final, o piloto francês contentou-se com o quarto lugar, e apresentava-se ao mundo. No final daquele ano, conseguiria oito pontos, e o nono lugar do campeonato, em apenas oito corridas.


Jean Alesi com sua Tyrrell no GP da França em 89


4 – Johnny Herbert

Herbert é um caso especial. Um prometedor piloto nas categorias de base, teve um pavoroso acidente na ronda de Brands Hatch na temporada de 1988 da Formula 3000. Teve uma longa recuperação, e ainda em convalescença, recebe a notícia de que seria piloto da Benetton para 1989, cortesia de Peter Collins, seu amigo e mentor. Muitos pensariam que ele não estaria em forma para a primeira corrida, disputada no calor de Jacarepagua, no Rio de Janeiro. Mas surpreendendo tudo e todos, não só, conseguiu o décimo tempo na grelha, e levou o carro até à quarta posição final, a dez segundos do vencedor, Nigel Mansell, e a pouco mais de um segundo de um pódio. E para melhorar as coisas, ficou à frente do seu companheiro, Alessandro Nannini.

Contudo, e apesar de ter conseguido mais dois pontos em Phoenix, a exigência de conduzir um Formula 1 levou a melhor e depois de uma não-qualificação no Canadá, foi substituído pelo italiano Emmanuele Pirro. Herbert ainda voltou para conduzir o Tyrrell em Spa-Francorchamps e no Estoril, na ausência de outro dos grandes estreantes, Jean Alesi.


Johnny Herbert fazendo bonito no GP Brasil de 89


3 – Mário Andretti

Andretti, um ítalo-americano que chegou a terras do Tio Sam em 1955, já era em 1968 um dos melhores jovens pilotos das competições “open wheels” nos Estados Unidos, mas ele tinha o sonho de conduzir um Formula 1. Em 1966, conheceu Colin Chapman em Indianápolis, e o mítico construtor britânico lhe disse que tinha um lugar à sua espera “quando o momento fosse oportuno”. Em 1968, Andretti disse que estava pronto para correr, e Chapman deu-lhe um terceiro Lotus 49.

Uma primeira tentativa, em Monza, foi frustrada, pois a CSI (Comission Sportive Internationale) proibia a participação do piloto em duas corridas em menos de 24 horas. Sendo assim, decidiu apenas participar na prova seguinte, em Watkins Glen, onde o conhecimento da pista e do carro, aliado ao tempo que se fazia na altura, fez com que alcançasse uma surpreendente pole-position! No dia da corrida, 93 mil pessoas foram a Watkins Glen, muitos deles para verem o que um "outsider", Andretti, poderia fazer contra o "establishment" da Formula 1. A corrida começou com Andretti na frente, mas no final da primeira volta, Stewart tinha o passado e conquistara a liderança. Na volta 14, o bico do seu carro parte-se, e cai para o fim do pelotão, e na volta 32, a embraiagem cede e tem de desistir. Mas o mundo da Formula 1 ficava a conhecer um piloto que alcançaria o título mundial dez anos depois, ao volante do lendário Lotus 79.


O grande Mario Andretti nos 'pits' da Lotus em Watkins Glen 68


2 – Lewis Hamilton

Lewis Hamilton assinou pela McLaren no final de 1998, aos 13 anos, com o claro objectivo de ser o primeiro piloto de Formula 1 de origem africana. A sua trajectória nas categorias de base foi recheada de sucessos, que incluíram um título na Formula 3 Euroseries, e na GP2, em 2006. No inicio de 2007, quando foi anunciada a sua estreia na Formula 1, ao lado de Fernando Alonso, muitos esperavam que iria ter um bom ano de estreia, mas que não iria disputar o título contra Alonso, Raikonnen ou Massa…

E na Austrália, confirmou as expectativas, ao se classificar na quarta posição nos treinos, não muito longe do “poleman”, Kimi Raikonnen. No dia da corrida, fez uma prova sólida, sem cometer erros de maior. No final, o terceiro lugar, atrás do vencedor, Kimi Raikonnen, e de Fernando Alonso, indicaria que ele iria ser, no mínimo, o principal candidato a “Rookie do Ano”. Mas ninguém poderia esperar que à medida que a época decorria, iria ser isso, e muito mais…


Lewis voando por cima da zebra em Melbourne 07


1 – Jacques Villeneuve

Tal como Mário Andretti, teve uma carreira feita nos Estados Unidos, mas com maior palmarés. No início de 1996, Jacques, filho de Gilles, tinha no bolso o título da CART, acompanhado de uma vitória nas 500 Milhas de Indianápolis, o primeiro canadiano a fazê-lo. Isso foi o suficiente para que Frank Williams lhe concedesse um teste, e pouco tempo depois, lhe estender um contrato com a marca para alcançar aquilo que o seu pai nunca conseguiu: o título mundial.

Na pista de Melbourne, que se estreava na Formula 1 no início de 1996, Villeneuve, sem nada a perder e com muito a provar, mostrou a sua fibra de campeão: fez logo a pole-position, batendo o seu companheiro de equipa, Damon Hill.

Na corrida, Villeneuve colocou Hill em sentido durante boa parte da corrida, mesmo quando após o segundo reabastecimento, perdeu o controle do carro na primeira fila, e Hill tentou ultrapassá-lo. Mas quando o seu carro sofreu um problema de óleo, a equipa decidiu que ele devia abdicar a vitória em favor do piloto inglês, e pensar na equipa. O segundo lugar foi excelente, e para muitos, o canadiano tinha sido o vencedor moral desse Grande Prémio, e a sua exibição fazia jus a aquelas que o seu pai fazia 15 anos antes…


Também em Melbourne, Villeneuve dá um passeio na grama em 96

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Loucuras, humor e acasos: 'Sparks' (fagulhas)


Ayrton Senna com sua Lotus em 86



A dupla da Brabham combinou, só pode. Primeiro é o Patrese cegando o Streiff, ...



... depois vem o de Cesaris e faz este show na frente do Johansson


Gugelmin rasgando a reta no Estoril


Alesi 'faiscando' sua Ferrari


Piquet em 91 no palco de sua última vitória


Martin Brundle com Benetton em 92


Outra bem clássica. Épica reta de Barcelona com Mansell e Senna


Willliams de Senna em 94 nos testes da pré temporada


Outra da Williams de 94


Por último, talvez a mais espetacular cena de faiscas ...



... Largada do GP da Belgica de 92, ...



... os carros lotados de combustivel dão este show em Spa



Video do show

P.S. Venho aqui, pedir desculpas aos leitores, pois, por intempéries pessoais e compromissos durante os próximos dias, não atualizarei diariamente o Blog, assim que der um tempinho, atualizarei. Provavelmente no inicio da semana que vem, tudo volte ao normal.
Um abraço a todos,
Rianov